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TV paga começa a perder mercado para Netflix e serviços de streaming

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A TV paga está perdendo clientes nos últimos meses, e o motivo não é apenas o agravamento da situação econômica no país – negócios baseados em assinatura vem ganhando cada vez mais espaço, como é o caso do Netflix. Chamada de Uber da televisão, os serviços streaming da Netflix vem preocupando não apenas a TV paga, mas a televisão aberta.

Como se não bastasse mudar a configuração do mercado de TV por assinatura, a Netflix e a Amazon, que também disponibiliza filmes em streaming, pretendem apostar forte na área de produção de conteúdo. Ou seja, elas poderão bancar seus próprios filmes e decidir se eles estrearão primeiramente na rede virtual ou nos cinemas – o que interrompe um ciclo que sempre teve como ponto de partida as exibições nas salas cinematográficas.

Modelos de assinaturas em ascensão

Segundo a Agência Nacional de Comunicação (Anatel), em 2015, as assinaturas de TV recuaram após uma década de crescimento. Em outubro de 2015, o Brasil fechou 108 mil clientes de TV por assinatura em relação a setembro, totalizando 19,4 milhões de usuários, uma queda de 3%. Já em comparação a outubro de 2014, a redução foi bem mais drástica, a queda do número de acessos foi de 255,7 mil.

Embora alguns canais pagos já disponibilizem versões em streaming, como HBO Go e o Now, as facilidades de navegabilidade não se comparam aquelas disponibilizadas pela Netflix, que também não proíbe o empréstimo de senhas de acesso.

Segundo a Anatel, o grupo Claro, da mexicana América Móvil, representa uma fatia do mercado de 52%, permanecendo na liderança. Contudo, apesar dos seus 10,08 milhões de acessos, a empresa teve uma queda de 45,8 mil assinaturas na comparação mensal realizada. Em 2014, o grupo tinha 10,42 milhões de usuários de TV paga, segundo dados da Agência.

Em segundo lugar, com uma participação de 28,25% e 5,47 milhões de acessos, a operadora de TV via satélite Sky teve uma queda de 58,2 mil na mesma base de comparação do grupo claro. Em outubro de 2014, a operadora tinha 5,65 milhões de assinantes.

E em terceiro lugar, com 9,5% do mercado, ficou a Telefônica Brasil, com 1,83 milhão de assinaturas. Contudo, a Agência levantou uma alta de pouco mais de 1 mil acessos em relação a setembro. A Oi aparece logo em seguida, representando 6,02% do mercado e com 1,2 milhão de acessos, apresentando uma redução de 1,8 mil assinaturas, mas acima dos número de outubro do ano passado, quando tinha 1,12 milhão de assinaturas.

Aqui vale destacar que a TV digital via satélite (DTH) foi a que mais perdeu acessos entre setembro e outubro de 2015. Foram 146,6 mil clientes a menos em outubro, a 11,44 milhões. Segundo dados da Anatel, a tecnologia perdeu 726,3 mil acessos.

Sucesso além do preço

O preço não é o único diferencial da Netflix. O conteúdo é o que mais chama a atenção. Séries como ‘House of Cards’ levam milhares de usuários a pagar qualquer valor para assistir.

Para as operadoras de TV paga se manterem no páreo é preciso criar formas interessantes para o conteúdo chegar até o usuário.

No relatório de resultados de 2015, divulgado pela Netflix, a empresa ultrapassou 75 milhões de assinantes. Outras novidades também estão por vir este ano, segundo divulgado pelo Reuters Institute, que prevê a estreia do streaming da Apple, ‘finalmente’, e o aumento nos serviços via internet das operadoras, como Verizon.

E você, acha que a TV paga está com os dias contados diante dos novos negócios por assinatura? Que tal compartilhar conosco sua opinião!

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Por que a Economia da Recorrência já é o presente?

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Economia da Recorrencia

Você notou que nos últimos anos surgiram diversos clubes e serviços por assinatura? Hoje, podemos acessar diversos bens, experiências, produtos e serviços pagando pouco ou menos do que o normal. Isso é proporcionado pela Economia da Recorrência, ou das Assinaturas.

Em 2019, por exemplo, houve um crescimento global de 18% na receita dos clubes de assinatura, enquanto o faturamento do modelo tradicional aumentou apenas 4%, segundo o Relatório da consultoria McKinsey. Em 2020, com crise da Covid-19, esse número é ainda mais representativo. Durante a pandemia foram lançados 800 novos clubes e a previsão é de que o setor feche 2020 com alta de 12%. Ou seja, os serviços de assinaturas foram resilientes até mesmo numa das piores crises globais do último século.

Está na hora de começarmos a observar mais esse tipo de negócio e seus benefícios. Mais do que a “Economia do Futuro”, a Recorrência já está no nosso presente. Veja, então, no post de hoje, alguns exemplos práticos de como ela está totalmente atrelada ao nosso dia a dia:

Entretenimento

Antigamente, para assistir filmes, ouvir músicas ou jogar videogame era muito comum termos em casa pilhas de DVDs, fitas cassete e CDs (ou mais antigos ainda, os discos de vinil). Hoje, quando pensamos em entretenimento, bastam as assinaturas das plataformas, como Netflix, Amazon Prime Video, Spotify, Deezer, Luna e tantas outras, para ter acesso a milhares de filmes, músicas e games.

Essas plataformas são exemplos de como determinados produtos se massificaram pela Economia da Recorrência. Eles se tornaram baratos e acessíveis em qualquer dispositivo, eliminando os diversos aparelhos e formatos físicos. E esse foi um grande salto para a indústria do entretenimento produzir mais e melhor.

Transporte

Se o objetivo das gerações anteriores (Boomers e Geração X) era ter um bom carro na garagem e, num alto padrão de vida, trocar de carro todo ano, hoje esse já não é mais o sonho de boa parte dos jovens.

Isso porque as formas de se deslocar ficaram muito mais fáceis pelos apps, seja um Uber ou um carro alugado. Isso elimina preocupações como seguro de automóvel, impostos e outras questões, e permite até mesmo tirar uma onda andando por aí com carros de luxo por assinatura. Este é mais um exemplo da transformação da Economia das Assinaturas em setores tradicionais como o de veículos.

Moradia

O sonho da casa própria também não está tão em alta. Hoje, ao invés de fixar residência, muitos Millennials preferem ser nômades, e contar com soluções de moradia mais flexíveis, como o aluguel de casas pelo Airbnb, ou até mesmo um coliving por assinatura como a Housi. É uma forma de cortar também os gastos fixos de manutenção de uma casa, e além disso, poder morar em qualquer lugar do mundo se for a intenção.

Experiências

A nossa forma de comprar mudou. Estamos mais em busca de experiências do que de produtos isolados. Nesse sentido, os Clubes de Assinaturas revolucionaram o mercado pela sua nova forma de se posicionar como uma experiência e não como produto.

No geral, a entrega em casa já é um diferencial das assinaturas. O cliente só precisa escolher seu plano e deixar que o clube selecione os melhores produtos para seu perfil, embale de forma impecável e envie para seu endereço em datas convenientes.

Daí que hoje podemos não mais “comprar um vinho”, mas sim receber rótulos exclusivos e diferentes em uma caixa selecionada para nosso perfil; “ter uma experiência de beleza e autoestima” ao assinar uma box de cosméticos; “o sabor da fazenda na mesa” ao optar por uma assinatura de geléias e queijos artesanais, e por aí vai.

Este é o pulo do gato. Transformar produtos comuns, até mesmo triviais, em experiências únicas. Como? Oferecendo curadoria, personalização e comodidade ao consumidor. 

Esses foram alguns exemplos de como esse tipo de Economia do Acesso transformou nossas atividades mais cotidianas, além de nossos projetos de vida e o uso de recursos financeiros e do planeta. Esqueça a propriedade privada e seja bem-vindo ao mundo das assinaturas.

Quer apostar no modelo da Recorrência para seu negócio? Então entenda como a Vindi, que já atende mais de 6.000 clientes, pode ser a parceira ideal para a monetização e cobrança de assinaturas. Fale com nossos especialistas aqui:

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Análise de Cohort: o que é e como fazer?

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Comportamento do consumidor e análise de clientes são pilares fundamentais da Análise de Cohort! Neste artigo, você verá qual a importância dessa análise e como ela pode funcionar no seu negócio.

Além disso, você também entenderá como interpretar esses dados isoladamente e como relacionar com outros indicadores importantes. Boa leitura!

O que é Análise de Cohort?

Basicamente, a Análise de Cohort agrupa pessoas com o mesmo comportamento dentro do mesmo período. A ideia aqui, é analisar intenções, motivações e outros fatores que levaram aquele comportamento a acontecer naquele momento.

Dessa forma, você consegue entender as tendências da sua empresa, possíveis sazonalidades e até mesmo pode utilizar essa análise para ajudar a construir o seu Perfil de Cliente Ideal (ICP).

Além disso, o Cohort reflete a saúde da sua empresa, tanto financeira quanto estratégica. É com essa análise que você conseguirá medir se as suas decisões estão impactando positivamente seus clientes.

Por que usar esse tipo de análise?

Além dos benefícios que falamos até aqui, a Análise de Cohort é fundamental para que você consiga investigar pontos que indicadores maiores não alcançam.

Se você só olha para o seu CAC, Churn e LTV, os números indicam que algo está dando certo ou errado. Mas, o que seria esse “algo”? Essa resposta, uma análise de grupo pode te dar!

Entre as maiores vantagens, ainda podemos destacar:

  • Impactos de vendas;
  • Resultados de campanhas de Marketing;
  • Análise de receita que vem de cada grupo de clientes ou carteira;
  • Evolução de uma estratégia que tenha começo, meio e fim;
  • Potencial de regionalidades e geolocalização.

Agora que você já sabe quais as maiores vantagens, vamos entender como a Análise de Cohort funciona?

Como a Análise de Cohort funciona?

Em primeiro lugar, é necessário separar muito bem o que deve ser analisado. Pense na área da empresa que será alvo da pesquisa, o tempo dessa análise e as personas que compõem aquele estudo.

Depois, anote essas dicas, que com certeza farão a diferença na implementação dentro da sua empresa:

Estruture os Cohorts 

Se você já separou os grupos, o período de tempo e a área da sua empresa que será o alvo da análise, essa estrutura já começou bem.

Por exemplo: vamos supor que você queira medir a ativação e aquisição da sua área de vendas depois de uma ação voltada para a Black Friday. Com esse cenário em mãos, é só separar os grupos e começar a analisar!

No entanto, é fundamental que os grupos sejam claramente separados, para que não exista nenhuma confusão durante a pesquisa.

Escolha as métricas para análise conjunta 

Se você quer saber como foi essa aquisição no período da Black Friday, provavelmente precisará analisar os ajustes do CAC. 

Da mesma forma, lá na frente você precisará atrelar a Análise de Cohort ao LTV e o Churn, para entender se os clientes chegaram só pela promoção ou se a retenção foi feita com sucesso.

Portanto, quando você define as métricas de análise em conjunto, o processo inteiro fica muito mais assertivo.

Lembre-se de voltar aos dados com frequência 

É essencial que esses grupos sejam analisados com frequência, principalmente se você está visitando as áreas de atendimento e suporte do negócio.

Dessa forma, imagine que você quer entender como melhorar o seu NPS, por exemplo. Para isso, será necessário no mínimo mais uma rodada, seguida de uma comparação dos dois períodos para identificar se o NPS melhorou ou não.

Tome ações em cima da Análise de Cohort

A Análise de Cohort não tem valia se ações não forem tomadas pensando na melhora dos indicadores.

Portanto, é fundamental que a empresa esteja aberta e flexível a mudanças de estratégia e possibilidades de inovação. Além disso, tenha em mente que uma pesquisa profunda tem relação  com a psicologia do consumidor, e o importante é que as métricas melhorem.

E aí, gostou deste conteúdo sobre Análise de Cohort? Então, que tal conhecer o Blog da Vindi agora? Lá, você encontra tudo sobre esses temas e muito mais! Clique no banner abaixo e visite agora!

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Estratégias de Cobrança: 10 dicas para melhorar sua cobrança!

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Cobrar não é uma tarefa confortável para a maioria das empresas, já que um cliente inadimplente geralmente está insatisfeito ou com problemas financeiros. Por isso, as estratégias de cobrança podem te ajudar a ter um processo muito mais eficiente!

Neste artigo, falaremos sobre as 10 maiores dicas para cobrar melhor e conseguir driblar a inadimplência dos seus clientes! Continue a leitura!!

1. Priorize a boa comunicação 

Em primeiro lugar, precisamos falar da comunicação, porque é exatamente aqui que causamos fricções desnecessárias com um cliente que tem uma fatura em aberto.

Dessa forma, alinhar o tom de voz, falar com respeito, cordialidade e educação são pontos essenciais de uma cobrança, mesmo que ela não seja feita por ligação.

Além disso, se você só cobra seus clientes nos ambientes digitais, essa comunicação precisa ser ainda mais cuidadosa, já que ela é passível da interpretação de quem está lendo.

Portanto, lembre-se de que uma boa comunicação, pensando sempre em continuar aquele relacionamento com o cliente, é essencial para quitar uma dívida.

2. Confira os débitos do cliente antes de cobrar

Poucas coisas são tão constrangedoras do que cobrar um cliente indevidamente, e isso pode até mesmo indicar uma quebra de contrato e transformá-lo em um detrator da marca.

Da mesma forma, é necessário conhecer seu consumidor além dos débitos. Veja o comportamento de consumo, as variações e sazonalidades, se ele já fica inadimplente com frequência e tudo o que puder ajudar no momento da cobrança.

Assertividade é outro ponto de extrema necessidade nas nossas estratégias de cobrança, e seu time financeiro precisa estar bem alinhado nesse sentido.

3. Crie uma régua de cobrança

Uma régua de cobrança é um conjunto de comunicações, que podem começar mesmo antes do cliente ter um débito com a empresa.

Neste caso, ele receberá lembretes de que a data da fatura está próxima a vencer, convidando a rever se os dados do cartão estão atualizados ou simplesmente enviando o boleto.

Com essa régua de cobrança, você elimina as chances de inadimplência por esquecimento do cliente, o que também é bem comum para que não usa a cobrança recorrente.

4. Escolha os canais certos para cobrar 

Já dissemos aqui que conhecer seus clientes é fundamental, não é mesmo? E, quando isso acontece, pode ser que você perceba que aquele cliente não gosta de receber ligações. 

Ou, ainda, que não abre a caixa de e-mails com frequência e não veria um e-mail de cobrança. Escolher os canais certos, como a cobrança por SMS, e-mail e notificações Push é fundamental para dar visibilidade dessa cobrança.

5. Ofereça vantagens para quitação da dívida

Se o seu cliente não quitou aquela dívida por estar com problemas financeiros, você precisa de uma carta na manga para conseguir que o pagamento seja feito.

Por isso, algumas credoras, lojas do varejo e correlacionadas costumam oferecer descontos e outras vantagens para que a dívida seja quitada. 

Isso é bom para o relacionamento, já que aquele cliente não ficará com o nome sujo, e é bom para a empresa, que voltará a ter aquele dinheiro no fluxo de caixa. 

Mas, atenção! É preciso avaliar a sua saúde financeira antes de fazer isso, e considerar as margens de negociação.

6. Ofereça várias formas de pagamento

Mesmo que o seu cliente tenha escolhido fazer o pagamento por cartão de crédito, por exemplo, é bom oferecer a ele outra forma de pagamento online, caso ele tenha problemas com o limite.

Além disso, disponibilizar um leque para quem consome seus produtos e serviços é indispensável para quem quer alcançar outros tipos de público.

7. Não deixe para a última hora

Cobrar uma dívida somente depois que ela vende é um grande erro que você pode cometer. E, isso pode estar acontecendo porque você é pego de surpresa quando um cliente não atualiza uma fatura.

Por isso, a régua de cobrança é ainda mais fundamental. Você ganha tempo, visibilidade e possibilidades de acordo com quem ficar com faturas a vencer.

8. Elimine bugs operacionais 

Problemas na página de checkout de pagamento são comuns. Por exemplo, temos a possibilidade do cliente inserir dados errados ou desatualizados do cartão e aquela cobrança ficar em aberto, sem ser vista por nenhuma das partes.

Dessa forma, eliminar esses obstáculos operacionais dentro do seu processo de cobrança é outra das estratégias de cobrança que precisam ser colocadas em prática.

9. Ouça o cliente ativamente 

Ouvir os motivos do seu cliente pode estreitar ainda mais os laços e o relacionamento entre as duas partes.

Por isso, não pressione ou exponha o caso dele de forma nenhuma. O melhor que você pode fazer é ouvir e, mais do que isso, praticar a escuta ativa e se colocar no lugar dele.

10. Automatize a sua gestão de cobrança

Se você leu este artigo até aqui e precisa de uma solução que consiga construir uma régua de cobrança eficiente e totalmente automatizada, a Vindi é a plataforma ideal para você.

Além dessa possibilidade e de uma gestão completa do seu faturamento, você tem acesso a outras funcionalidades que deixam as suas estratégias de cobrança mais eficientes:

  • Com o Renova Vindi, os dados atualizados dos seus clientes são inseridos automaticamente. Se ele trocar de cartão, a cobrança é feita mesmo assim e com os dados certos;
  • Na Retentativa Simples, são feitas tentativas dentro da régua de cobrança, caso a primeira não dê certo;
  • E a Transação de Verificação, que te ajuda a confirmar os dados do cartão no ato da contratação.

 

Da mesma forma, você pode cobrar por SMS, por e-mail e até enviar um link de pagamento pelas redes sociais para quitar faturas em aberto.

Portanto, se você gostou das nossas estratégias de cobrança e quer conhecer a nossa plataforma, solicite agora mesmo uma demonstração gratuita clicando no banner abaixo!

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