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Clube de assinaturas de roupas WeUse recebe investimentos do Anjo Investidor

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O reality O Anjo Investidor trouxe um case interessante no 2º episódio da atual temporada: a startup WeUse, que é um clube de assinaturas focado em aluguel de peças de roupas.

A WeUse, que já tem um bom valor mercado, decidiu buscar o investimento de R$ 175 mil do Anjo Investidor para expandir seus negócios. Esse passo faz parte dos planos da empresa de se tornar, no futuro, um unicórnio, o sonho de toda startup que almeja valer mais de 1 bilhão de dólares. Como eles convenceram o João Kepler, o anjo investidor?

Raio-X da WeUse

Startup paulista fundada em 2018 e comandada pelo CEO Carlos Silva e sua família: a esposa, Andria dos Santos, Diretora de Operações, e o irmão Humberto Silveira, CMO.

O que é

Um guarda-roupa virtual compartilhado, no qual as pessoas, através de um plano de assinaturas, podem escolher roupas pelo aplicativo e receber semanalmente em casa.

Modelo

Pagamento online de assinatura mensal, com escolha entre 2 planos:

  • Closet básico: R$69,90;
  • Essencial: R$89,90.

Atende tanto o público feminino quanto o masculino.

Valor de mercado

Avaliado em R$ 7 milhões em rodada de investimento anterior ao reality, e em R$ 5 milhões pelo Anjo Investidor.

Como funciona

O assinante escolhe, dentre as diversas peças de roupa do catálogo do app da WeUse, quatro itens que deseja utilizar, de acordo com o plano de assinatura. Ele então recebe a entrega da sacola de roupas, para aproveitar as peças durante os 7 dias seguintes. 

A escolha de tamanho também é feita pelo usuário, que pode checar no app as medidas de cada peça.

Na semana posterior, o usuário devolve os itens usados ao entregador e recebe uma nova sacola com outras peças escolhidas. E assim funciona o ciclo de uso das peças, como uma espécie de compartilhamento de roupas.

A WeUse cuida e higieniza as roupas para poder disponibilizá-las a outros usuários. 

Desfecho do episódio

No reality, que traz startups com alto potencial de virarem grandes negócios, João Kepler, anjo investidor e colunista do GazzConecta, juntamente com João Bezerra Leite, representante da Bossa Nova Investimentos, e com Marco Antunes, conselheiro e representante do Banco BMG, decidem se ofertam ou não o investimento solicitado em troca de uma participação minoritária na startup.

A WeUse já recebeu investimentos anteriormente, antes de participar do reality. Assim, ganhou mais autoridade. No episódio, Kepler conheceu de perto o centro de operações da startup e viu muito potencial no negócio.

Assista aqui o episódio:

O CEO Carlos Silva buscava o investimento de R$ 175 mil. Kepler fez a contraproposta considerando um valuation menor, e ofereceu R$120 mil aos empresários, com a garantia de follow on e de acompanhamento conforme a necessidade da empresa. A proposta foi aceita pelos sócios da WeUse, que investirão em mais produtos e em estratégias de marketing. Sucesso!

Gostou desse clube de assinaturas? Então confira também 4 clubes de assinatura diferentões que você precisa conhecer!

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Por que a Economia da Recorrência já é o presente?

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Economia da Recorrencia

Você notou que nos últimos anos surgiram diversos clubes e serviços por assinatura? Hoje, podemos acessar diversos bens, experiências, produtos e serviços pagando pouco ou menos do que o normal. Isso é proporcionado pela Economia da Recorrência, ou das Assinaturas.

Em 2019, por exemplo, houve um crescimento global de 18% na receita dos clubes de assinatura, enquanto o faturamento do modelo tradicional aumentou apenas 4%, segundo o Relatório da consultoria McKinsey. Em 2020, com crise da Covid-19, esse número é ainda mais representativo. Durante a pandemia foram lançados 800 novos clubes e a previsão é de que o setor feche 2020 com alta de 12%. Ou seja, os serviços de assinaturas foram resilientes até mesmo numa das piores crises globais do último século.

Está na hora de começarmos a observar mais esse tipo de negócio e seus benefícios. Mais do que a “Economia do Futuro”, a Recorrência já está no nosso presente. Veja, então, no post de hoje, alguns exemplos práticos de como ela está totalmente atrelada ao nosso dia a dia:

Entretenimento

Antigamente, para assistir filmes, ouvir músicas ou jogar videogame era muito comum termos em casa pilhas de DVDs, fitas cassete e CDs (ou mais antigos ainda, os discos de vinil). Hoje, quando pensamos em entretenimento, bastam as assinaturas das plataformas, como Netflix, Amazon Prime Video, Spotify, Deezer, Luna e tantas outras, para ter acesso a milhares de filmes, músicas e games.

Essas plataformas são exemplos de como determinados produtos se massificaram pela Economia da Recorrência. Eles se tornaram baratos e acessíveis em qualquer dispositivo, eliminando os diversos aparelhos e formatos físicos. E esse foi um grande salto para a indústria do entretenimento produzir mais e melhor.

Transporte

Se o objetivo das gerações anteriores (Boomers e Geração X) era ter um bom carro na garagem e, num alto padrão de vida, trocar de carro todo ano, hoje esse já não é mais o sonho de boa parte dos jovens.

Isso porque as formas de se deslocar ficaram muito mais fáceis pelos apps, seja um Uber ou um carro alugado. Isso elimina preocupações como seguro de automóvel, impostos e outras questões, e permite até mesmo tirar uma onda andando por aí com carros de luxo por assinatura. Este é mais um exemplo da transformação da Economia das Assinaturas em setores tradicionais como o de veículos.

Moradia

O sonho da casa própria também não está tão em alta. Hoje, ao invés de fixar residência, muitos Millennials preferem ser nômades, e contar com soluções de moradia mais flexíveis, como o aluguel de casas pelo Airbnb, ou até mesmo um coliving por assinatura como a Housi. É uma forma de cortar também os gastos fixos de manutenção de uma casa, e além disso, poder morar em qualquer lugar do mundo se for a intenção.

Experiências

A nossa forma de comprar mudou. Estamos mais em busca de experiências do que de produtos isolados. Nesse sentido, os Clubes de Assinaturas revolucionaram o mercado pela sua nova forma de se posicionar como uma experiência e não como produto.

No geral, a entrega em casa já é um diferencial das assinaturas. O cliente só precisa escolher seu plano e deixar que o clube selecione os melhores produtos para seu perfil, embale de forma impecável e envie para seu endereço em datas convenientes.

Daí que hoje podemos não mais “comprar um vinho”, mas sim receber rótulos exclusivos e diferentes em uma caixa selecionada para nosso perfil; “ter uma experiência de beleza e autoestima” ao assinar uma box de cosméticos; “o sabor da fazenda na mesa” ao optar por uma assinatura de geléias e queijos artesanais, e por aí vai.

Este é o pulo do gato. Transformar produtos comuns, até mesmo triviais, em experiências únicas. Como? Oferecendo curadoria, personalização e comodidade ao consumidor. 

Esses foram alguns exemplos de como esse tipo de Economia do Acesso transformou nossas atividades mais cotidianas, além de nossos projetos de vida e o uso de recursos financeiros e do planeta. Esqueça a propriedade privada e seja bem-vindo ao mundo das assinaturas.

Quer apostar no modelo da Recorrência para seu negócio? Então entenda como a Vindi, que já atende mais de 6.000 clientes, pode ser a parceira ideal para a monetização e cobrança de assinaturas. Fale com nossos especialistas aqui:

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Mercado

Moradia por assinatura: startup Housi é novidade no mercado imobiliário

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aluguel por assiantura

O modelo de assinaturas, que já conhecemos, ganhou mais um setor: o imobiliário

O aluguel de moradia é, com certeza, uma cobrança recorrente para muitas pessoas. Todo mês, o boleto chega para pagamento. Além disso, estamos acostumados a lidar com algumas burocracias quando alugamos um imóvel, como: tempo mínimo de contrato, multa por atraso de pagamento, contas avulsas de água, luz e condomínio, e por aí vai.

Mas e se morar por aluguel fosse mais descomplicado e flexível? 

Pensando nisso, um novo negócio brasileiro lançou um plano de assinaturas para aluguel: a Housi é considerada um plano de moradia recorrente pioneiro e inovador. A sua proposta principal é oferecer apartamentos em diversos bairros da cidade de São Paulo, para curta ou longa estadia do inquilino, junto a um pacote completo de serviços inclusos no preço.

O modelo de contratação e cobrança é 100% digital, por cartão de crédito ou boleto. No caso do cartão de crédito, a cobrança não consome o valor total do limite do cartão: todos os meses uma nova cobrança é criada de forma automática na fatura, enquanto a assinatura estiver ativa.

Sobre a moradia por assinatura

Na Housi, a moradia é por assinatura, o que lembra um pouco o processo de reservar hospedagem em um hotel. Isso porque os imóveis da Housi ficam disponíveis em duas modalidades: diárias ou aluguel. O locatário deve escolher sua data de entrada e saída para fazer uma reserva.

Além disso, o espaço é pronto para morar: são locais mobiliados, decorados e equipados com eletrodomésticos, oferecendo até mesmo roupa de cama e toalhas. 

O preço da assinatura é calculado proporcionalmente ao tempo de reserva pretendido pelo morador. Quanto maior o tempo escolhido para estadia, há descontos progressivos a partir de 3 meses de aluguel, chegando a 20% off para 12 meses.

O pacote de serviços da Housi, no entanto, não é opcional. O locatário precisa aderir ao pacote para completar seu aluguel. Nele, estão inclusas despesas obrigatórias, como contas de luz e água, IPTU e condomínio, mas, além disso, há Wi-fi e TV a cabo, e descontos nos serviços: Uber, iFood, Rappi, Omo, Netflix, entre outros. Interessante, não é?

O único fator limitante é que o serviço é mais indicado para pessoas que pretendem morar sozinhas ou, no máximo, em 2 pessoas. Isso porque a maioria dos imóveis disponíveis na Housi é de metragem pequena, no estilo kitnet. Mas, vale a pena fazer uma busca no site e conhecer se atende suas necessidades!

Esse case mostra como a Economia da Recorrência mais uma vez facilita e desburocratiza processos! Quer saber mais sobre como funcionam cobranças recorrentes? Então leia esse post completo do blog da Vindi: O que é recorrência e como funciona?

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Clube de assinaturas de vinho Wine mira no IPO

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A Wine é uma companhia de vinhos brasileira, fundada em 2008, no Espírito Santo (ES). A marca tem tanto lojas físicas quanto e-commerce, se destacando na modalidade de clube de assinatura.

Contendo em seu catálogo diversos rótulos de vinhos premiados ao redor do mundo, a assinatura da Wine envia para seus clientes 2 rótulos de vinhos, por mês, escolhidos a partir de vinícolas nacionais e importadas.

Os produtos do clube passam pela curadoria dos chamados WineHunters que, segundo o clube, viajam o mundo em busca dos vinhos mais especiais.

Como funciona o clube de assinaturas da Wine?

Para assinar, o cliente deve preencher algumas informações sobre seu perfil, para receber a seleção de vinhos mais indicados para seu gosto, no dia e local que informar.

Existem diversos planos de assinaturas oferecidos pela Wine, tanto mensais quanto anuais. A modalidade anual apresenta, é claro, preços mais atrativos. Nessa categoria, o plano mais básico (chamado WineBox Essenciais) se inicia no atual preço promocional de R$65,37/ mês, indo até R$238,42/ mês no plano mais sofisticado, o WineBox Singulares.

A principal diferenciação entre os planos de assinaturas são os rótulos contemplados em cada um, indo desde vinhos descomplicados até espumantes e rótulos mais singulares de safras especiais.

Em qualquer um dos planos, no entanto, o total de produtos enviados no box da Wine são duas garrafas da bebida, uma revista com conteúdos de enologia e um corta-gotas.

Há ainda uma modalidade de assinatura da marca que permite ao cliente escolher os vinhos que quer receber, pagando uma mensalidade fixa mais o preço dos rótulos escolhidos, com desconto de 15% aplicado nas opções.

O IPO da Wine

A Wine se destaca no cenário de clubes de assinaturas brasileiros. Considerada o maior clube de vinhos do país, está há 12 anos no mercado. Há quatro, recebeu investimento e novos sócios da Península, fundo de investimento de Abilio Diniz, e da e.Bricks digital.

A Wine vem comprovando todos os benefícios de crescer exponencialmente a partir de um modelo de recorrência online, e do poder da curadoria de produtos para vender mais.

Leia também: 11 modelos de negócio que podem aproveitar a recorrência

“O e-commerce da Wine está vendendo até 40% mais do que antes da pandemia, e o interesse pelo clube de assinatura aumentou em 30% o volume de captações de novos sócios”, afirmou Alexandre Magno, diretor de e-commerce da Wine, em maio à Exame.

Os planos de expansão liderados por Marcelo D’Arienzo, que chegou à presidência em janeiro do ano passado, agora abrangem abrir IPO da empresa, ou seja, abrir capital na bolsa de valores, para que mais pessoas possam investir no negócio e fazer parte do quadro de sócios da Wine.

Segundo o Broadcast Estadão, a empresa espera captar pelo menos 1 bilhão de reais ao abrir seu capital. No entanto, o processo de IPO ainda não está confirmado: está na fila da B3, e podemos esperar que acontecerá apenas a partir do próximo ano.

De qualquer forma, a experiência da Wine prova que é possível escalar um clube de assinaturas, receber investimentos e chegar longe com o modelo da recorrência.

Se você tem um negócio e deseja entender mais sobre a Economia da Recorrência, assine a newsletter da Vindi e receba os melhores insights sobre o mercado de pagamentos!

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