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SaaS, recorrência e receita previsível em vídeo da Alura

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Guerra das assinaturas à vista! Disney, Netflix e Amazon vão travar uma batalha.

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Não é de hoje que Netflix e Amazon (com o Prime) brigam pela maior fatia de produtos recorrentes dentro de seus ecossistemas. Mas, segundo reportagens de CB Insights e outros veículos, a guerra da cobrança recorrente será travada numa tríade: Netflix, Amazon e…Disney.

A guerra das assinaturas

A “subscription war” é iminente. Com a Disney comprando todas produtoras e marcas famosas, ela tem um canhão para trazer muita receita recorrente para dentro do grupo. A Marvel, Star Wars e o universo Pixar (todas adquiridas pela Disney) podem ser grandes catapultas para o serviço de assinaturas que a empresa vem planejando distribuir no mundo.

Com mais de 100 milhões de assinantes no mundo, Netflix pode ter um gigante de peso à vista. Primeiro, porque a Disney tem um universo próprio de títulos, séries e marcas. Segundo, que pode dificultar (e muito) a distribuição de produtos Disney dentro de Netflix e Amazon.

A briga entre Amazon, Netflix e Disney ainda pode ter um ambiente ainda mais hostil, com Youtube e Spotify apostando em formatos de streaming e vídeos por assinatura. O nome do serviço da Disney? Disney Life.

Vem bastante coisa pela frente.

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Todas empresas procuram a tão desejada receita recorrente!

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Ter uma receita recorrente dentro de casa é o sonho de todos empreendedores e empresas. Ter uma receita garantida (ou previsível) é a busca de 10 em cada 10 empresas. Mas como as empresas que encontram esse modelo, conseguem viabilizar isso?

A receita recorrente nada mais é do que vender e faturar através de planos, mensalidades, assinaturas e compras recorrentes. Mais quais os principais desafios para se montar um negócio desses, de forma simples?

Faturamento previsível e receita recorrente

Diante de tanta concorrência, momentos econômicos instáveis e mudança de perfil dos consumidores, a grande busca das empresas é continuar sobrevivendo num ambiente de alta competitividade. Mercados como o dos americanos, chineses e alguns europeus (mais maduros que o nosso) também lutam para encontrar esse estágio, porém em complexidades menores, em termos de infraestrutura e capital.

Os principais desafios encontrados por empresas em construir uma receita recorrente são:

  • Produto/serviço não aderente (não tem características de serem de consumo recorrente);
  • Logística (o Brasil tem grande gargalo para negócios recorrentes de produto);
  • Economia (momentos instáveis impactam no poder de consumo da população);
  • Modelo de aquisição de cliente frágil (tem que ser escalável);
  • Capital (ou falta dele).

Conhecemos muito desafios, mas esses são sem dúvida, os principais para ter um negócio altamente escalável e de receita recorrente sustentável. No Brasil, com ambientes de concentração, oligopólios e desafios como esses, alguns players conseguem liderar mercados usando a receita recorrente para sobreviver melhor crises financeiras, planos econômicos e problemas de gestão.

Ter uma receita recorrente é sonho para alguns, mas realidade para muitos outros. Exemplos de empresas que faturam e consegue criar uma estratégia de sustentabilidade do faturamento com cobrança recorrente:

  • Totvs;
  • Movile;
  • Apple;
  • Google;
  • Amazon:
  • Bluefit:
  • Empiricus;
  • Playkids;
  • TagLivros;
  • Sem Parar;
  • Resultados Digitais;
  • Neoway
  • Entre outros grandes cases.

Vale conhecer e estudar os modelos existentes em diversos segmentos no país.

Quer aprender a ter uma receita recorrente? Participe do evento “Recorrência“.

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ERP na nuvem, aprenda a calcular o valor

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Uma das premissas antes de escolher um software ou sistema é avaliar o retorno sobre o investimento, ou ROI de um RBM. Ele indica se fazer a mudança será, de fato, uma boa decisão. Para calcular o ROI, é preciso entender os benefícios que o sistema vai oferecer e tentar atribuir um valor a ele. Depois, você deve subtrair desse valor o investimento a ser feito para adquirir e implementar o sistema.

No caso de um sistema de RBM (Relationship Bussiness Management) na nuvem, algumas premissas devem ser levadas em conta na hora de fazer a contas e descobrir o que vale mais a pena para sua empresa. Um sistema de cobrança recorrente pode implementado, basicamente de três maneiras: via desenvolvimento interno, no modelo tradicional, via compra de licença perpétua e instalação on premises(internamente na empresa) ou contratado como serviço, na nuvem. Vamos analisar cada uma das possibilidades.

ERP na nuvem e o ROI

No caso do desenvolvimento interno, é preciso estabelecer uma equipe de desenvolvimento e alocar tempo de diversas pessoas, cujo foco deveria ser o core business. Além do tempo envolvido, há impostos em cadeia para manter a equipe ativa. O sistema também deverá ser atualizado sempre que houver novidades na legislação ou quando a área financeira pedir novas funções. Uma vez o software pronto, haverá ainda custos com a compra de licenças de sistemas operacionais e softwares de banco de dados, infraestrutura (incluindo servidores, backups, segurança e monitoração), e manutenção para que tudo funcione corretamente. E, por fim, existe o risco de perder o programador principal que criou o sistema e, com isso, todo o conhecimento sobre o software.

Quando se fala em software no modelo tradicional, é importante levar em conta que, além dos custos semelhantes com o software desenvolvido, tais como hospedagem, manutenção e operação, há o custo alto inicial da licença do software que é cobrado no início do contrato. Depois da aquisição da licença, há os custos de manutenção mensal, que chegam a 34% do valor da licença, por ano. Além disso, se o serviço não atender as expectativas da companhia ou se em algum momento deixar de ser útil, o investimento maior já terá sido feito.

Já o software na nuvem tem características diferentes dos dois modelos acima. Primeiro, não existem os perigosos custos escondidos: o cliente paga conforme o uso. Não há um desembolso inicial para implementação, nem custos de mão de obra e hardware. Se a empresa cresce, o investimento aumenta junto. A plataforma está em constante evolução e o cliente não paga a mais por essas atualizações. Além disso, existe o fato de que, se o cliente ficar insatisfeito, ele pode cancelar o contrato, seguindo as condições acertadas, mas sem perder um grande investimento em licenças, por exemplo.

Capex X Opex

Outro fator relevante na escolha do software é a forma de aquisição ou contratação: Capex (Capital Expenditure) ou Opex (Operational Expenditure). Nos casos em que a empresa escolhe o modelo Capex, ela tem uma despesa de capital com os itens, o que torna o software um ativo da companhia, passível de depreciação contábil. Quando se fala em Opex, as empresas incluem este gasto como despesa operacional, que afeta diretamente o resultado (rentabilidade), mas que geralmente é mais fácil de aprovação orçamentária.

capex

Afinal, como medir o ROI de um RBM?

Conhecendo as diversas possibilidades de resolver a questão da automação do controle, faturamento e cobrança de contratos recorrentes e as formas de contratação, é hora de fazer as contas.

Para calcular o ROI de um RBM, leve em conta os principais custos envolvidos no processo ATUAL para comparar com o NOVO SISTEMA:

1) Quantidade de horas trabalhadas pela sua equipe para preparar contratos e propostas comerciais, tê-los assinados e depois, inseridos na rotina do financeiro para início das cobranças;

2) Quantidade de horas trabalhadas para o processo de cobrança e faturamento atual funcionar, por cada tipo de profissional, seja financeiro ou de tecnologia, para os casos onde o desenvolvimento do sistema é interno;

3) Impostos, tributos, benefícios e custos diretos e indiretos – como o equivalente ao aluguel, condomínio, conta de luz, material de escritório – de cada profissional envolvido.

4) Tente “precificar” os problemas enfrentados atualmente como erros no faturamento, esquecimento de efetuar determinada cobrança, conciliação contábil, ou de renovar e reajustar contratos;

5) Verifique o quanto de serviços não foram interrompidos nos últimos 12 meses por contratos inadimplentes, não renovados ou cancelados, ou seja, que ficaram ativos, mesmo quando o cliente não pagava mais por ele;

6) Avalie o tempo médio de recebimento, ou a taxa de inadimplência e insira o custo do dinheiro não recebido nesta conta;

Ainda, há outros fatores que influenciam na aquisição de um RBM profissional na nuvem:

Do ponto de vista da governança

O ROI de um RBM deve levar em conta se o software permite rastrear, com facilidade, operações fiscais, financeiras e contábeis (faturamento e cobrança), além, é claro, de contabilizar receitas de forma adequada.

Do ponto de vista de análise de performance

Ter todas as informações estruturadas facilita a geração de indicadores de performance (KPIs) que mostram como está a companhia: evolução do faturamento mensal (MRR / ARR), taxa de cancelamento e retenção de clientes (Churn), estoque de contratos (TCV), valor anual dos contratos (ACV) e o quanto vale cada cliente da base (LTV). Dessa forma é possível analisar a empresa e ajustar a operação antes que seja tarde demais.

Com os valores ocultos e visíveis em mãos, faça o cálculo para avaliar o que é mais vantajoso para sua empresa.

O diferencial da Vindi

A solução de cobrança recorrente na nuvem da Vindi cobre todo o processo desde a preparação de propostas comerciais e contratos, captura de um novo cliente (seja ele proveniente da web, call center ou sistema próprio), faturamento e cobrança em todos os meios de pagamento, e pode ser integrado ao seu ERP.

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