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Testes A/B – o que são?

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A Teste A/B é um teste de marketing através de variedade de outras amostras de outros testes. Esse teste tem como principal definição testar 2 frentes distintas de aprovações.

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Maçã Vermelha ou Laranja Amarela?

Em outras palavras o teste a/b é basicamente montar 2 formas diferentes de elementos. Sugerindo ao agente, a ação mais adequada. No ecommerce por exemplo é comum criar 2 páginas com conteúdos iguais, só que com elementos singelamente distintos no site. Alguns elementos como pequenos botões, cores e detalhes fazem a diferença para se testar as 2 opções: A e B.

O teste A/B é simples, porém eficaz. Não adianta tentar adivinhar qual é o caminho melhor. Adivinhação na internet é um caminho perigoso. É preciso testar e mensurar. Os resultados podem ser surpreendentes. O post sobre growth hacking da Vindi explica a importância de se ter uma grande visão sobre isso.

Fonte: https://www.optimizely.com/ab-testing

 

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Erros na implantação de ERP: fique atento aos principais!

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erros na implantação de ERP

Você sabe quais são os maiores erros na implantação de ERP dentro das empresas?

A tecnologia chegou para facilitar nossas vidas. A comunicação entre pessoas se tornou mais rápida e simples. O ato de se transportar de um lugar para outro ganhou muito mais comodidade.

Do ponto de vista empresarial, a tecnologia também transformou seus processos internos. Tarefas que precisavam de toneladas de papéis para serem executadas hoje podem ser feitas com modernas ferramentas e com apenas um clique.

Dessa forma, nesse universo, implementar um ERP passou a ser uma alternativa essencial para os negócios prosperarem. Trata-se de uma ferramenta que reduz ainda mais a complexidade das atividades de uma empresa.

De acordo com o relatório IDC Brazil ERP Tracker, entre 2010 e 2014, o mercado de ERP teve um crescimento anual médio de aproximadamente 11%. Esse número demonstra o quanto adotar um ERP passou a fazer parte do cotidiano de gestores em mercados diversos.

Portanto, neste texto você verá como é possível evitar erros na implantação de ERP, com o objetivo de obter sucesso para a sua empresa.

O que é um ERP?

O ERP é um sistema de gestão empresarial que deriva do nome Enterprise Resource Planning ou, ao pé da letra, Planejamento dos Recursos da Empresa.

Para ilustrar o que é um ERP, imagine que você tenha uma empresa com diversos sistemas que gerenciam departamentos e funções diferentes, como, por exemplo, para cuidar da folha de pagamentos, para controlar suas vendas, analisar metas e desempenhos e gerenciar impostos.

Não seria muito melhor contar com um sistema que unifique todos esses processos do que ter softwares isolados para cada uma das demandas? Pois é exatamente esse o objetivo da implementação de um ERP numa empresa.

Além disso, um ERP oferece um único sistema que integra departamentos de uma empresa, facilitando a comunicação interna e reduzindo custos. Com essa ferramenta:

  • O departamento financeiro pode identificar quanto direcionar ao pagamento de funcionários a partir das informações disponibilizadas pelo setor de RH;
  • Já o departamento de RH, por sua vez, pode avaliar o desempenho de um funcionário, junto a outro setor, para discutir um possível aumento;
  • Por último, o departamento de marketing pode traçar uma nova estratégia para divulgar um produto que não esteja girando, baseado nas informações da equipe de vendas.

Quais são os benefícios da implementação de um ERP?

Já citamos neste texto como a implementação de um ERP pode melhorar a comunicação entre os setores e reduzir custos de uma empresa. Mas seus benefícios não param por aí:

  • Planejamento: gestores dos departamentos podem ter maior controle sobre as informações, uma vez que o ERP unifica dados e processos, possibilitando prever cenários e melhorar suas decisões estratégicas;
  • Segurança: um sistema como esse dificulta o extravio de informações essenciais para as empresas, além de possíveis fraudes. Se o ERP estiver na nuvem (Cloud Computing), sua infraestrutura e manutenção ficam a cargo do fornecedor, trazendo ainda mais tranquilidade;
  • Competitividade: implementar um ERP permite reduzir custos e padronizar processos. Isso traz ganhos significativos na gestão de um negócio, além de possibilitar que a empresa invista ainda mais nas pessoas e na melhoria de produtos e serviços, aumentando seu poder competitivo em relação ao mercado.

Quais são os maiores erros na implantação de ERP?

Apesar de ser uma mudança que vai simplificar a gestão de uma empresa, implementar um ERP está longe de ser um processo fácil. Por isso, todos estão suscetíveis a erros.

Por isso, falaremos agora sobre os maiores erros na implantação de ERP para que você sinta mais segurança ao começar:

1. Não planejar com eficiência

Cuidado para não errar ao fazer a estimativa de tempo e recursos necessários para a sua implementação. Realize auditorias internas para entender o impacto dessa mudança nos departamentos.

Além disso, antes de iniciar, monte equipes de avaliação da solução, com os profissionais interessados no seu uso. Planejamento é tudo.

2. Não se preparar para a mudança

Parece bobagem, mas empresas costumam não se preparar para mudanças tão significativas. Portanto, realize treinamentos com as equipes impactadas e garanta que a comunicação interna sobre o assunto está fluindo.

Além disso, faça testes de conhecimento, antes de implementar um ERP.

3. Não entender os recursos-chave

Faça uma lista com todos os principais recursos do sistema. Depois disso, realize análises periódicas para identificar quais deles não estão sendo utilizados ou mal utilizados. Evitar esse erro reduz custos com atualizações, melhorias e treinamento de pessoal.

4. Não definir prioridades

Ninguém consegue ser produtivo com muitas tarefas pela frente. Implementar um ERP pode envolver vários departamentos e ser um processo complexo.

Por isso, é importante definir prioridades para entender quais questões devem ser resolvidas primeiro. Isso reduz custos e tempo de implementação.

5. Não realizar manutenções

Não basta investir para implementar um ERP. A evolução da tecnologia é cada vez mais rápida e realizar manutenções periódicas é extremamente importante para não tornar a ferramenta obsoleta.

Dessa forma, atualizações e ajustes vão melhorar ainda mais seus processos.

6. Não adotar a abordagem certa

Um erro comum é considerar que ele irá executar um negócio fim a fim. É importante entender que o principal objetivo de um sistema de ERP deve se concentrar em otimizar a cadeia de valor e rastrear os custos da empresa. O restante é uma abordagem secundária.

7. Não contar com o suporte

Você não pode se preocupar apenas com o momento em que for implementar um ERP. É preciso cuidar, também, do que acontece depois.

Além disso, quando os funcionários começam a  utilizar efetivamente a ferramenta, muitas dúvidas e problemas podem surgir. Por isso, invista, também, em suporte interno ou realizado por terceiros a fim de solucionar os problemas que ocorrerem após a implementação.

8. Não integrar a um RBM

Ao implementar um ERP, é possível integrá-lo com diversos departamentos e ferramentas. Um erro comum é não fazer o mesmo com um RBM (Relationship Business Management). É esse sistema que administra o relacionamento entre fornecedores de serviço e seus clientes (contratos recorrentes ou assinaturas).

Conheça mais sobre o tema aqui.

cobranca recorrente

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O que é pagamento recorrente? Tudo sobre esse método de pagamento!

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A experiência do cliente nunca teve tanta importância como nos dias de hoje. O modo como as empresas, independentemente do tamanho, se relacionam e atendem os clientes vem mudando muito (faça essa reflexão!). Antes, o consumidor fazia uma compra avulsa de um produto. Nos dias de hoje, é possível notar que o consumidor busca por acesso, não posse. A chamada economia do acesso evidenciou ainda mais o pagamento recorrente. 

O pagamento recorrente vem crescendo cada vez mais no mundo, inclusive no Brasil. Por trazer vantagens para o consumidor e para a empresa, esse modelo de negócio teve grande expansão, indo além dos serviços de academias, escolas e internet, por exemplo.

Neste material, fique saiba o que é pagamento recorrente, como funciona, o que significa pagamento recorrente e muito mais. Acompanhe aqui comigo até o final, beleza? 

O que é pagamento recorrente

Primeiro, vou explicar o que é pagamento recorrente, está bem? Este modelo é usado para serviços de uso contínuo, como o pagamento de mensalidades ou “assinaturas”. E, isso não é algo recente não, viu? 

Lembra quando seus pais ou algum tio assinava jornais ou revistas? Então, eles faziam um pagamento mensal ou semanal, por exemplo, e recebiam em casa com uma certa periodicidade esses materiais. 

A ideia é que, enquanto houver prestação de serviço, o cliente vai continuar pagando conforme a duração do contrato, que pode variar para cada caso. 

Veja mais alguns exemplos do dia a dia 

Se você acha que o pagamento recorrente não facilita a vida dos consumidores, pare e pense aqui comigo sobre os serviços que você usa de forma contínua. Pensou?  

Você, provavelmente, deve assinar algum serviço de streaming, como Netflix e Spotify, certo? Os valores desses serviços caem no seu cartão mensalmente, de forma automática. Isso, faz com que essas faturas não fiquem no esquecimento e interrompam o seu acesso. 

Além desses exemplos mais atuais, vamos pensar nas tradicionais contas de água, luz, telefone, internet, condomínio, etc. Essas contas também são cobranças recorrentes, o que podemos chamar de débito recorrente

Viu só? O pagamento recorrente já faz parte do nosso dia a dia antes mesmo de termos essa consciência, né? 

Como funciona este tipo de pagamento?

Agora, vamos entender como funciona o pagamento recorrente! Em primeiro momento, é importante salientar que o pagamento recorrente acontece em períodos pré-determinados. 

Ou seja, o consumidor sabe a data que vai realizar o pagamento, podendo esse pagamento ser semanal, mensal, trimestral, anual e, até mesmo, diariamente. 

O que caracteriza esse tipo de pagamento é que ele ocorre de forma automática. Além disso, é uma operação que não toma o limite do cartão do cliente, somente o valor de cada mensalidade, até mesmo no momento da aquisição. Isso, difere o pagamento recorrente do parcelamento

Outro exemplo de pagamento recorrente é a academia, como a BlueFit. Nos dias de hoje, não é mais preciso entregar 12 cheques para que fossem descontados a cada mês, em um plano anual, por exemplo. Hoje, o valor cai direto no cartão na data acordada. Muito mais simples, né? 

Qual é a diferença entre pagamento recorrente e cobrança recorrente? 

Agora, você já sabe o que é pagamento recorrente, certo? Mas, sei que você deve estar se perguntando qual é a diferença entre esse modelo de pagamento e a cobrança recorrente, adivinhei?

Do ponto de vista técnico, é a mesma coisa. Quando falamos de pagamento recorrente, estamos nos referindo ao processo de pagamento como um todo. Ou seja, a cobrança através de cartão de crédito, débito ou boleto, o pagamento automático, a segurança nas transações e o controle total dos assinantes. 

Resumindo como funciona esse modelo de pagamento 

Então, para descrever em poucas palavras o que é pagamento recorrente, fiz alguns tópicos. Vamos conferir?

  • Válido para serviços e produtos de uso contínuo;
  • Deve ser feito de forma automática;
  • É caracterizado por periodicidade, planos ou assinaturas;
  • A transação é capturada por um gateway ou sistema de pagamentos (adquirentes e subadquirentes, por exemplo);
  • Diferente do parcelamento, não toma o limite do cartão do cliente;
  • Traz vantagens para a empresa e para o cliente.

Como obter este tipo de pagamento na empresa?  

Independentemente do tamanho na sua empresa e segmento, para ter um pagamento recorrente, é preciso que você venda produtos ou serviços de forma contínua. Ou seja, se o seu negócio possui um modelo de venda recorrente, você pode usar um sistema que faça todo esse processo. Por isso, vou listar aqui algumas opções, mas saiba que são várias! 

  • Educação: cursos livres, escolas de ensino médio e fundamental, cursos EAD, graduação, pós-graduação, cursos de idiomas, etc.
  • Academias: academias tradicionais, estúdios de pilates, academias de crossfit, personal trainer, etc.
  • Beleza: clínica de estética, salões de beleza, espaço de depilação, designer de sobrancelha, etc.
  • SaaS: válidos para diferentes negócios que vendem serviços online. 

Muitas empresas têm um processo manual para realizar cobranças, gerenciar clientes e analisar o faturamento. Além de muito tempo gasto, esses processos podem conter erros, o que vai fazer com que os funcionários gastem mais tempo ainda fazendo os ajustes. 

Por isso, com o pagamento recorrente, você busca por uma plataforma tecnológica que possa fazer essas tarefas de forma ágil e descomplicada. 

Quais são os benefícios do pagamento recorrente para a empresa? 

Como já entendemos o que é o pagamento recorrente, vamos verificar as vantagens. Os benefícios para a empresa são variados, desde organização financeira até automatização de processos. Afinal, tempo é dinheiro, né? Veja algumas vantagens para as empresas:

  • Cobranças automatizadas;
  • Redução da inadimplência;
  • Mais previsibilidade do faturamento;
  • Receita recorrente;
  • Mais tempo para focar em outras tarefas. 

Benefícios da cobrança recorrente para o cliente 

Os clientes também têm vantagens quando o assunto é pagamento recorrente. Por isso, confira alguns:

  • Não esquece de realizar o pagamento por ser algo automático;
  • Não ocupa o limite do cartão de crédito;
  • Maior escolha de como deseja realizar o pagamento. 

Qual plataforma é ideal para esse modelo de pagamentos? 

A Vindi é uma plataforma completa para realizar pagamentos online. Ela proporciona total liberdade para que a empresa escolha como deseja cobrar dos seus clientes. Além disso, é possível automatizar diversos processos, ter uma régua de comunicação, enviar notificações, fazer gestão de clientes e muito mais. 

Torne a sua empresa em um modelo recorrente e tenha diversos benefícios. Clique aqui e conheça a plataforma Vindi.

 

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O que é subadquirente? Tudo sobre subadquirência!

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Online Payment

Se você tem uma empresa ou uma loja virtual, ou ao menos, buscou por informações de pagamentos para abrir um negócio, com certeza você já deve ter ouvido falar em subadquirente.

Esse termo, acompanhado dos nomes “adquirente” e “gateway de pagamento”, por exemplo, é muito usado quando o assunto é transação financeira. Por trás de uma compra, muitas coisas acontecem até que ela seja aprovada e, é preciso compreender com detalhes como isso funciona. 

Pensando nisso, vamos explicar com detalhes o que é subadquirente, pois ela pode ser a solução para quem não tem acesso direto às credenciadoras (adquirentes) para capturar e processar transações. Vamos lá!

O que é subadquirente?

Subadquirentes são intermediadoras de pagamentos e focam o atendimento à lojas de menor porte e aos negócios online. Elas são habilitadas por credenciadoras (Cielo, RedeCard, GetNet, Elavon, Stone etc) para realizar transações com cartões em nome dos estabelecimentos, ou seja, são intermediários. 

Dessa forma, os comerciantes podem oferecer cartões como meio de pagamento. Mesmo assim, muita gente ainda confunde gateway com subadquirentes.

As subadquirentes fazem uma conexão com as adquirentes, entregando para os lojistas uma solução completa com serviços de antifraude. 

Além da sua integração ser simples, pois é possível que a loja aceite pagamentos online com apenas uma integração, seu custo de implementação é acessível e não tem muita burocracia.

As subadquirentes e adquirentes funcionam por meio de sistemas específicos que fazem integração com os bancos e as bandeiras. 

As adquirentes, também chamadas de credenciadoras, são responsáveis pelo processamento das transações de cartão de crédito e débito. Elas fazem a comunicação entre a loja e o banco para checar dados e validar compras. Alguns exemplos são: Cielo, RedeCard, GetNet e Stone. 

Como funciona uma subadquirente?

Agora que você já sabe o que é subadquirente, entenda como funciona a transmissão dos dados da transação até à adquirente para que o pagamento seja efetuado com sucesso. Em resumo, veja como funciona uma subadquirente:

O cliente realiza a compra em uma loja;
O lojista faz a cobrança através da sua subadquirente;
A subadquirente “avisa” a adquirente que, em seguida, verifica com o banco as informações necessárias para concluir a compra.

Uma das vantagens da subadquirente é que, em algumas opções disponíveis no mercado, o cliente, no momento de realizar o pagamento, não é levado para uma página fora do site. Fazer com que o cliente preencha os dados pessoais e do cartão em uma nova página, pode deixa-lo inseguro. Isso, pode fazer com que ele desista da compra por estar em um site diferente do que ele estava navegando. 

As subadquirentes podem oferecer que o processo de pagamento seja feito na própria loja do site, o chamado checkout transparente. Confira um post completo para você entender com detalhes o que é e como funciona o checkout transparente.

Qual a diferença entre Gateway e Subadquirente?

Muitas vezes, os gateways são confundidos com os intermediadores de pagamentos (subadquirentes), mas são sistemas totalmente diferentes. O papel do gateway é processar o pagamento na hora do checkout.

Os gateways surgiram para reduzir o tempo e os custos do desenvolvimento e de operação das transações financeiras. Essas plataformas interligam diretamente com as adquirentes através de um conjunto de APIs, possibilitando a comunicação da loja virtual com o gateway.

Como funciona o gateway de pagamento

Os gateways de pagamento funcionam como terminais de cartão de crédito, já que colhem e codificam dados inseridos pelo cliente para depois enviar as informações para a credenciadora. 

Em resumo, eles são responsáveis por conectar o e-commerce aos meios de pagamento. Fazendo uma analogia, eles podem ser considerados a “maquininha” de cartão das lojas físicas. O gateway de pagamento funciona da seguinte forma:

O cliente coloca os dados do cartão na plataforma online;
O gateway de pagamento recebe esses dados e transmite para a adquirente;
A adquirente se comunica com a bandeira;
A bandeira “conversa” com os bancos emissores para analisar o saldo e se há limite disponível para realizar a compra. 

A vantagem dos gateways é a permissão para pagamentos de cartões internacionais ou de fora do Brasil e transparência total. Nesse caso, o usuário não é redimensionado para outra janela quando compra na loja virtual.

Quais as vantagens de uma subadquirente?

O que é subadquirente? Uma facilitadora! O serviço em background tem o mesmo princípio do que o gateway. Porém, desonera o lojista da gestão de risco e complexidade. Entretanto, o custo desse sistema é alto. 

Sistemas antifraude, conciliação bancária e integração com diversas adquirentes são alguns exemplos dos benefícios que uma subadquirente traz.

A maior vantagem de uma subadquirente é que na maioria delas, oferece garantia contra fraudes. Se você é lojista, certamente já teve problemas com chargeback e outros tipos de fraude, que assombram qualquer dono de e-commerce. 

Para acabar com os prejuízos provocados por essas fraudes, que afetam intensamente pequenos varejistas que não têm sistemas antifraude, as subadquirentes garantem o pagamento de qualquer pedido, caso ocorra uma fraude. 

No caso dos antifraudes integrados com gateways, o valor perdido é arcado pelo próprio lojista. Ou seja, além de oferecer pagamento parcelado e em diversas bandeiras para seus clientes, você estará garantido a segurança e saúde do seu negócio. Porém, o índice de aprovação de uma subadquirente é extremamente menor que um gateway.

Como escolher uma subadquirente?

É preciso saber que a maioria das subadquirentes cobra taxas sobre o valor faturado, que giram em torno de 6% a 7%, mudando os valores para débito e boleto. 

As principais subadquirentes são: 

  • Moip; 
  • Pagseguro; 
  • Bicash;
  • Mercado pago;
  • F2B;
  • PayPal;
  • Payu;
  • Akatus. 

O PagSeguro é líder no mercado brasileiro e fornece soluções de pagamentos para o comércio eletrônico e também para estabelecimentos comerciais físicos.

Para escolher uma subadquirente, é importante que você se atente a alguns pontos, como as melhores taxas para o seu negócio, agilidade de implementação, facilidade de integração e sistema antifraude para segurança nas transações. 

E agora, qual escolher: gateway ou subadquirente?

Cada modelo tem suas características, que devem ser analisadas de acordo com suas necessidades e modelo de negócio

A Vindi, plataforma de pagamentos online, possui um gateway integrado à todas adquirentes do Brasil. Além disso, garante maior segurança nas transações com a certificação PCI Compliance. Entre em contato com a equipe para saber mais funcionalidades da solução. É só você clicar aqui.

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