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Os 14 clubes de assinatura que você precisa conhecer

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Todo mundo já sabe que a onda da vez são os clubes de assinatura, não é mesmo? Por isso selecionamos 10 clubes para você conhecer e experimentar os produtos. Vamos lá?

Clubeer

Este clube, como o próprio nome já indica, é de cerveja. Ele fornece aos seus associados as melhores cervejas do mundo, todos os meses, no conforto da sua casa. Além disso, o site possui uma loja virtual que fornece 15% de desconto nos produtos para quem é associado e frete grátis para compras acima de R$170,00. Outra grande vantagem é que o frete é grátis para a região de São Paulo e reduzido para as demais regiões, contando também com programa de fidelidade e prêmios para quem indicar amigos. Uma ótima pedida para quem gosta de cerveja, com certeza!

O site conta com informações sobre as cervejas mais vendidas, os lançamentos, promoções e um blog onde você pode conhecer mais sobre o mundo da cerveja e harmonizações perfeitas entre comida e bebida.

Homeshave

Cansou de aparecer com a barba por fazer em eventos porque o compromisso apareceu de última hora ou então porque não comprou as lâminas de barbear? O Homeshave promete acabar com esse problema! Curioso, não?

Funciona da seguinte maneira: você escolhe o aparelho de barbear que mais se encaixa às suas necessidades, seleciona a frequência do seu plano de acordo com o seu consumo de lâminas e pronto. É só esperar que os produtos cheguem até sua casa para que você possa se barbear.

Leiturinha

Este clube dá acesso gratuito a centenas de vídeos e livros digitais destinados especialmente para crianças de 0 a 10 anos. Ele é considerado o melhor clube de assinaturas de livros infantis do Brasil e possui a confiança de 8 mil famílias. Os pacotes incluem um ou dois livros por mês. O mais legal é que o Leiturinha distribui exemplares para mais de 1.500 cidades por todo país.

Quintal da Cachaça

Este é o primeiro clube de cachaça artesanal do Brasil. O associado recebe duas cachaças, uma prata e uma ouro, envelhecidas ou armazenadas em diferentes tipos de madeira. As duas garrafas são do tamanho de longneck e vêm acompanhadas de cartões postais informativos. Se quiser conhecer melhor, é possível increver-se para receber a newsletter e ficar por dentro das novidades.

Petite Box

Este clube é especial para as mamães e seus pequenos. Com planos avulsos, trimestrais e semestrais, as mamães recebem em casa produtos pensados especialmente para elas. Além disso, há vários especiais como: SOS Amigas Mães, Mamães de Menininhos, Kit “Pais”, especial para o Dia das Crianças etc. Todo mês você recebe uma surpresa, um presente que dura muito tempo! Legal, né?

Farofa.la

Este clube é para o povo fitness de plantão. Todo mês chega uma caixinha com 10 snacks saudáveis e deliciosos! Podem ser entregues em casa ou no escritório. Além disso, também é possível pedir caixinhas avulsas. Muito prático, não é mesmo?

Beerking Clube

Na última semana de cada mês você recebe quatro cervejas super especiais e a cada três meses, você recebe um copo. Ótimo para colecionar, não é mesmo? Além disso, os associados ganham 20% de desconto na loja virtual e você aprende muito sobre as melhores cervejas do Brasil e do Mundo. Você também pode indicar amigos e ganhar uma cerveja extra para cada um que se inscrever. Muito bacana, né?

Moccato

Considerado o café em cápsulas mais fresco do mundo, o Moccato propõe que você receba uma seleção mensal de deliciosos sabores à sua escolha, desenvolvidos utilizando um processo único e exclusivo. Você escolhe as cápsulas que quiser e recebe no conforto de sua casa. Coisa boa para um dia frio ou para tomar cedinho antes de trabalhar, não é?

Gluten Free Box 

Para quem é intolerante ao glúten, essa caixa é a salvação! Os produtos são todos provados e selecionados pelo clube e você escolhe o melhor plano para você. Pode ser mensal ou trimestral com 9 a 11 produtos ou 14 a 16 produtos. E você recebe todos eles no conforto da sua casa. Os problemas com intolerância vão ser muito menores e sua vida, muito mais fácil!

Massau

Também na onda fitness, esse clube oferece snacks saudáveis por apenas R$97 ao mês. Há sempre novidades e produtos originais para você e é possível recebê-los onde quiser. Além disso, não há nada de surpresa: você escolhe os seus snacks! O clube é feito para quem gosta de comer bem, mas não abre mão da saúde em primeiro lugar.

Grão Gourmet 

Este clube é para os apaixonados por um cafezinho. Você escolhe a quantidade e o tipo, paga e recebe em até 10 dias úteis em sua casa. Assim, você toma o café da sua preferência e na quantidade que quiser. Muito legal, né? O Clube tem a possibilidade dar cafés de presente, além de ter uma loja para compra. Outro ponto interessante é a possibilidade de rastrear os grãos desde a fazenda. Você acompanha todo o processo de produção do seu café!

Sociedade da Mesa

Este é um clube para os apreciadores de vinhos. Além de contar com uma revista, seleções especiais, blog com dicas, também há o programa saco rolhas (em que o associado leva o seu vinho para o restaurante e não paga a rolha) e também a possibilidade de indicar o amigo e ganhar descontos. Ótima pedida, né?

Maná Frutas

Ainda na linha fitness, esse clube permite uma assinatura mensal de frutas e snacks saudáveis com entregas em casa ou no trabalho de forma semanal. Também há um blog com dicas para os associados.

Nerd ao Cubo

Este clube é feito especialmente para os geeks de plantão. Como funciona? Todo mês você recebe uma box com surpresas dentro. Ou seja, você não sabe o que irá receber, mas é tudo relacionado ao mundo nerd/geek/gamer.

Beer Bier

Este clube de assinatura de cervejas entrega rótulos especiais na sua casa. São 4 garrafas, fichas de degustação, ficha técnica, encarte de como degustar, bolachas Beer&Bier, além de pontos multiplus.

Black & White

Já conhecia esses clubes? Pertence a algum? Conte sua experiência para gente!

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ERP na nuvem, aprenda a calcular o valor

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erp nuvem

Uma das premissas antes de escolher um software ou sistema é avaliar o retorno sobre o investimento, ou ROI de um RBM. Ele indica se fazer a mudança será, de fato, uma boa decisão. Para calcular o ROI, é preciso entender os benefícios que o sistema vai oferecer e tentar atribuir um valor a ele. Depois, você deve subtrair desse valor o investimento a ser feito para adquirir e implementar o sistema.

No caso de um sistema de RBM (Relationship Bussiness Management) na nuvem, algumas premissas devem ser levadas em conta na hora de fazer a contas e descobrir o que vale mais a pena para sua empresa. Um sistema de cobrança recorrente pode implementado, basicamente de três maneiras: via desenvolvimento interno, no modelo tradicional, via compra de licença perpétua e instalação on premises(internamente na empresa) ou contratado como serviço, na nuvem. Vamos analisar cada uma das possibilidades.

ERP na nuvem e o ROI

No caso do desenvolvimento interno, é preciso estabelecer uma equipe de desenvolvimento e alocar tempo de diversas pessoas, cujo foco deveria ser o core business. Além do tempo envolvido, há impostos em cadeia para manter a equipe ativa. O sistema também deverá ser atualizado sempre que houver novidades na legislação ou quando a área financeira pedir novas funções. Uma vez o software pronto, haverá ainda custos com a compra de licenças de sistemas operacionais e softwares de banco de dados, infraestrutura (incluindo servidores, backups, segurança e monitoração), e manutenção para que tudo funcione corretamente. E, por fim, existe o risco de perder o programador principal que criou o sistema e, com isso, todo o conhecimento sobre o software.

Quando se fala em software no modelo tradicional, é importante levar em conta que, além dos custos semelhantes com o software desenvolvido, tais como hospedagem, manutenção e operação, há o custo alto inicial da licença do software que é cobrado no início do contrato. Depois da aquisição da licença, há os custos de manutenção mensal, que chegam a 34% do valor da licença, por ano. Além disso, se o serviço não atender as expectativas da companhia ou se em algum momento deixar de ser útil, o investimento maior já terá sido feito.

Já o software na nuvem tem características diferentes dos dois modelos acima. Primeiro, não existem os perigosos custos escondidos: o cliente paga conforme o uso. Não há um desembolso inicial para implementação, nem custos de mão de obra e hardware. Se a empresa cresce, o investimento aumenta junto. A plataforma está em constante evolução e o cliente não paga a mais por essas atualizações. Além disso, existe o fato de que, se o cliente ficar insatisfeito, ele pode cancelar o contrato, seguindo as condições acertadas, mas sem perder um grande investimento em licenças, por exemplo.

Capex X Opex

Outro fator relevante na escolha do software é a forma de aquisição ou contratação: Capex (Capital Expenditure) ou Opex (Operational Expenditure). Nos casos em que a empresa escolhe o modelo Capex, ela tem uma despesa de capital com os itens, o que torna o software um ativo da companhia, passível de depreciação contábil. Quando se fala em Opex, as empresas incluem este gasto como despesa operacional, que afeta diretamente o resultado (rentabilidade), mas que geralmente é mais fácil de aprovação orçamentária.

capex

Afinal, como medir o ROI de um RBM?

Conhecendo as diversas possibilidades de resolver a questão da automação do controle, faturamento e cobrança de contratos recorrentes e as formas de contratação, é hora de fazer as contas.

Para calcular o ROI de um RBM, leve em conta os principais custos envolvidos no processo ATUAL para comparar com o NOVO SISTEMA:

1) Quantidade de horas trabalhadas pela sua equipe para preparar contratos e propostas comerciais, tê-los assinados e depois, inseridos na rotina do financeiro para início das cobranças;

2) Quantidade de horas trabalhadas para o processo de cobrança e faturamento atual funcionar, por cada tipo de profissional, seja financeiro ou de tecnologia, para os casos onde o desenvolvimento do sistema é interno;

3) Impostos, tributos, benefícios e custos diretos e indiretos – como o equivalente ao aluguel, condomínio, conta de luz, material de escritório – de cada profissional envolvido.

4) Tente “precificar” os problemas enfrentados atualmente como erros no faturamento, esquecimento de efetuar determinada cobrança, conciliação contábil, ou de renovar e reajustar contratos;

5) Verifique o quanto de serviços não foram interrompidos nos últimos 12 meses por contratos inadimplentes, não renovados ou cancelados, ou seja, que ficaram ativos, mesmo quando o cliente não pagava mais por ele;

6) Avalie o tempo médio de recebimento, ou a taxa de inadimplência e insira o custo do dinheiro não recebido nesta conta;

Ainda, há outros fatores que influenciam na aquisição de um RBM profissional na nuvem:

Do ponto de vista da governança

O ROI de um RBM deve levar em conta se o software permite rastrear, com facilidade, operações fiscais, financeiras e contábeis (faturamento e cobrança), além, é claro, de contabilizar receitas de forma adequada.

Do ponto de vista de análise de performance

Ter todas as informações estruturadas facilita a geração de indicadores de performance (KPIs) que mostram como está a companhia: evolução do faturamento mensal (MRR / ARR), taxa de cancelamento e retenção de clientes (Churn), estoque de contratos (TCV), valor anual dos contratos (ACV) e o quanto vale cada cliente da base (LTV). Dessa forma é possível analisar a empresa e ajustar a operação antes que seja tarde demais.

Com os valores ocultos e visíveis em mãos, faça o cálculo para avaliar o que é mais vantajoso para sua empresa.

O diferencial da Vindi

A solução de cobrança recorrente na nuvem da Vindi cobre todo o processo desde a preparação de propostas comerciais e contratos, captura de um novo cliente (seja ele proveniente da web, call center ou sistema próprio), faturamento e cobrança em todos os meios de pagamento, e pode ser integrado ao seu ERP.

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O ERP tradicional não está preparado para o modelo de assinaturas

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erp tradicional assinaturas

Sua empresa vende assinaturas? Precisamos falar sobre o seu ERP tradicional.

É importante começar deixando uma coisa clara: um bom sistema de gestão empresarial é indispensável. Empresas de todos os tamanhos e segmentos precisam do Enterprise Resource Planning (ERP) para centralizar informações estratégicas, integrar áreas, gerenciar recursos e principalmente avaliar a saúde financeira. A grande maioria da empresas está “casada” com seu ERP e provavelmente não consegue mais viver sem ele.

Ainda assim, até nos melhores casamentos de vez em quando haverá algum desentendimento. Todas as empresas possuem alguma razão para reclamar. Seja sobre a complexidade da implantação, o alto custo de customização e o uso inadequado do sistema.

Para empresas de recorrência, que vendem através de mensalidades, a situação é muito mais crítica. Além de todos os problemas mais comuns, mesmo os melhores ERPs do mercado falham na hora de gerenciar as atividades mais básicas de um negócio de assinaturas. A razão para isso é que os ERPs foram desenvolvidos para se comercializar produtos e serviços de maneira pontual.

O melhor exemplo neste caso é o pacote Office. Ha alguns anos ele era vendido como um produto físico, um CD contendo o aplicativo com uma licença para toda a vida. A transação acontecia entre a empresa e o cliente acontecia apenas uma vez.

O ERP tradicional sofreu com a mudança para a economia da recorrência

A versão mais recente versão do Office, não é comprada como um produto na caixa, mas uma subscrição mensal, ou anual, que permite a uma pessoa baixar e usar os vários aplicativos do Office em seus dispositivos. Quando sua assinatura expirar, o acesso é perdido até que se pague novamente.

Este não é um caso isolado, centenas de empresas estão se movendo nesta direção, sejam de filmes até softwares. O fenômeno é tão presente que está sendo chamado de subscription economy (economia da recorrência), ou em bom português: economia da recorrência.

O estudo Economist Intelligence Unit, publicado pela Gartner, afirma que 35% das 2000 maiores empresas globais vão gerar receitas através de algum serviço ou produto oferecido através de assinatura.

A principal razão para esta mudança está no comportamento do próprio consumidor. Segundo o mesmo estudo 4 em cada 5 empresas afirmam que seus clientes estão procurando um novo modo de consumir seus produtos e 72% afirma que a preferência de seus clientes está migrando para um modelo de assinaturas.

Para estas empresas o ERP deixa mais a desejar. Um ERP tradicional não consegue gerenciar contratos recorrentes. Ele não consegue distinguir entre receita recorrente mensal e uma compra unitária. Possuem apenas um módulo que “cria“ novos pedidos de venda mensalmente. Mas o processo no ERP tradicional é tratado como qualquer outro pedido pontual.

O novo modelo de recorrência é um problema para os ERPs uma vez que:

Ele não entende receita recorrente, então não consegue calcular a receita mensal recorrente (MRR) ou a receita anual recorrente (ARR) de uma empresa;
Ele não entende mudanças de preço e entrega, por isso não consegue quantificar upsells, downsells ou add-ons;
Ele não consegue avaliar quantos clientes uma empresa possui, ou qual a sua taxa de cancelamento (churn rate).

O resultado final destas pequenas falhas é que um sistema de ERP não consegue oferecer uma visão clara de um negócio de assinaturas. Ele falha em responder a questão mais importante. Como minha empresa está indo financeiramente?

Um ERP tradicional também não consegue:

  • Permitir cobranças recorrentes com condições flexíveis, estabelecidas pela empresa;
  • Ativação, suspensão e cancelamento de serviços com base em regras de pagamento e de vigência, como trial e renovações;
  • Cobrar com base no uso mensal dos serviços, gerando, inclusive, extratos de utilização;
  • Reduzir a inadimplência por meio de régua de comunicação configurável com envio de diversos modelos de e-mail de cobrança, alertas de boleto “não lido” ou, ainda, lembretes de pagamento antes do vencimento;
  • Portal self-service para que o cliente acesse suas faturas históricas, gere segunda via do boleto, troque o meio de pagamento preferido, entre outros.

RBM, uma solução complementar

Mas há um caminho simples e eficiente para reinventar o ERP tradicional: integrá-lo a um sistema de relationship business management (rbm), que é a categoria de sistemas que gerencia contratos de serviços recorrentes, assinaturas e o principal, o Billing, que é a capacidade de entender que o preço de determinado serviço varia de acordo com seu uso ou consumo, e que no fim do mês, após informar qual foi o consumo de tal serviço, o sistema calcule a fatura e gere um extrato detalhado demonstrando o tudo o que foi considerado no cálculo da cobrança.

Ter flexibilidade e agilidade na relação com os clientes traz resultados extraordinários para o negócio. Mas, na mesma medida, demanda um sistema de cobrança cada vez mais complexo e customizado.

Para atender às demandas e vontades do consumidor, é preciso reunir todas as informações de cobrança em um mesmo sistema, incluindo alterações, descontos ou cobranças extras. Um sistema intuitivo e fácil precisa reunir todas essas informações em uma única cobrança.

Durante todos estes anos sua empresa fez diversos investimentos. No entanto, a mudança para serviços de assinatura apresenta um desafio. Flexibilidade em ofertas, preços e agregação pode ser ótimo para as vendas e front office, mas cria alguns desafios incríveis para o back office. Portanto quando estiver escolhendo o sistema para gerenciar contratos de recorrência. Pode ser o diferencial que faltava para o crescimento rápido e a manutenção da sua base de assinantes.

Conheça mais sobre o tema, aqui.

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Serviços de streaming já são maiores que TV a cabo

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Olha que interessante.

A Motion Picture Association of America (MPAA), publicou que o mercado mundial de streaming, abrangendo cinema e home vídeo, chegou ao número record de receita: U$97 bilhões de receita em 2018. Já é maior que o mercado de TV a Cabo.

Para se ter uma ideia, no mundo, existem 613 milhões de assinaturas ativas. Já os planos de TV à cabo estão entre 550 milhões. Marco histórico para o mercado de assinaturas.

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