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Pagamento Recorrente via API – Integração

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pagamento recorrente via api

Esse post tem como objetivo relacionar ferramentas disponíveis e para se integrar um pagamento recorrente via API ou uma cobrança recorrente (mensal, trimestral ou anual).

O Pagamento Recorrente, que é um assunto popular entre os desenvolvedores hoje em dia, vem sendo investigado mais a fundo pelos webdesigners e programadores nesse momento atual do ecommerce. Que momento é esse? É exatamente aquele que as lojas estão se preocupando em vender mais e além disso, em vender recorrentemente. Vender mais todo mundo quer, mas vender frequentemente mais, é o segredo.

Por isso quando falamos em lojas que cobram mensalmente dos seus clientes, não imaginamos que para isso a ação humana dispendida para se realizar essa cobrança é muito grande.  Por mais que estejamos num século amplamente tecnológico, ainda temos um trabalho “braçal” muito grande por trás dos sistemas das lojas virtuais. Ledo engano de quem imagina que montar um ecommerce é administrá-lo em um resort de frente para a praia.

Pagamento Recorrente

A carga de trabalho em conciliar vendas, logística, análise antifraude e até divulgação da loja, é bem grande. E cada vez mais o mercado se desenvolve de tal forma. que os concorrentes se destacam apenas por milímetros de inovação. Quem pensa nos detalhes, prospera.

Ter um sistema que cobre mensalmente dos clientes, seja via cartão de crédito seja por boleto, exige primeiramente alta capacidade de cobrança. Ex: Se for via cartão de crédito, quem processa essa transação? É uma gateway de pagamentos? Uma operadora? Ou uma Van? Um Adquirente ou um sub adquirente? São perguntas que o empresário não constuma fazer. Quando a idéia vem, a preocupação em como executar é normalmente descartada.

Vamos aos meios práticos. Opa! Tive uma idéia! Vou vender Fraldas por assinaturas. Estudei o mercado, Tem potencial, nasce criança todo dia e os pais querem cada vez mais praticidade no processo como um todo. Assinatura de fraldas é sim, uma grande sacada. Monto o ecommerce, negocio com distribuidores, firmo um bom preço e começo a divulgar. Agora é só vender, pois eu também tenho um meio de pagamento que foi indicado pelo meu desenvolvedor. Mas peraí: esse meio de pagamento vai debitar mensalmente essas assinaturas? Ou vou ter que processar 1 a 1? Chegamos ao ponto.

– 90% das lojas não sabem cobrar recorrentemente;

– 10% delas se desgastam mensalmente para conciliar as transações processadas: quem pagou, verificação de fraude e logística;

– 100% ainda não fazem um pós venda com qualidade. Todas elas esquecem que o principal processo é relacionar-se com esses assinantes. Uma mamãe que assina uma loja de fraldas, sai mensalmente para comprar roupas para seu bebê. Se ela sai, também existe uma oportunidade aí.

É a execução de uma boa idéia indo para o ralo. E isso tem uma causa comum: muito tempo preocupado em processar as transações, conciliar e trabalhar com esses dados. E pouco tempo focado no produto. No caso de uma loja de fraldas é pouco tempo estudando o mercado de bebês, pouco tempo estudando concorrentes e além disso, pouco tempo pensando num bom produto.

Saber cobrar é muitas vezes a alma de um ecommerce. O Checkout das lojas brasileiras no geral, ainda é crítico. Temos ainda um bom caminho para começar a construir e usar ferramentas inteligentes como a Amazon, sites de compra como o Godaddy (que usa o checkout com excelência) e até o Google (dê uma olhada no Google Play), que é por sí só uma máquina de usabilidade e talvez o maior benchmarking em modelos de conectividade social e integrações.

Em suma, ter uma aplicativo fácil de insatalar, de integrar e ainda assim ser eficiente é o caminho. Temos hoje algumas ferramentas que fazem integrações via API, que são poucas e ainda estão incipientes quanto à eficácia. Não são eficazes quando falamos em Cobranças Recorrentes.

Temos o Paypal, Google, Vindi, Moip e Pagseguro . Mas qual é a melhor ferramenta? Alguns desenvolvedores ainda se matam quando falamos em integrar pagamento recorrente via Paypal. Outros mal querem falar sobre pagamento recorrente. Então o que temos é ainda algo a se construir.

A Vindi escreveu um post afirmando que eles possuem A melhor API de Pagamento do Brasil.

Como crítica, acesse o documento do Paypal para integrar uma cobrança recorrente. Vão entender o porquê desse tópico. E ainda é mais crítico ainda, quando vemos a ferramenta funcionar. E vai longe. Não é um problema no Brasil,  Os EUA ainda não tem alguém oferecendo ferramenta de faturamento recorrente eficaz. Sites como Recurly, Chargify e outros têm em suas features, complementos inferiores a alguns gateways brasileiros.

A Sigla API (Aplication Process Integration) não é traduzida ao pé da letra quando falamos em pagamento recorrente.

E a preocupação é que cada vez mais cobranças recorrentes teremos. Leia o caso da Adobe que venderá suas licensas mediante assinaturas. É de se exemplicar com louvor. E também de se comparar e entender que cobrança recorrente é algo que temos que começar a olha mais de perto.

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Formas de pagamento online: quais são as melhores opções?

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Fazer compras online está cada vez mais fácil para o consumidor, mas quem tem um negócio online sabe que existe toda uma infraestrutura por trás. E são as formas de pagamento online que permitem que uma transação aconteça.

Além disso, uma loja virtual, um site ou um negócio digital tem muito mais chances de crescer se oferecer várias formas de pagamento.

Por isso, neste artigo nós explicaremos quais as formas de pagamento online mais usadas no Brasil e como é possível integrar todas elas na sua solução. Continue lendo!

Quais são as formas de pagamento online?

Como já dissemos, é fundamental que você consiga oferecer o maior número de opções de pagamento online para seu cliente. 

Isso aumenta o poder de compra e de decisão dele, já que pode escolher a opção que mais preferir naquele momento.

Além disso, oferecer várias formas de pagamento online também passa segurança ao seu cliente. E a reputação do seu site aumenta quando ele sabe que está num ambiente seguro para comprar.

Dessa forma, vamos entender quais formas são mais usadas no Brasil e quais devem ser a prioridade do seu negócio?

Boleto

O boleto bancário é a forma de pagamento online mais democrática do Brasil, porque atinge também os desbancarizados. 

Hoje, existem 45 milhões de brasileiros que não possuem conta em banco, e o boleto bancário é a única opção, além do dinheiro, de dar poder de compra a eles.

Além disso, muitos clientes se sentem seguros com a opção do boleto bancário, principalmente quando estão fazendo uma primeira compra ou não conhecem o site ainda. 

Por não querer colocar suas informações bancárias e de cartão de crédito, se você não oferece o boleto, provavelmente vai perder aquela compra.

Cartão de crédito 

O cartão de crédito está se tornando, ao longo dos anos, a principal opção de pagamento dos brasileiros. Dados da E-commerce Brasil mostraram que tivemos um aumento de 23,2% só no primeiro trimestre de 2020.

Dessa forma, se você quer uma grande fatia do comércio online, precisa oferecer essa opção. Além disso, é possível dizer que ela precisa ser a sua principal forma de pagamento, já que é a mais flexível. 

No entanto, é necessário negociar taxas com bancos e adquirentes do mercado, e é preciso mais planejamento, já que antecipar recebíveis só deve ser uma opção em casos de extrema urgência.

Leia também: Como funciona o cartão de crédito na recorrência?

Transferência bancária 

A transferência bancária sumiu um pouco do comércio eletrônico brasileiro, principalmente pela questão da segurança. 

Contudo, colocamos essa opção aqui porque o PIX (Pagamentos Instantâneos) está chegando no mercado e promete mudar esse cenário.

Basicamente, será possível fazer uma transação totalmente segura, entre duas contas, em questão de segundos e com alta criptografia. Veremos quais novidades essa solução trará para o mercado de pagamentos!

Débito em conta

O débito em conta ainda é muito utilizado por empresas de telefonia móvel e por canais de televisão à cabo.

Basicamente, é feita uma intermediação entre bancos usando o número da conta, e essa transação é totalmente segura. 

De todas essas formas de pagamento online, se pudéssemos escolher apenas duas, ficaríamos com o cartão de crédito e com o boleto bancário

A combinação dessas duas opções para o seu negócio garante muito mais flexibilidade e atratividade.

Como usar as formas de pagamento online na empresa?

Escolher as formas de pagamento para a sua empresa é o primeiro passo, e o segundo é fazer a integração entre elas. Isso porque, se você escolhe o boleto bancário como opção, precisará automatizar esse processo. 

Lembre-se que gerar boletos manualmente é um desperdício de tempo, de equipe e de dinheiro para o seu negócio. 

Além disso, se você quer crescer, sabe que quando atender milhares de clientes, não poderá sustentar esse tipo de operação.

Dessa forma, existe uma solução perfeita no mercado, e que pode ser perfeita para você! Já ouviu falar em plataformas de gestão de pagamentos e de cobrança?

Plataforma de gestão de pagamentos

Ter um parceiro que ofereça uma solução completa para o seu negócio é fundamental para que você tenha sustentabilidade e consiga escalar a sua solução.

Além disso, uma plataforma de gestão de pagamentos e de cobrança automatiza todo o seu processo de pagamentos, permite que você consiga oferecer várias opções aos seus clientes e te dá mais visibilidade da sua saúde financeira.

Dessa forma, você pode fazer a integração com várias bandeiras do mercado e adquirentes, negociar as melhores taxas, cobrar clientes com uma régua de cobrança completa e até mesmo vender pelas redes sociais.

Com um link de pagamento, você pode fazer tudo isso e muito mais! Se você quer saber mais sobre como essa solução, que faz parte das funcionalidades da plataforma de gestão de pagamentos, pode ajudar seu negócio a crescer, clique no banner abaixo agora mesmo!

 

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Erros na implantação de ERP: fique atento aos principais!

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erros na implantação de ERP

Você sabe quais são os maiores erros na implantação de ERP dentro das empresas?

A tecnologia chegou para facilitar nossas vidas. A comunicação entre pessoas se tornou mais rápida e simples. O ato de se transportar de um lugar para outro ganhou muito mais comodidade.

Do ponto de vista empresarial, a tecnologia também transformou seus processos internos. Tarefas que precisavam de toneladas de papéis para serem executadas hoje podem ser feitas com modernas ferramentas e com apenas um clique.

Dessa forma, nesse universo, implementar um ERP passou a ser uma alternativa essencial para os negócios prosperarem. Trata-se de uma ferramenta que reduz ainda mais a complexidade das atividades de uma empresa.

De acordo com o relatório IDC Brazil ERP Tracker, entre 2010 e 2014, o mercado de ERP teve um crescimento anual médio de aproximadamente 11%. Esse número demonstra o quanto adotar um ERP passou a fazer parte do cotidiano de gestores em mercados diversos.

Portanto, neste texto você verá como é possível evitar erros na implantação de ERP, com o objetivo de obter sucesso para a sua empresa.

O que é um ERP?

O ERP é um sistema de gestão empresarial que deriva do nome Enterprise Resource Planning ou, ao pé da letra, Planejamento dos Recursos da Empresa.

Para ilustrar o que é um ERP, imagine que você tenha uma empresa com diversos sistemas que gerenciam departamentos e funções diferentes, como, por exemplo, para cuidar da folha de pagamentos, para controlar suas vendas, analisar metas e desempenhos e gerenciar impostos.

Não seria muito melhor contar com um sistema que unifique todos esses processos do que ter softwares isolados para cada uma das demandas? Pois é exatamente esse o objetivo da implementação de um ERP numa empresa.

Além disso, um ERP oferece um único sistema que integra departamentos de uma empresa, facilitando a comunicação interna e reduzindo custos. Com essa ferramenta:

  • O departamento financeiro pode identificar quanto direcionar ao pagamento de funcionários a partir das informações disponibilizadas pelo setor de RH;
  • Já o departamento de RH, por sua vez, pode avaliar o desempenho de um funcionário, junto a outro setor, para discutir um possível aumento;
  • Por último, o departamento de marketing pode traçar uma nova estratégia para divulgar um produto que não esteja girando, baseado nas informações da equipe de vendas.

Quais são os benefícios da implementação de um ERP?

Já citamos neste texto como a implementação de um ERP pode melhorar a comunicação entre os setores e reduzir custos de uma empresa. Mas seus benefícios não param por aí:

  • Planejamento: gestores dos departamentos podem ter maior controle sobre as informações, uma vez que o ERP unifica dados e processos, possibilitando prever cenários e melhorar suas decisões estratégicas;
  • Segurança: um sistema como esse dificulta o extravio de informações essenciais para as empresas, além de possíveis fraudes. Se o ERP estiver na nuvem (Cloud Computing), sua infraestrutura e manutenção ficam a cargo do fornecedor, trazendo ainda mais tranquilidade;
  • Competitividade: implementar um ERP permite reduzir custos e padronizar processos. Isso traz ganhos significativos na gestão de um negócio, além de possibilitar que a empresa invista ainda mais nas pessoas e na melhoria de produtos e serviços, aumentando seu poder competitivo em relação ao mercado.

Quais são os maiores erros na implantação de ERP?

Apesar de ser uma mudança que vai simplificar a gestão de uma empresa, implementar um ERP está longe de ser um processo fácil. Por isso, todos estão suscetíveis a erros.

Por isso, falaremos agora sobre os maiores erros na implantação de ERP para que você sinta mais segurança ao começar:

1. Não planejar com eficiência

Cuidado para não errar ao fazer a estimativa de tempo e recursos necessários para a sua implementação. Realize auditorias internas para entender o impacto dessa mudança nos departamentos.

Além disso, antes de iniciar, monte equipes de avaliação da solução, com os profissionais interessados no seu uso. Planejamento é tudo.

2. Não se preparar para a mudança

Parece bobagem, mas empresas costumam não se preparar para mudanças tão significativas. Portanto, realize treinamentos com as equipes impactadas e garanta que a comunicação interna sobre o assunto está fluindo.

Além disso, faça testes de conhecimento, antes de implementar um ERP.

3. Não entender os recursos-chave

Faça uma lista com todos os principais recursos do sistema. Depois disso, realize análises periódicas para identificar quais deles não estão sendo utilizados ou mal utilizados. Evitar esse erro reduz custos com atualizações, melhorias e treinamento de pessoal.

4. Não definir prioridades

Ninguém consegue ser produtivo com muitas tarefas pela frente. Implementar um ERP pode envolver vários departamentos e ser um processo complexo.

Por isso, é importante definir prioridades para entender quais questões devem ser resolvidas primeiro. Isso reduz custos e tempo de implementação.

5. Não realizar manutenções

Não basta investir para implementar um ERP. A evolução da tecnologia é cada vez mais rápida e realizar manutenções periódicas é extremamente importante para não tornar a ferramenta obsoleta.

Dessa forma, atualizações e ajustes vão melhorar ainda mais seus processos.

6. Não adotar a abordagem certa

Um erro comum é considerar que ele irá executar um negócio fim a fim. É importante entender que o principal objetivo de um sistema de ERP deve se concentrar em otimizar a cadeia de valor e rastrear os custos da empresa. O restante é uma abordagem secundária.

7. Não contar com o suporte

Você não pode se preocupar apenas com o momento em que for implementar um ERP. É preciso cuidar, também, do que acontece depois.

Além disso, quando os funcionários começam a  utilizar efetivamente a ferramenta, muitas dúvidas e problemas podem surgir. Por isso, invista, também, em suporte interno ou realizado por terceiros a fim de solucionar os problemas que ocorrerem após a implementação.

8. Não integrar a um RBM

Ao implementar um ERP, é possível integrá-lo com diversos departamentos e ferramentas. Um erro comum é não fazer o mesmo com um RBM (Relationship Business Management). É esse sistema que administra o relacionamento entre fornecedores de serviço e seus clientes (contratos recorrentes ou assinaturas).

Conheça mais sobre o tema aqui.

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O que é pagamento recorrente? Tudo sobre esse método de pagamento!

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A experiência do cliente nunca teve tanta importância como nos dias de hoje. O modo como as empresas, independentemente do tamanho, se relacionam e atendem os clientes vem mudando muito (faça essa reflexão!). Antes, o consumidor fazia uma compra avulsa de um produto. Nos dias de hoje, é possível notar que o consumidor busca por acesso, não posse. A chamada economia do acesso evidenciou ainda mais o pagamento recorrente. 

O pagamento recorrente vem crescendo cada vez mais no mundo, inclusive no Brasil. Por trazer vantagens para o consumidor e para a empresa, esse modelo de negócio teve grande expansão, indo além dos serviços de academias, escolas e internet, por exemplo.

Neste material, fique saiba o que é pagamento recorrente, como funciona, o que significa pagamento recorrente e muito mais. Acompanhe aqui comigo até o final, beleza? 

O que é pagamento recorrente

Primeiro, vou explicar o que é pagamento recorrente, está bem? Este modelo é usado para serviços de uso contínuo, como o pagamento de mensalidades ou “assinaturas”. E, isso não é algo recente não, viu? 

Lembra quando seus pais ou algum tio assinava jornais ou revistas? Então, eles faziam um pagamento mensal ou semanal, por exemplo, e recebiam em casa com uma certa periodicidade esses materiais. 

A ideia é que, enquanto houver prestação de serviço, o cliente vai continuar pagando conforme a duração do contrato, que pode variar para cada caso. 

Veja mais alguns exemplos do dia a dia 

Se você acha que o pagamento recorrente não facilita a vida dos consumidores, pare e pense aqui comigo sobre os serviços que você usa de forma contínua. Pensou?  

Você, provavelmente, deve assinar algum serviço de streaming, como Netflix e Spotify, certo? Os valores desses serviços caem no seu cartão mensalmente, de forma automática. Isso, faz com que essas faturas não fiquem no esquecimento e interrompam o seu acesso. 

Além desses exemplos mais atuais, vamos pensar nas tradicionais contas de água, luz, telefone, internet, condomínio, etc. Essas contas também são cobranças recorrentes, o que podemos chamar de débito recorrente

Viu só? O pagamento recorrente já faz parte do nosso dia a dia antes mesmo de termos essa consciência, né? 

Como funciona este tipo de pagamento?

Agora, vamos entender como funciona o pagamento recorrente! Em primeiro momento, é importante salientar que o pagamento recorrente acontece em períodos pré-determinados. 

Ou seja, o consumidor sabe a data que vai realizar o pagamento, podendo esse pagamento ser semanal, mensal, trimestral, anual e, até mesmo, diariamente. 

O que caracteriza esse tipo de pagamento é que ele ocorre de forma automática. Além disso, é uma operação que não toma o limite do cartão do cliente, somente o valor de cada mensalidade, até mesmo no momento da aquisição. Isso, difere o pagamento recorrente do parcelamento

Outro exemplo de pagamento recorrente é a academia, como a BlueFit. Nos dias de hoje, não é mais preciso entregar 12 cheques para que fossem descontados a cada mês, em um plano anual, por exemplo. Hoje, o valor cai direto no cartão na data acordada. Muito mais simples, né? 

Qual é a diferença entre pagamento recorrente e cobrança recorrente? 

Agora, você já sabe o que é pagamento recorrente, certo? Mas, sei que você deve estar se perguntando qual é a diferença entre esse modelo de pagamento e a cobrança recorrente, adivinhei?

Do ponto de vista técnico, é a mesma coisa. Quando falamos de pagamento recorrente, estamos nos referindo ao processo de pagamento como um todo. Ou seja, a cobrança através de cartão de crédito, débito ou boleto, o pagamento automático, a segurança nas transações e o controle total dos assinantes. 

Resumindo como funciona esse modelo de pagamento 

Então, para descrever em poucas palavras o que é pagamento recorrente, fiz alguns tópicos. Vamos conferir?

  • Válido para serviços e produtos de uso contínuo;
  • Deve ser feito de forma automática;
  • É caracterizado por periodicidade, planos ou assinaturas;
  • A transação é capturada por um gateway ou sistema de pagamentos (adquirentes e subadquirentes, por exemplo);
  • Diferente do parcelamento, não toma o limite do cartão do cliente;
  • Traz vantagens para a empresa e para o cliente.

Como obter este tipo de pagamento na empresa?  

Independentemente do tamanho na sua empresa e segmento, para ter um pagamento recorrente, é preciso que você venda produtos ou serviços de forma contínua. Ou seja, se o seu negócio possui um modelo de venda recorrente, você pode usar um sistema que faça todo esse processo. Por isso, vou listar aqui algumas opções, mas saiba que são várias! 

  • Educação: cursos livres, escolas de ensino médio e fundamental, cursos EAD, graduação, pós-graduação, cursos de idiomas, etc.
  • Academias: academias tradicionais, estúdios de pilates, academias de crossfit, personal trainer, etc.
  • Beleza: clínica de estética, salões de beleza, espaço de depilação, designer de sobrancelha, etc.
  • SaaS: válidos para diferentes negócios que vendem serviços online. 

Muitas empresas têm um processo manual para realizar cobranças, gerenciar clientes e analisar o faturamento. Além de muito tempo gasto, esses processos podem conter erros, o que vai fazer com que os funcionários gastem mais tempo ainda fazendo os ajustes. 

Por isso, com o pagamento recorrente, você busca por uma plataforma tecnológica que possa fazer essas tarefas de forma ágil e descomplicada. 

Quais são os benefícios do pagamento recorrente para a empresa? 

Como já entendemos o que é o pagamento recorrente, vamos verificar as vantagens. Os benefícios para a empresa são variados, desde organização financeira até automatização de processos. Afinal, tempo é dinheiro, né? Veja algumas vantagens para as empresas:

  • Cobranças automatizadas;
  • Redução da inadimplência;
  • Mais previsibilidade do faturamento;
  • Receita recorrente;
  • Mais tempo para focar em outras tarefas. 

Benefícios da cobrança recorrente para o cliente 

Os clientes também têm vantagens quando o assunto é pagamento recorrente. Por isso, confira alguns:

  • Não esquece de realizar o pagamento por ser algo automático;
  • Não ocupa o limite do cartão de crédito;
  • Maior escolha de como deseja realizar o pagamento. 

Qual plataforma é ideal para esse modelo de pagamentos? 

A Vindi é uma plataforma completa para realizar pagamentos online. Ela proporciona total liberdade para que a empresa escolha como deseja cobrar dos seus clientes. Além disso, é possível automatizar diversos processos, ter uma régua de comunicação, enviar notificações, fazer gestão de clientes e muito mais. 

Torne a sua empresa em um modelo recorrente e tenha diversos benefícios. Clique aqui e conheça a plataforma Vindi.

 

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