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O que é um subadquirente?

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Um subadquirente pode ser a solução para quem não têm acesso direto às credenciadoras (adquirentes) para captura e processamento de suas transações. Subadquirentes são intermediadores de pagamentos e focam o atendimento a lojas de menor porte e aos negócios online. Eles são habilitados por credenciadoras (Cielo, RedeCard, GetNet, Elavon, Stone etc) para realizar transações com cartões em nome dos estabelecimentos, ou seja, são intermediários. Dessa forma, os comerciantes podem oferecer cartões como meio de pagamento. Mesmo assim, muita gente ainda confunde gateway com subadquirentes. Abaixo, explicamos um pouco sobre as diferenças de cada uma das modalidades.

Gateways

Muitas vezes, os gateways são confundidos com os intermediadores de pagamentos (subadquirentes), mas são sistemas totalmente diferentes. Os gateways surgiram para reduzir o tempo e os custos do desenvolvimento e operação das transações financeiras. Essas plataformas interligam diretamente com os adquirentes através de um conjunto de APIs, possibilitando a comunicação da loja virtual com o gateway.

Os gateways de pagamento funcionam como terminais de cartão de crédito, já que colhem e codificam dados inseridos pelo cliente para depois enviar as informações para a credenciadora.

A vantagem dos gateways é a permissão para pagamentos de cartões internacionais ou de fora do Brasil e transparência total. Nesse caso, o usuário não é redimensionado para outra janela quando compra na loja virtual.

Subadquirente

O subadquirente é um facilitador. O serviço em background tem o mesmo princípio do que o Gateway, porém desonera o lojista da gestão de risco e complexidade. Entretanto o custo desse sistema é alto. Sistemas antifraude, conciliação bancária e integração com diversos adquirentes são alguns dos exemplos dos benefícios que um subadquirente traz.

A maior vantagem de um subadquirente é que a maioria deles oferece garantia contra fraudes. Se você é lojista, certamente já teve problemas com chargeback e outros tipos de fraude, que assombram qualquer dono de e-commerce. Para acabar com os prejuízos provocados por essas fraudes, que afetam intensamente pequenos varejistas que não têm sistemas antifraude, os subadquirentes garantem o pagamento de qualquer pedido caso ocorra uma fraude. No caso dos antifraudes integrados com gateways, o valor perdido é arcado pelo próprio lojista. Ou seja, além de oferecer pagamento parcelado e em diversas bandeiras para seus clientes, você estará garantido a segurança e saúde do seu negócio. Porém o índice de aprovação de um subadquirente é extremamente menor que um gateway.

É preciso saber que a maioria dos subadquirentes cobra taxas sobre o valor faturado, que giram em torno de 6% a 7,%, mudando os valores para débito e boleto. Os principais subadquirentes são: Moip, Pagseguro, Bicash, Mercado pago, F2B, PayPal, Payu e Akatus. O PagSeguro é líder no mercado brasileiro e fornece soluções de pagamentos para o comércio eletrônico e também para estabelecimentos comerciais físicos.

Qual deles escolher: gateway ou subadquirente? Não esqueça que cada modelo tem suas características, que devem ser analisadas de acordo com suas necessidades e modelo de negócio.

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Guerra das assinaturas à vista! Disney, Netflix e Amazon vão travar uma batalha.

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netflix guerra

Não é de hoje que Netflix e Amazon (com o Prime) brigam pela maior fatia de produtos recorrentes dentro de seus ecossistemas. Mas, segundo reportagens de CB Insights e outros veículos, a guerra da cobrança recorrente será travada numa tríade: Netflix, Amazon e…Disney.

A guerra das assinaturas

A “subscription war” é iminente. Com a Disney comprando todas produtoras e marcas famosas, ela tem um canhão para trazer muita receita recorrente para dentro do grupo. A Marvel, Star Wars e o universo Pixar (todas adquiridas pela Disney) podem ser grandes catapultas para o serviço de assinaturas que a empresa vem planejando distribuir no mundo.

Com mais de 100 milhões de assinantes no mundo, Netflix pode ter um gigante de peso à vista. Primeiro, porque a Disney tem um universo próprio de títulos, séries e marcas. Segundo, que pode dificultar (e muito) a distribuição de produtos Disney dentro de Netflix e Amazon.

A briga entre Amazon, Netflix e Disney ainda pode ter um ambiente ainda mais hostil, com Youtube e Spotify apostando em formatos de streaming e vídeos por assinatura. O nome do serviço da Disney? Disney Life.

Vem bastante coisa pela frente.

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Todas empresas procuram a tão desejada receita recorrente!

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receita recorrente

Ter uma receita recorrente dentro de casa é o sonho de todos empreendedores e empresas. Ter uma receita garantida (ou previsível) é a busca de 10 em cada 10 empresas. Mas como as empresas que encontram esse modelo, conseguem viabilizar isso?

A receita recorrente nada mais é do que vender e faturar através de planos, mensalidades, assinaturas e compras recorrentes. Mais quais os principais desafios para se montar um negócio desses, de forma simples?

Faturamento previsível e receita recorrente

Diante de tanta concorrência, momentos econômicos instáveis e mudança de perfil dos consumidores, a grande busca das empresas é continuar sobrevivendo num ambiente de alta competitividade. Mercados como o dos americanos, chineses e alguns europeus (mais maduros que o nosso) também lutam para encontrar esse estágio, porém em complexidades menores, em termos de infraestrutura e capital.

Os principais desafios encontrados por empresas em construir uma receita recorrente são:

  • Produto/serviço não aderente (não tem características de serem de consumo recorrente);
  • Logística (o Brasil tem grande gargalo para negócios recorrentes de produto);
  • Economia (momentos instáveis impactam no poder de consumo da população);
  • Modelo de aquisição de cliente frágil (tem que ser escalável);
  • Capital (ou falta dele).

Conhecemos muito desafios, mas esses são sem dúvida, os principais para ter um negócio altamente escalável e de receita recorrente sustentável. No Brasil, com ambientes de concentração, oligopólios e desafios como esses, alguns players conseguem liderar mercados usando a receita recorrente para sobreviver melhor crises financeiras, planos econômicos e problemas de gestão.

Ter uma receita recorrente é sonho para alguns, mas realidade para muitos outros. Exemplos de empresas que faturam e consegue criar uma estratégia de sustentabilidade do faturamento com cobrança recorrente:

  • Totvs;
  • Movile;
  • Apple;
  • Google;
  • Amazon:
  • Bluefit:
  • Empiricus;
  • Playkids;
  • TagLivros;
  • Sem Parar;
  • Resultados Digitais;
  • Neoway
  • Entre outros grandes cases.

Vale conhecer e estudar os modelos existentes em diversos segmentos no país.

Quer aprender a ter uma receita recorrente? Participe do evento “Recorrência“.

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SaaS, recorrência e receita previsível em vídeo da Alura

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A Vindi foi convidada pela Alura para falar de SaaS, recorrência e receita previsível, o tema preferido das empresas recorrentes.

O vídeo de 9 minutos ficou bem legal. São 9 minutos didáticos sobre os modelos recorrentes que empresas de software, aplicativos e clubes usam para crescer.

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