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Sistema para academia

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sistema para academias

Gerenciar uma academia pode ser uma tarefa árdua. Controlar alunos, cobranças, são muitas  informações. Mas, os softwares de gestão de academia (ou sistema para academia) existem exatamente para facilitar esse trabalho.

Atualmente são inúmeros sistemas para academia que auxiliam um gestor a coordenar sua academia, desde os mais simples até os mais completos, o que precisa ser avaliado de acordo com a necessidade de cada academia. Antes caros e exclusivos, agora os sistemas para academias estão acessíveis a qualquer tipo de negócio fitness: estúdios, crossfit, academias e até personal trainers.

Não dá mais para negligenciar a gestão, principalmente num negócio que sofre grande concorrência e mudanças tecnológicas.

Sistema para Academia – uma lista para gestores.

Muitas vezes o gestor acaba pecando por não investir em um bom software de gestão. Separamos nesse post, algumas das soluções mais populares do mercado fitness, para você escolher e contratar. Nossa sugestão é fugir de sistemas comprados em formatos de CDs e softwares com propostas baixas, do ponto de vista de produto. Confira a lista de software para academias:

Pacto.vc

A Pacto foi fundada em 1994 em Goiânia/GO e desenvolve sistemas para academias, boxes CrossFit, clubes e hotelaria. O software de gestão de academia da Pacto é um dos produtos mais vendidos do país. Possui um módulo de débito recorrente (DCC) integrado à solução para academias.

iFitness – Inspell

O iFitness é um Software de Controle de Acesso e Financeiro para Academias que possui todas as ferramentas para simplificar e facilitar a gestão, possibilitando também a organização das atividades administrativas. É um sistema de academias simples de usar e de contratar. Vale ficar de olho!

TecnoFit

O TecnoFit é um sistema para academias moderno. Totalmente na nuvem e com uma usabilidade pensada no gestor de academias. O TecnoFit surpreende pelas funcionalidades e facilidade no uso. Além do app mobile para analisar os dados em tempo real, controle de acesso, finanças, avaliação física e diversas funcionalidades ajudam no dia a dia da academia.

Data Fitness

Fundada no Rio Grande do Sul pela empresa Logon Sistemas, o Data Fitness é um sistema para academias que também possui o débito recorrente dentro da gestão. O software foi lançado há alguns anos e já atende mais de 1200 academias no país.

Cloud Gym

Criado por ex-engenheiros da Oracle, o Cloud Gym é um software de gestão de academias ágil e com fácil navegação. Na nuvem, o software possui bom preço também. Um dos diferenciais da aplicação é a possibilidade de oferecer para alunos e gestores o reconhecimento facial. O Cloud Gym é uma das boas surpresas do segmento fitness.

CAD 4

O CAD 4 é um software de gestão de academia que possui inúmeros benefícios: controle de cheques, contratos, exames, restrições, vendas de produtos, serviços e muitos outros recursos. Com ele é possível manter um relacionamento com seu aluno, disponibilizar convênios, planos de horários, venda de produtos, mala direta de postagens, controle de estoque, controle de usuários com senhas, layout renovado, cadastro de visitantes, entre vários outros benefícios.

Sistema SCA

O sistema de academia SCA também é um dos mais utilizados no Brasil. Ele oferece um sistema que gera cobranças, bloqueia os inadimplentes, além de possuir cadastro de alunos com informações importantes como: frequência, pagamentos, matrícula entre outros dados pertinentes. Outro benefício é que o sistema emite recibo e gera relatórios administrativos com a logomarca da academia, garantindo confiabilidade aos alunos.

O sistema oferece ainda a possibilidade de liberação de acesso através de cadastro da digital do aluno, garantindo a segurança e entrada de alunos regularmente matriculados (com o pagamento em dia) e também bloqueia o acesso (travando a catraca) de quem está inadimplente.

Office Academia

Assim como os demais softwares de gestão de academia, o Office Academia oferece controle de alunos e matrículas, planos de pagamentos, horários e controle de catracas, além de convênios, controle de presenças (frequência, reposição, faltas etc.), controle financeiro (incluindo contas a receber, fluxo de caixa, controle bancário, entradas e saídas de forma geral) e ponto eletrônico.

Easy Manager (Byteway)

No mercado desde 1997, o Easy Manager da Byteway além de atuar em academias, também possui uma extensão para escolas. O sistema para academia Easy Manager tem um grande apelo financeiro.

Actuar

A Actuar é uma empresa que existe desde 2000. O software para academias da empresa é um dos mais modernos no Brasil. Com aplicativos de treino e conexão com catracas. Em 2007 o Actuar foi redesenhado trazendo melhorias aos gestores.

Acad Manager

Criado para fazer a gestão de academias e estúdios, o Acad Manager é um produto da 4TechSistemas. O sistema atua forte na gestão de academias no Rio de Janeiro.

Fitware

A empresa Fitware existe desde 1994. Além do software de gestão para academias a empresa também possui um produto para o varejo (lojas). O software cobra em média R$1,00 por aluno na solução.

PoliSystem

Com 8 escritórios pelo Brasil, a Polisystem é um dos mais famosos sistemas de gestão de academia do Brasil. É um dos novos softwares do segmento. A sede fica em Salvador. A empresa está prestes a lançar sua versão Web.

Microuniversity

A MicroUniversity é uma empresa desenvolvedora de softwares do Rio de Janeiro. Desde 2005 desenvolve soluções para gestão financeira, escolar e software de gestão de academias (o Micro Fitness).

Queslo

O sistema da Queslo tem integração com catracas, possui débito recorrente integrado, controle de despesas, avaliação de treinos e tudo que um software de academias precisa ter.

Go!Fit

Com o Go!Fit é possível organizar: financeiro, treinamentos, avaliação física, agenda, vendas, estoque entre outros. É do grupo Tribes, que tem também o EVO como software de gestão.

W12 EVO

O W12 EVO possibilita o monitoramento de toda movimentação interna da academia, leitor biométrico, aplicativo para smartphones, relatórios e muito mais. Esse software de gestão de academia também possui muitos benefícios para a administração.

iFitness

Tradicional no mercado, o iFitness atende academias de grande porte. O ponto alto da solução é a parte financeira e conexão com catracas modernas. O Fitsys atua em centenas de academias. É um dos pioneiros em gestão de academias no Brasil. Possui uma das melhores gestões de catracas do mercado.

Sivis

A Sivis é uma solução com mais de 15 anos de mercado. Fundada em Volta Redonda (RJ), a Sivis possui um sistema para academias, mas também atende shoppings, escritórios e o varejo no geral, especialmente com o software e a gestão de catracas.

MobiTrainer

O Mobitrainer é um aplicativo / sistema de gestão para academias focado na interação com os alunos. Usado por treinadores, gestores e estúdios, o app permite a gestão de treinos, comunicação com alunos e relatórios simples para a tomada de decisão dos gestores.

O que é importante para decidir sobre um sistema para academias? Dicas finais.

  • Controle na nuvem;
  • Suporte;
  • Integração com CRM e ERP;
  • Controle de inadimplência;
  • Cobrança recorrente com diversas operadoras;
  • Integrações com outros sistemas.

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ERP na nuvem, aprenda a calcular o valor

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erp nuvem

Uma das premissas antes de escolher um software ou sistema é avaliar o retorno sobre o investimento, ou ROI de um RBM. Ele indica se fazer a mudança será, de fato, uma boa decisão. Para calcular o ROI, é preciso entender os benefícios que o sistema vai oferecer e tentar atribuir um valor a ele. Depois, você deve subtrair desse valor o investimento a ser feito para adquirir e implementar o sistema.

No caso de um sistema de RBM (Relationship Bussiness Management) na nuvem, algumas premissas devem ser levadas em conta na hora de fazer a contas e descobrir o que vale mais a pena para sua empresa. Um sistema de cobrança recorrente pode implementado, basicamente de três maneiras: via desenvolvimento interno, no modelo tradicional, via compra de licença perpétua e instalação on premises(internamente na empresa) ou contratado como serviço, na nuvem. Vamos analisar cada uma das possibilidades.

ERP na nuvem e o ROI

No caso do desenvolvimento interno, é preciso estabelecer uma equipe de desenvolvimento e alocar tempo de diversas pessoas, cujo foco deveria ser o core business. Além do tempo envolvido, há impostos em cadeia para manter a equipe ativa. O sistema também deverá ser atualizado sempre que houver novidades na legislação ou quando a área financeira pedir novas funções. Uma vez o software pronto, haverá ainda custos com a compra de licenças de sistemas operacionais e softwares de banco de dados, infraestrutura (incluindo servidores, backups, segurança e monitoração), e manutenção para que tudo funcione corretamente. E, por fim, existe o risco de perder o programador principal que criou o sistema e, com isso, todo o conhecimento sobre o software.

Quando se fala em software no modelo tradicional, é importante levar em conta que, além dos custos semelhantes com o software desenvolvido, tais como hospedagem, manutenção e operação, há o custo alto inicial da licença do software que é cobrado no início do contrato. Depois da aquisição da licença, há os custos de manutenção mensal, que chegam a 34% do valor da licença, por ano. Além disso, se o serviço não atender as expectativas da companhia ou se em algum momento deixar de ser útil, o investimento maior já terá sido feito.

Já o software na nuvem tem características diferentes dos dois modelos acima. Primeiro, não existem os perigosos custos escondidos: o cliente paga conforme o uso. Não há um desembolso inicial para implementação, nem custos de mão de obra e hardware. Se a empresa cresce, o investimento aumenta junto. A plataforma está em constante evolução e o cliente não paga a mais por essas atualizações. Além disso, existe o fato de que, se o cliente ficar insatisfeito, ele pode cancelar o contrato, seguindo as condições acertadas, mas sem perder um grande investimento em licenças, por exemplo.

Capex X Opex

Outro fator relevante na escolha do software é a forma de aquisição ou contratação: Capex (Capital Expenditure) ou Opex (Operational Expenditure). Nos casos em que a empresa escolhe o modelo Capex, ela tem uma despesa de capital com os itens, o que torna o software um ativo da companhia, passível de depreciação contábil. Quando se fala em Opex, as empresas incluem este gasto como despesa operacional, que afeta diretamente o resultado (rentabilidade), mas que geralmente é mais fácil de aprovação orçamentária.

capex

Afinal, como medir o ROI de um RBM?

Conhecendo as diversas possibilidades de resolver a questão da automação do controle, faturamento e cobrança de contratos recorrentes e as formas de contratação, é hora de fazer as contas.

Para calcular o ROI de um RBM, leve em conta os principais custos envolvidos no processo ATUAL para comparar com o NOVO SISTEMA:

1) Quantidade de horas trabalhadas pela sua equipe para preparar contratos e propostas comerciais, tê-los assinados e depois, inseridos na rotina do financeiro para início das cobranças;

2) Quantidade de horas trabalhadas para o processo de cobrança e faturamento atual funcionar, por cada tipo de profissional, seja financeiro ou de tecnologia, para os casos onde o desenvolvimento do sistema é interno;

3) Impostos, tributos, benefícios e custos diretos e indiretos – como o equivalente ao aluguel, condomínio, conta de luz, material de escritório – de cada profissional envolvido.

4) Tente “precificar” os problemas enfrentados atualmente como erros no faturamento, esquecimento de efetuar determinada cobrança, conciliação contábil, ou de renovar e reajustar contratos;

5) Verifique o quanto de serviços não foram interrompidos nos últimos 12 meses por contratos inadimplentes, não renovados ou cancelados, ou seja, que ficaram ativos, mesmo quando o cliente não pagava mais por ele;

6) Avalie o tempo médio de recebimento, ou a taxa de inadimplência e insira o custo do dinheiro não recebido nesta conta;

Ainda, há outros fatores que influenciam na aquisição de um RBM profissional na nuvem:

Do ponto de vista da governança

O ROI de um RBM deve levar em conta se o software permite rastrear, com facilidade, operações fiscais, financeiras e contábeis (faturamento e cobrança), além, é claro, de contabilizar receitas de forma adequada.

Do ponto de vista de análise de performance

Ter todas as informações estruturadas facilita a geração de indicadores de performance (KPIs) que mostram como está a companhia: evolução do faturamento mensal (MRR / ARR), taxa de cancelamento e retenção de clientes (Churn), estoque de contratos (TCV), valor anual dos contratos (ACV) e o quanto vale cada cliente da base (LTV). Dessa forma é possível analisar a empresa e ajustar a operação antes que seja tarde demais.

Com os valores ocultos e visíveis em mãos, faça o cálculo para avaliar o que é mais vantajoso para sua empresa.

O diferencial da Vindi

A solução de cobrança recorrente na nuvem da Vindi cobre todo o processo desde a preparação de propostas comerciais e contratos, captura de um novo cliente (seja ele proveniente da web, call center ou sistema próprio), faturamento e cobrança em todos os meios de pagamento, e pode ser integrado ao seu ERP.

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O ERP tradicional não está preparado para o modelo de assinaturas

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erp tradicional assinaturas

Sua empresa vende assinaturas? Precisamos falar sobre o seu ERP tradicional.

É importante começar deixando uma coisa clara: um bom sistema de gestão empresarial é indispensável. Empresas de todos os tamanhos e segmentos precisam do Enterprise Resource Planning (ERP) para centralizar informações estratégicas, integrar áreas, gerenciar recursos e principalmente avaliar a saúde financeira. A grande maioria da empresas está “casada” com seu ERP e provavelmente não consegue mais viver sem ele.

Ainda assim, até nos melhores casamentos de vez em quando haverá algum desentendimento. Todas as empresas possuem alguma razão para reclamar. Seja sobre a complexidade da implantação, o alto custo de customização e o uso inadequado do sistema.

Para empresas de recorrência, que vendem através de mensalidades, a situação é muito mais crítica. Além de todos os problemas mais comuns, mesmo os melhores ERPs do mercado falham na hora de gerenciar as atividades mais básicas de um negócio de assinaturas. A razão para isso é que os ERPs foram desenvolvidos para se comercializar produtos e serviços de maneira pontual.

O melhor exemplo neste caso é o pacote Office. Ha alguns anos ele era vendido como um produto físico, um CD contendo o aplicativo com uma licença para toda a vida. A transação acontecia entre a empresa e o cliente acontecia apenas uma vez.

O ERP tradicional sofreu com a mudança para a economia da recorrência

A versão mais recente versão do Office, não é comprada como um produto na caixa, mas uma subscrição mensal, ou anual, que permite a uma pessoa baixar e usar os vários aplicativos do Office em seus dispositivos. Quando sua assinatura expirar, o acesso é perdido até que se pague novamente.

Este não é um caso isolado, centenas de empresas estão se movendo nesta direção, sejam de filmes até softwares. O fenômeno é tão presente que está sendo chamado de subscription economy (economia da recorrência), ou em bom português: economia da recorrência.

O estudo Economist Intelligence Unit, publicado pela Gartner, afirma que 35% das 2000 maiores empresas globais vão gerar receitas através de algum serviço ou produto oferecido através de assinatura.

A principal razão para esta mudança está no comportamento do próprio consumidor. Segundo o mesmo estudo 4 em cada 5 empresas afirmam que seus clientes estão procurando um novo modo de consumir seus produtos e 72% afirma que a preferência de seus clientes está migrando para um modelo de assinaturas.

Para estas empresas o ERP deixa mais a desejar. Um ERP tradicional não consegue gerenciar contratos recorrentes. Ele não consegue distinguir entre receita recorrente mensal e uma compra unitária. Possuem apenas um módulo que “cria“ novos pedidos de venda mensalmente. Mas o processo no ERP tradicional é tratado como qualquer outro pedido pontual.

O novo modelo de recorrência é um problema para os ERPs uma vez que:

Ele não entende receita recorrente, então não consegue calcular a receita mensal recorrente (MRR) ou a receita anual recorrente (ARR) de uma empresa;
Ele não entende mudanças de preço e entrega, por isso não consegue quantificar upsells, downsells ou add-ons;
Ele não consegue avaliar quantos clientes uma empresa possui, ou qual a sua taxa de cancelamento (churn rate).

O resultado final destas pequenas falhas é que um sistema de ERP não consegue oferecer uma visão clara de um negócio de assinaturas. Ele falha em responder a questão mais importante. Como minha empresa está indo financeiramente?

Um ERP tradicional também não consegue:

  • Permitir cobranças recorrentes com condições flexíveis, estabelecidas pela empresa;
  • Ativação, suspensão e cancelamento de serviços com base em regras de pagamento e de vigência, como trial e renovações;
  • Cobrar com base no uso mensal dos serviços, gerando, inclusive, extratos de utilização;
  • Reduzir a inadimplência por meio de régua de comunicação configurável com envio de diversos modelos de e-mail de cobrança, alertas de boleto “não lido” ou, ainda, lembretes de pagamento antes do vencimento;
  • Portal self-service para que o cliente acesse suas faturas históricas, gere segunda via do boleto, troque o meio de pagamento preferido, entre outros.

RBM, uma solução complementar

Mas há um caminho simples e eficiente para reinventar o ERP tradicional: integrá-lo a um sistema de relationship business management (rbm), que é a categoria de sistemas que gerencia contratos de serviços recorrentes, assinaturas e o principal, o Billing, que é a capacidade de entender que o preço de determinado serviço varia de acordo com seu uso ou consumo, e que no fim do mês, após informar qual foi o consumo de tal serviço, o sistema calcule a fatura e gere um extrato detalhado demonstrando o tudo o que foi considerado no cálculo da cobrança.

Ter flexibilidade e agilidade na relação com os clientes traz resultados extraordinários para o negócio. Mas, na mesma medida, demanda um sistema de cobrança cada vez mais complexo e customizado.

Para atender às demandas e vontades do consumidor, é preciso reunir todas as informações de cobrança em um mesmo sistema, incluindo alterações, descontos ou cobranças extras. Um sistema intuitivo e fácil precisa reunir todas essas informações em uma única cobrança.

Durante todos estes anos sua empresa fez diversos investimentos. No entanto, a mudança para serviços de assinatura apresenta um desafio. Flexibilidade em ofertas, preços e agregação pode ser ótimo para as vendas e front office, mas cria alguns desafios incríveis para o back office. Portanto quando estiver escolhendo o sistema para gerenciar contratos de recorrência. Pode ser o diferencial que faltava para o crescimento rápido e a manutenção da sua base de assinantes.

Conheça mais sobre o tema, aqui.

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Serviços de streaming já são maiores que TV a cabo

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streaming tv a cabo assinaturas

Olha que interessante.

A Motion Picture Association of America (MPAA), publicou que o mercado mundial de streaming, abrangendo cinema e home vídeo, chegou ao número record de receita: U$97 bilhões de receita em 2018. Já é maior que o mercado de TV a Cabo.

Para se ter uma ideia, no mundo, existem 613 milhões de assinaturas ativas. Já os planos de TV à cabo estão entre 550 milhões. Marco histórico para o mercado de assinaturas.

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