Connect with us

Artigos

O que é economia da recorrência?

Published

on

cobranca recorrente

Num mundo cada vez mais veloz e dinâmico, nenhum ramo ou setor parece estar imune a mudanças e revoluções, e com a economia não poderia ser diferente.

Dentre estes conceitos está o da economia da recorrência. Em poucas palavras, ela poderia ser definida assim: modelo de negócios que se baseia na oferta de um serviço, e não na compra de uma propriedade; nele, clientes se tornam assinantes e renovam seu compromisso com a empresa de forma simples e prática periodicamente.

Um clássico case de sucesso desta nova forma de relacionamento entre empreendedores e consumidores é o Netflix, serviço apontado como um dos principais responsáveis pelo “sepultamento” das clássicas video locadoras ao oferecer um grande acervo de filmes por um preço fixo.

Engana-se, porém, quem pensa que a economia da recorrência é um advento jovem ou uma novidade recém-lançada que corre o risco de desaparecer num futuro próximo. Há mais de cem anos, pessoas já recebiam pão e leite em suas casas diariamente e, para isso, pagavam um valor mensal preestabelecido pelos padeiros e leiteiros da cidade.

Este serviço clássico ganhou contornos modernos ainda na década de 2000 através de empresas SaaS (Sotfware as a Service) que ofereciam aos clientes a possibilidade de utilizar de seus softwares mediante o pagamento de uma assinatura, ou seja, sem precisar arcar com os custos de licença e, em contrapartida, sem gozar da posse do software em questão.

Com a sociedade cada vez mais familiarizada (e cativada) por benefícios como praticidade e agilidade, a economia da recorrência surge como um modelo capaz de atender a esta demanda, diminuindo a existência de dificuldades presentes nas relações comerciais convencionais e, de quebra, elevando o lucro das empresas que a adotam.

Neste artigo, você entenderá como esta novidade pode revolucionar o seu negócio, independentemente do tamanho que ele tenha, e descobrirá como implantá-la de forma segura e eficaz.

A economia da recorrência não é exclusividade de gigantes como Netflix e Spotify, mas também pode ser a resposta ideal para pequenas e médias empresas que buscam oferecer novas soluções aos seus consumidores e se sobressair num ano crítico para inúmeros mercados.

Antes, porém, de pensar em implementar a economia da recorrência, você precisa se aprofundar um pouco mais em sua análise e compreender quais são os principais alicerces deste modelo e o que o torna diferente de todos os demais.

A economia da recorrência está longe de ser apenas um “pagou-levou”, e somente aqueles que entenderem isso estarão aptos a extrair o que ela tem de melhor.

Economia da Recorrência: mais que um simples serviço de assinaturas

A princípio, o conceito de economia da recorrência pode parecer simplório. Bastaria que um serviço de assinaturas existisse para que este, automaticamente, fosse listado como um exemplo deste modelo.

Ledo engano. Para ser verdadeiramente real, eficaz e revolucionária, a economia da recorrência precisa obedecer a alguns princípios insubstituíveis. São eles:

A Economia da Recorrência preza pela transparência

As clássicas “letrinhas miúdas” que costumam aterrorizar os consumidores não podem estar presentes num contrato baseado na economia da recorrência. Assim como Netflix, Sem Parar, MailChimp e outras, empresas que adotam este sistema não tentam lesar o consumidor que delas se desliga, mas decidem mantê-lo plenamente satisfeito com o serviço oferecido para que, possivelmente, reative sua assinatura quando desejar.

A Economia da Recorrência luta pela simplicidade

Tanto a adesão quanto o cancelamento devem ser simples e preferencialmente feitos pela internet, sem a necessidade da atuação de um funcionário da empresa, a menos que esta seja solicitada pelo próprio cliente. Neste modelo, empreendedores não aprisionam seus assinantes, mas utilizam estratégias baseadas na excelência para fidelizá-los. Um contrato de serviços sob medida para o seu negócio fará com que seus assinantes associem sua marca aos conceitos de idoneidade e respeito.

A Economia da Recorrência cede acesso, não posse

O conceito de “acesso” é fundamental para que o cerne da economia da recorrência seja identificado. Quem paga R$ 19,90 por mês ao Netflix não se torna dono de um box de sua série preferida, mas ganha o privilégio de poder assisti-la onde e quando quiser.

Tais características mostram que o principal trunfo deste sistema não reside no simples serviço de assinaturas que pode ser proporcionado por ele, mas sim em sua total consonância com os anseios dos consumidores atuais.

Há algumas décadas, pertencer a um clube era um dos principais sinais de status que uma família poderia ostentar. A economia da recorrência traz esta sensação de pertencimento aos seus clientes. Quando o serviço ofertado pela empresa se torna popular, seus assinantes automaticamente passam a fazer parte de um “clube” informal e virtual.

Além disso, especialistas de diversas áreas afirmam que se tornar assinante pode ser uma experiência muito mais prazerosa e fidelizadora do que se tornar comprador. Este último traz consigo o ônus da posse e da manutenção de sua propriedade. O primeiro, no entanto, sente-se prestigiado, incluído e, principalmente, livre.

Todos os tópicos acima provam que a economia da recorrência pode ser extremamente benéfica para o consumidor. Quais seriam, porém, os frutos gerados por ela para os empreendedores que a adotam?

É o veremos a seguir.

7 motivos para implementá-la no seu negócio

Do montante do seu lucro à satisfação do seu cliente, passando pelo volume do seu estoque e pela sua rotina de trabalho. A adoção da economia da recorrência pode afetar diretamente todas estas áreas.

Como toda e qualquer grande mudança, esta implementação precisa ser posta em prática com planejamento e responsabilidade. Uma vez realizada, porém, pode gerar frutos de curto, médio e longo prazo.

Confira 7 razões para transformar a economia da recorrência na nova filosofia de sua empresa:

A economia da recorrência pode elevar o seu lucro

Ao implementar este modelo em seu negócio, você gastará menos em diversos aspectos, que vão desde o custo da captação de novos clientes até o valor despendido com setores desnecessários neste sistema. Com isso, a elevação do lucro do seu negócio será natural e gradativa.

A economia da recorrência pode facilitar o seu planejamento

Ciente do número de assinantes que possui e do valor fixo pago por cada um deles, você poderá traçar um planejamento financeiro com alto grau de confiabilidade e diminuirá o impacto de um dos maiores inimigos dos empreendedores: a imprevisibilidade. Embora esta sempre seja inevitável, seu novo modelo de negócios beneficiará seu planejamento a longo prazo, tornando-o mais real e plausível.

A economia da recorrência pode otimizar seu estoque

Caso sua empresa ofereça um produto (como vinhos, livros, itens de maquiagem, ou qualquer outra coisa), saber precisamente o número de assinantes que possui fará com que você diminua gastos com o estoque e evite erros, visto que poderá abastecê-lo de acordo com a quantidade de clientes cadastrados.

A economia da recorrência pode agilizar seu dia a dia

Os dois itens anteriores já são capazes de provocar uma revolução em sua rotina de trabalho devido à chegada de facilidades e recursos até então ausentes de seu negócio. Com isso, suas horas de trabalho poderão ser direcionadas a outras áreas e todo o tempo investido em problemas ligados ao modelo convencional de comercialização poderá ser gasto de maneira mais produtiva e assertiva.

A economia da recorrência pode auxiliar sua precificação

Implementando este sistema, você terá a oportunidade de oferecer diferentes módulos de assinaturas, cada qual direcionado para as necessidades individuais de seus clientes. Um clássico exemplo é a existência dos pacotes “Básico” e “Premium” em diversas empresas. Seu negócio pode adotar uma tática semelhante, precificando melhor o seu serviço e, simultaneamente, fazendo com que seus assinantes se sintam privilegiados pelo preço justo que pagam.

A economia da recorrência pode te diferenciar da concorrência

É possível (e até mesmo provável) que seu negócio não comercialize um produto exclusivo, mas a nova forma de oferecê-lo pode fazer com que sua empresa se destaque no mercado e até mesmo supere concorrentes que possuam maiores recursos que você. Num cenário de crise, identificar formas de se diferenciar dos demais é fundamental para cativar um público com cada vez menos dinheiro e mais desconfiança.

A economia da recorrência pode fidelizar seus clientes

Seguindo os moldes da economia tradicional, um determinado consumidor pode ir ao seu estabelecimento hoje e nunca mais voltar. Seu controle sobre seus clientes é limitado e o retorno deles é sempre incerto. Na economia da recorrência, no entanto, seu negócio contará com assinantes e terá a oportunidade de desenvolver ações diárias para fidelizá-los e estimulá-los a renovar a assinatura e manter-se fiéis aos seus serviços.

Todos estes pontos são reais, mas não se transformarão em realidade num passe de mágica. Ao ingressar neste modelo, um novo desafio automaticamente deverá nortear todas as suas ações: como manter seus assinantes e fazer com que seu negócio nunca deixe de ser relevante para cada um deles?

Gerindo uma operação de sucesso

Para fazer com que a transição de seu negócio para o modelo de economia da recorrência seja bem-sucedida, você precisará abraçar um conjunto de ações indispensável.

Elas são, em sua maioria, simples, mas requerem do empreendedor uma nova visão de mundo que trará consigo novos objetivos, prioridades e filosofias.

Confira:

  1. Defina seu público-alvo: não importa quão fascinante seja o seu serviço, ele não agradará a todos e, por isso, ter em mente qual é o público-alvo do seu negócio é fundamental para o crescimento do mesmo. Quem é o interessado em seu serviço? Qual é a sua classe social, escolaridade, faixa etária? O que o empolga? O que o faz desistir de algo? Quanto mais respostas você conhecer, maiores serão as chances de você o agradar.
  2. Diferencie-se constantemente: optar pela economia de recorrência já é, por si só, um diferencial, mas este deve ser apenas o primeiro passo de uma jornada constante em busca de inovação. Ao conquistar seus assinantes, você deve traçar estratégias capazes de “eternizar a paixão”, ou seja, de mantê-los motivados em relação aos seus serviços. Atualizar-se e sempre buscar novas formas de atender aos anseios do público serão medidas essenciais para a sobrevivência de seu negócio neste novo modelo.
  3. Estude seus concorrentes: quem dedica todo o seu tempo à análise de seus concorrentes certamente comete um erro, mas debruçar-se sobre o trabalho alheio não deixa de ser uma ação produtiva. Mantenha-se atento às novidades lançadas por seus principais concorrentes. Analise quais são os erros cometidos por eles e que devem ser mantidos longe de sua equipe, mas também seja capaz de reconhecer os acertos dos seus adversários. Feito isto, veja como as lições aprendidas se aplicam ao seu negócio e transforme a teoria em prática.
  4. Relacione-se bem com seus assinantes: no modelo de economia tradicional, é comum que alguns empreendedores se concentrem em cifras e, sem que percebam, se esqueçam de pessoas. Na economia da recorrência, porém, a satisfação de seus assinantes jamais pode ser relegada, sob pena de levar sua empresa à ruína. Invista em relacionamento com seus assinantes e demonstre quão importantes eles são. Para isso, vale a pena apostar em ações tradicionais como questionários, mailing, enquetes em redes sociais e, acima de tudo, muita interação. Não importa quão brilhantes sejam os seus serviços, no fim o que importa é o impacto causado por eles. Relacionar-se bem com seus assinantes pode ser a principal receita para o sucesso!
  5. Aceite o feedback dos seus assinantes: é possível que sua empresa coloque em prática o passo anterior, mas não aprenda nada ao longo do processo. Isso ocorre com empreendedores que encaram críticas como ameaças e comentários negativos como lixo. Ao receber um feedback inusitado — algo que indique, por exemplo, que aquela ideia “extraordinária” não está agradando a alguns —, não o descarte antes de analisá-lo. Em alguns casos, tais opiniões negativas não estarão embasadas e podem ser apenas respondidas com educação; em outros, no entanto, elas podem ser o alerta que salvará o seu negócio e mostrará que uma mudança de rota pode ser a atitude mais inteligente a ser tomada. Portanto, permaneça atento!
  6. Invista em marketing: poucas teorias podem ser tão equivocadas quanto aquela que classifica o marketing e a publicidade como “um luxo para as grandes empresas”. Todo empreendimento necessita transmitir uma mensagem e, na economia da recorrência, esta necessidade se torna ainda mais urgente. Como gestor deste modelo, você precisará se lembrar diariamente que sua empresa não vende apenas um serviço, mas um conceito. O Netflix não é sobre filmes, mas sobre praticidade, exclusividade, rapidez. Caso você não conte com verbas milionárias, ignore por ora a publicidade convencional (TV e outdoors) e aposte em outras vertentes do marketing, como, por exemplo, o marketing digital, modalidade que vem revolucionando o mercado graças a uma combinação de custos mais baixos e resultados mais profundos. O importante é nunca permitir que sua marca se torne uma desconhecida. Afinal, como diz o ditado, “quem não é visto, não é lembrado”.
  7. Torne sua empresa conhecida pelos preços justos: a economia da recorrência não costuma perdoar empresas que se empolgam com o crescimento do número de seus assinantes e, imediatamente, dobram ou triplicam o valor mensal cobrado anteriormente. Não permita que o sucesso contamine seu bom senso. Por sua própria natureza intangível — neste modelo, o cliente não é “dono” de nada —, a economia de recorrência só funciona com preços acessíveis ao bolso do público-alvo. O assinante não deve se sentir abusado, mas privilegiado por poder pagar a quantia justa pelo nível do conteúdo recebido. Neste mercado, saber precificar com exatidão é uma habilidade indispensável.
  8. Perca o medo do “grátis”: aos olhos de muitos empresários, oferecer algo de graça é sinônimo de perder dinheiro. Na economia da recorrência, porém, dar ao indivíduo a chance de experimentar seus serviços gratuitamente por um tempo limitado pode ser a mais eficaz maneira de angariar um novo assinante para o seu acervo. Não tenha medo de oferecer itens como “15 dias grátis”, pois esta pode ser a forma através da qual alguém conhecerá o seu serviço e/ou produto e se apaixonará por ele, tornando-se um assinante fiel durante longos anos.
  9. Ofereça valor ao seu público-alvo: esse passo pode ser considerado a extensão do anterior, mas é o item que fará a separação entre empresas que se tornarão memoráveis e empreendimentos que continuarão navegando nas águas da mesmice. Para divulgar sua marca, ofereça conteúdo de valor. Transforme a página de sua empresa no Facebook numa fonte de bons artigos, infográficos e até mesmo e-books. Faça o mesmo com seu site, transformando-o numa vitrine virtual do seu conceito. Ao ofertar gratuitamente conteúdo de valor, você elevará o grau de relevância da sua marca e aumentará exponencialmente a chance de “converter” internautas em assinantes.
  10. Preze pela excelência: transforme sua empresa em sinônimo de excelência. Ser excelente é ir além do básico e não se contentar nem mesmo com o ótimo. Na economia da recorrência, esta visão pode ser a bússola capaz de te conduzir à consolidação de sua marca.

Neste momento, é possível que você já se sinta motivado e capacitado para transferir sua empresa para a economia da recorrência e iniciar agora mesmo uma jornada de sucesso.

Ao longo deste percurso, porém, você precisará de ferramentas capazes de te ajudar a medir o impacto de cada ação e a calcular o custo-benefício de diversos aspectos do seu negócio.

Para medir uma parede, você precisa de uma trena; para medir a sua empresa, você precisará de algumas métricas.

Conheça-as a seguir e entenda como elas serão fundamentais para a sua nova filosofia de trabalho.

Leia o manifesto da Economia da Recorrência aqui.

 

Continue Reading
Click to comment

Artigos

Formas de pagamento online: quais são as melhores opções?

Published

on

formas de pagamento online

Fazer compras online está cada vez mais fácil para o consumidor, mas quem tem um negócio online sabe que existe toda uma infraestrutura por trás. E são as formas de pagamento online que permitem que uma transação aconteça.

Além disso, uma loja virtual, um site ou um negócio digital tem muito mais chances de crescer se oferecer várias formas de pagamento.

Por isso, neste artigo nós explicaremos quais as formas de pagamento online mais usadas no Brasil e como é possível integrar todas elas na sua solução. Continue lendo!

Quais são as formas de pagamento online?

Como já dissemos, é fundamental que você consiga oferecer o maior número de opções de pagamento online para seu cliente. 

Isso aumenta o poder de compra e de decisão dele, já que pode escolher a opção que mais preferir naquele momento.

Além disso, oferecer várias formas de pagamento online também passa segurança ao seu cliente. E a reputação do seu site aumenta quando ele sabe que está num ambiente seguro para comprar.

Dessa forma, vamos entender quais formas são mais usadas no Brasil e quais devem ser a prioridade do seu negócio?

Boleto

O boleto bancário é a forma de pagamento online mais democrática do Brasil, porque atinge também os desbancarizados. 

Hoje, existem 45 milhões de brasileiros que não possuem conta em banco, e o boleto bancário é a única opção, além do dinheiro, de dar poder de compra a eles.

Além disso, muitos clientes se sentem seguros com a opção do boleto bancário, principalmente quando estão fazendo uma primeira compra ou não conhecem o site ainda. 

Por não querer colocar suas informações bancárias e de cartão de crédito, se você não oferece o boleto, provavelmente vai perder aquela compra.

Cartão de crédito 

O cartão de crédito está se tornando, ao longo dos anos, a principal opção de pagamento dos brasileiros. Dados da E-commerce Brasil mostraram que tivemos um aumento de 23,2% só no primeiro trimestre de 2020.

Dessa forma, se você quer uma grande fatia do comércio online, precisa oferecer essa opção. Além disso, é possível dizer que ela precisa ser a sua principal forma de pagamento, já que é a mais flexível. 

No entanto, é necessário negociar taxas com bancos e adquirentes do mercado, e é preciso mais planejamento, já que antecipar recebíveis só deve ser uma opção em casos de extrema urgência.

Leia também: Como funciona o cartão de crédito na recorrência?

Transferência bancária 

A transferência bancária sumiu um pouco do comércio eletrônico brasileiro, principalmente pela questão da segurança. 

Contudo, colocamos essa opção aqui porque o PIX (Pagamentos Instantâneos) está chegando no mercado e promete mudar esse cenário.

Basicamente, será possível fazer uma transação totalmente segura, entre duas contas, em questão de segundos e com alta criptografia. Veremos quais novidades essa solução trará para o mercado de pagamentos!

Débito em conta

O débito em conta ainda é muito utilizado por empresas de telefonia móvel e por canais de televisão à cabo.

Basicamente, é feita uma intermediação entre bancos usando o número da conta, e essa transação é totalmente segura. 

De todas essas formas de pagamento online, se pudéssemos escolher apenas duas, ficaríamos com o cartão de crédito e com o boleto bancário

A combinação dessas duas opções para o seu negócio garante muito mais flexibilidade e atratividade.

Como usar as formas de pagamento online na empresa?

Escolher as formas de pagamento para a sua empresa é o primeiro passo, e o segundo é fazer a integração entre elas. Isso porque, se você escolhe o boleto bancário como opção, precisará automatizar esse processo. 

Lembre-se que gerar boletos manualmente é um desperdício de tempo, de equipe e de dinheiro para o seu negócio. 

Além disso, se você quer crescer, sabe que quando atender milhares de clientes, não poderá sustentar esse tipo de operação.

Dessa forma, existe uma solução perfeita no mercado, e que pode ser perfeita para você! Já ouviu falar em plataformas de gestão de pagamentos e de cobrança?

Plataforma de gestão de pagamentos

Ter um parceiro que ofereça uma solução completa para o seu negócio é fundamental para que você tenha sustentabilidade e consiga escalar a sua solução.

Além disso, uma plataforma de gestão de pagamentos e de cobrança automatiza todo o seu processo de pagamentos, permite que você consiga oferecer várias opções aos seus clientes e te dá mais visibilidade da sua saúde financeira.

Dessa forma, você pode fazer a integração com várias bandeiras do mercado e adquirentes, negociar as melhores taxas, cobrar clientes com uma régua de cobrança completa e até mesmo vender pelas redes sociais.

Com um link de pagamento, você pode fazer tudo isso e muito mais! Se você quer saber mais sobre como essa solução, que faz parte das funcionalidades da plataforma de gestão de pagamentos, pode ajudar seu negócio a crescer, clique no banner abaixo agora mesmo!

 

Continue Reading

Artigos

Erros na implantação de ERP: fique atento aos principais!

Published

on

erros na implantação de ERP

Você sabe quais são os maiores erros na implantação de ERP dentro das empresas?

A tecnologia chegou para facilitar nossas vidas. A comunicação entre pessoas se tornou mais rápida e simples. O ato de se transportar de um lugar para outro ganhou muito mais comodidade.

Do ponto de vista empresarial, a tecnologia também transformou seus processos internos. Tarefas que precisavam de toneladas de papéis para serem executadas hoje podem ser feitas com modernas ferramentas e com apenas um clique.

Dessa forma, nesse universo, implementar um ERP passou a ser uma alternativa essencial para os negócios prosperarem. Trata-se de uma ferramenta que reduz ainda mais a complexidade das atividades de uma empresa.

De acordo com o relatório IDC Brazil ERP Tracker, entre 2010 e 2014, o mercado de ERP teve um crescimento anual médio de aproximadamente 11%. Esse número demonstra o quanto adotar um ERP passou a fazer parte do cotidiano de gestores em mercados diversos.

Portanto, neste texto você verá como é possível evitar erros na implantação de ERP, com o objetivo de obter sucesso para a sua empresa.

O que é um ERP?

O ERP é um sistema de gestão empresarial que deriva do nome Enterprise Resource Planning ou, ao pé da letra, Planejamento dos Recursos da Empresa.

Para ilustrar o que é um ERP, imagine que você tenha uma empresa com diversos sistemas que gerenciam departamentos e funções diferentes, como, por exemplo, para cuidar da folha de pagamentos, para controlar suas vendas, analisar metas e desempenhos e gerenciar impostos.

Não seria muito melhor contar com um sistema que unifique todos esses processos do que ter softwares isolados para cada uma das demandas? Pois é exatamente esse o objetivo da implementação de um ERP numa empresa.

Além disso, um ERP oferece um único sistema que integra departamentos de uma empresa, facilitando a comunicação interna e reduzindo custos. Com essa ferramenta:

  • O departamento financeiro pode identificar quanto direcionar ao pagamento de funcionários a partir das informações disponibilizadas pelo setor de RH;
  • Já o departamento de RH, por sua vez, pode avaliar o desempenho de um funcionário, junto a outro setor, para discutir um possível aumento;
  • Por último, o departamento de marketing pode traçar uma nova estratégia para divulgar um produto que não esteja girando, baseado nas informações da equipe de vendas.

Quais são os benefícios da implementação de um ERP?

Já citamos neste texto como a implementação de um ERP pode melhorar a comunicação entre os setores e reduzir custos de uma empresa. Mas seus benefícios não param por aí:

  • Planejamento: gestores dos departamentos podem ter maior controle sobre as informações, uma vez que o ERP unifica dados e processos, possibilitando prever cenários e melhorar suas decisões estratégicas;
  • Segurança: um sistema como esse dificulta o extravio de informações essenciais para as empresas, além de possíveis fraudes. Se o ERP estiver na nuvem (Cloud Computing), sua infraestrutura e manutenção ficam a cargo do fornecedor, trazendo ainda mais tranquilidade;
  • Competitividade: implementar um ERP permite reduzir custos e padronizar processos. Isso traz ganhos significativos na gestão de um negócio, além de possibilitar que a empresa invista ainda mais nas pessoas e na melhoria de produtos e serviços, aumentando seu poder competitivo em relação ao mercado.

Quais são os maiores erros na implantação de ERP?

Apesar de ser uma mudança que vai simplificar a gestão de uma empresa, implementar um ERP está longe de ser um processo fácil. Por isso, todos estão suscetíveis a erros.

Por isso, falaremos agora sobre os maiores erros na implantação de ERP para que você sinta mais segurança ao começar:

1. Não planejar com eficiência

Cuidado para não errar ao fazer a estimativa de tempo e recursos necessários para a sua implementação. Realize auditorias internas para entender o impacto dessa mudança nos departamentos.

Além disso, antes de iniciar, monte equipes de avaliação da solução, com os profissionais interessados no seu uso. Planejamento é tudo.

2. Não se preparar para a mudança

Parece bobagem, mas empresas costumam não se preparar para mudanças tão significativas. Portanto, realize treinamentos com as equipes impactadas e garanta que a comunicação interna sobre o assunto está fluindo.

Além disso, faça testes de conhecimento, antes de implementar um ERP.

3. Não entender os recursos-chave

Faça uma lista com todos os principais recursos do sistema. Depois disso, realize análises periódicas para identificar quais deles não estão sendo utilizados ou mal utilizados. Evitar esse erro reduz custos com atualizações, melhorias e treinamento de pessoal.

4. Não definir prioridades

Ninguém consegue ser produtivo com muitas tarefas pela frente. Implementar um ERP pode envolver vários departamentos e ser um processo complexo.

Por isso, é importante definir prioridades para entender quais questões devem ser resolvidas primeiro. Isso reduz custos e tempo de implementação.

5. Não realizar manutenções

Não basta investir para implementar um ERP. A evolução da tecnologia é cada vez mais rápida e realizar manutenções periódicas é extremamente importante para não tornar a ferramenta obsoleta.

Dessa forma, atualizações e ajustes vão melhorar ainda mais seus processos.

6. Não adotar a abordagem certa

Um erro comum é considerar que ele irá executar um negócio fim a fim. É importante entender que o principal objetivo de um sistema de ERP deve se concentrar em otimizar a cadeia de valor e rastrear os custos da empresa. O restante é uma abordagem secundária.

7. Não contar com o suporte

Você não pode se preocupar apenas com o momento em que for implementar um ERP. É preciso cuidar, também, do que acontece depois.

Além disso, quando os funcionários começam a  utilizar efetivamente a ferramenta, muitas dúvidas e problemas podem surgir. Por isso, invista, também, em suporte interno ou realizado por terceiros a fim de solucionar os problemas que ocorrerem após a implementação.

8. Não integrar a um RBM

Ao implementar um ERP, é possível integrá-lo com diversos departamentos e ferramentas. Um erro comum é não fazer o mesmo com um RBM (Relationship Business Management). É esse sistema que administra o relacionamento entre fornecedores de serviço e seus clientes (contratos recorrentes ou assinaturas).

Conheça mais sobre o tema aqui.

cobranca recorrente

Continue Reading

Artigos

O que é pagamento recorrente? Tudo sobre esse método de pagamento!

Published

on

pagamento-recorrente-recorrencia

A experiência do cliente nunca teve tanta importância como nos dias de hoje. O modo como as empresas, independentemente do tamanho, se relacionam e atendem os clientes vem mudando muito (faça essa reflexão!). Antes, o consumidor fazia uma compra avulsa de um produto. Nos dias de hoje, é possível notar que o consumidor busca por acesso, não posse. A chamada economia do acesso evidenciou ainda mais o pagamento recorrente. 

O pagamento recorrente vem crescendo cada vez mais no mundo, inclusive no Brasil. Por trazer vantagens para o consumidor e para a empresa, esse modelo de negócio teve grande expansão, indo além dos serviços de academias, escolas e internet, por exemplo.

Neste material, fique saiba o que é pagamento recorrente, como funciona, o que significa pagamento recorrente e muito mais. Acompanhe aqui comigo até o final, beleza? 

O que é pagamento recorrente

Primeiro, vou explicar o que é pagamento recorrente, está bem? Este modelo é usado para serviços de uso contínuo, como o pagamento de mensalidades ou “assinaturas”. E, isso não é algo recente não, viu? 

Lembra quando seus pais ou algum tio assinava jornais ou revistas? Então, eles faziam um pagamento mensal ou semanal, por exemplo, e recebiam em casa com uma certa periodicidade esses materiais. 

A ideia é que, enquanto houver prestação de serviço, o cliente vai continuar pagando conforme a duração do contrato, que pode variar para cada caso. 

Veja mais alguns exemplos do dia a dia 

Se você acha que o pagamento recorrente não facilita a vida dos consumidores, pare e pense aqui comigo sobre os serviços que você usa de forma contínua. Pensou?  

Você, provavelmente, deve assinar algum serviço de streaming, como Netflix e Spotify, certo? Os valores desses serviços caem no seu cartão mensalmente, de forma automática. Isso, faz com que essas faturas não fiquem no esquecimento e interrompam o seu acesso. 

Além desses exemplos mais atuais, vamos pensar nas tradicionais contas de água, luz, telefone, internet, condomínio, etc. Essas contas também são cobranças recorrentes, o que podemos chamar de débito recorrente

Viu só? O pagamento recorrente já faz parte do nosso dia a dia antes mesmo de termos essa consciência, né? 

Como funciona este tipo de pagamento?

Agora, vamos entender como funciona o pagamento recorrente! Em primeiro momento, é importante salientar que o pagamento recorrente acontece em períodos pré-determinados. 

Ou seja, o consumidor sabe a data que vai realizar o pagamento, podendo esse pagamento ser semanal, mensal, trimestral, anual e, até mesmo, diariamente. 

O que caracteriza esse tipo de pagamento é que ele ocorre de forma automática. Além disso, é uma operação que não toma o limite do cartão do cliente, somente o valor de cada mensalidade, até mesmo no momento da aquisição. Isso, difere o pagamento recorrente do parcelamento

Outro exemplo de pagamento recorrente é a academia, como a BlueFit. Nos dias de hoje, não é mais preciso entregar 12 cheques para que fossem descontados a cada mês, em um plano anual, por exemplo. Hoje, o valor cai direto no cartão na data acordada. Muito mais simples, né? 

Qual é a diferença entre pagamento recorrente e cobrança recorrente? 

Agora, você já sabe o que é pagamento recorrente, certo? Mas, sei que você deve estar se perguntando qual é a diferença entre esse modelo de pagamento e a cobrança recorrente, adivinhei?

Do ponto de vista técnico, é a mesma coisa. Quando falamos de pagamento recorrente, estamos nos referindo ao processo de pagamento como um todo. Ou seja, a cobrança através de cartão de crédito, débito ou boleto, o pagamento automático, a segurança nas transações e o controle total dos assinantes. 

Resumindo como funciona esse modelo de pagamento 

Então, para descrever em poucas palavras o que é pagamento recorrente, fiz alguns tópicos. Vamos conferir?

  • Válido para serviços e produtos de uso contínuo;
  • Deve ser feito de forma automática;
  • É caracterizado por periodicidade, planos ou assinaturas;
  • A transação é capturada por um gateway ou sistema de pagamentos (adquirentes e subadquirentes, por exemplo);
  • Diferente do parcelamento, não toma o limite do cartão do cliente;
  • Traz vantagens para a empresa e para o cliente.

Como obter este tipo de pagamento na empresa?  

Independentemente do tamanho na sua empresa e segmento, para ter um pagamento recorrente, é preciso que você venda produtos ou serviços de forma contínua. Ou seja, se o seu negócio possui um modelo de venda recorrente, você pode usar um sistema que faça todo esse processo. Por isso, vou listar aqui algumas opções, mas saiba que são várias! 

  • Educação: cursos livres, escolas de ensino médio e fundamental, cursos EAD, graduação, pós-graduação, cursos de idiomas, etc.
  • Academias: academias tradicionais, estúdios de pilates, academias de crossfit, personal trainer, etc.
  • Beleza: clínica de estética, salões de beleza, espaço de depilação, designer de sobrancelha, etc.
  • SaaS: válidos para diferentes negócios que vendem serviços online. 

Muitas empresas têm um processo manual para realizar cobranças, gerenciar clientes e analisar o faturamento. Além de muito tempo gasto, esses processos podem conter erros, o que vai fazer com que os funcionários gastem mais tempo ainda fazendo os ajustes. 

Por isso, com o pagamento recorrente, você busca por uma plataforma tecnológica que possa fazer essas tarefas de forma ágil e descomplicada. 

Quais são os benefícios do pagamento recorrente para a empresa? 

Como já entendemos o que é o pagamento recorrente, vamos verificar as vantagens. Os benefícios para a empresa são variados, desde organização financeira até automatização de processos. Afinal, tempo é dinheiro, né? Veja algumas vantagens para as empresas:

  • Cobranças automatizadas;
  • Redução da inadimplência;
  • Mais previsibilidade do faturamento;
  • Receita recorrente;
  • Mais tempo para focar em outras tarefas. 

Benefícios da cobrança recorrente para o cliente 

Os clientes também têm vantagens quando o assunto é pagamento recorrente. Por isso, confira alguns:

  • Não esquece de realizar o pagamento por ser algo automático;
  • Não ocupa o limite do cartão de crédito;
  • Maior escolha de como deseja realizar o pagamento. 

Qual plataforma é ideal para esse modelo de pagamentos? 

A Vindi é uma plataforma completa para realizar pagamentos online. Ela proporciona total liberdade para que a empresa escolha como deseja cobrar dos seus clientes. Além disso, é possível automatizar diversos processos, ter uma régua de comunicação, enviar notificações, fazer gestão de clientes e muito mais. 

Torne a sua empresa em um modelo recorrente e tenha diversos benefícios. Clique aqui e conheça a plataforma Vindi.

 

Continue Reading

Conheça a Vindi

cobranca recorrente

cobrança reccorente

Trending