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Moradia por assinatura: startup Housi é novidade no mercado imobiliário

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aluguel por assiantura

O modelo de assinaturas, que já conhecemos, ganhou mais um setor: o imobiliário

O aluguel de moradia é, com certeza, uma cobrança recorrente para muitas pessoas. Todo mês, o boleto chega para pagamento. Além disso, estamos acostumados a lidar com algumas burocracias quando alugamos um imóvel, como: tempo mínimo de contrato, multa por atraso de pagamento, contas avulsas de água, luz e condomínio, e por aí vai.

Mas e se morar por aluguel fosse mais descomplicado e flexível? 

Pensando nisso, um novo negócio brasileiro lançou um plano de assinaturas para aluguel: a Housi é considerada um plano de moradia recorrente pioneiro e inovador. A sua proposta principal é oferecer apartamentos em diversos bairros da cidade de São Paulo, para curta ou longa estadia do inquilino, junto a um pacote completo de serviços inclusos no preço.

O modelo de contratação e cobrança é 100% digital, por cartão de crédito ou boleto. No caso do cartão de crédito, a cobrança não consome o valor total do limite do cartão: todos os meses uma nova cobrança é criada de forma automática na fatura, enquanto a assinatura estiver ativa.

Sobre a moradia por assinatura

Na Housi, a moradia é por assinatura, o que lembra um pouco o processo de reservar hospedagem em um hotel. Isso porque os imóveis da Housi ficam disponíveis em duas modalidades: diárias ou aluguel. O locatário deve escolher sua data de entrada e saída para fazer uma reserva.

Além disso, o espaço é pronto para morar: são locais mobiliados, decorados e equipados com eletrodomésticos, oferecendo até mesmo roupa de cama e toalhas. 

O preço da assinatura é calculado proporcionalmente ao tempo de reserva pretendido pelo morador. Quanto maior o tempo escolhido para estadia, há descontos progressivos a partir de 3 meses de aluguel, chegando a 20% off para 12 meses.

O pacote de serviços da Housi, no entanto, não é opcional. O locatário precisa aderir ao pacote para completar seu aluguel. Nele, estão inclusas despesas obrigatórias, como contas de luz e água, IPTU e condomínio, mas, além disso, há Wi-fi e TV a cabo, e descontos nos serviços: Uber, iFood, Rappi, Omo, Netflix, entre outros. Interessante, não é?

O único fator limitante é que o serviço é mais indicado para pessoas que pretendem morar sozinhas ou, no máximo, em 2 pessoas. Isso porque a maioria dos imóveis disponíveis na Housi é de metragem pequena, no estilo kitnet. Mas, vale a pena fazer uma busca no site e conhecer se atende suas necessidades!

Esse case mostra como a Economia da Recorrência mais uma vez facilita e desburocratiza processos! Quer saber mais sobre como funcionam cobranças recorrentes? Então leia esse post completo do blog da Vindi: O que é recorrência e como funciona?

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Play Pass, assinatura da Google Play, é lançado na América Latina

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google play pass

O Brasil é o segundo país que gera a maior quantidade de downloads na Google Play, mas não figura na lista dos dez maiores geradores de receita.

Isso porque os usuários baixam as versões gratuitas dos games e não migram, na maioria das vezes, para versões pagas. Esse tipo de uso é monetizado por anúncios, ou seja, o usuário não paga nada, mas assiste diversos anúncios que interrompem a experiência.

Observando essa tendência, a Google Play lançou este mês no Brasil uma assinatura que dá “passe livre” para os usuários em centenas de apps de games e outros tipos de categorias, sem anúncios e com todas as funcionalidades pagas destravadas.

A assinatura é chamada Play Pass, e já se encontra disponível no menu da Play Store, a loja de apps dos aparelhos Android. 

Mais sobre o Play Pass

O Play Pass foi lançado pelo Google pela primeira vez em setembro de 2019, nos Estados Unidos. Hoje, além do Brasil, o serviço está sendo disponibilizado no Chile, Colômbia, México e Peru. 

Segundo o serviço, o pacote inclui jogos e apps criados por desenvolvedores brasileiros, como Sudoku e Crossword Puzzle Free, além de games internacionais, como Terraria, Monument Valley, Risk, Star Wars: Knights of the Old Republic. 

É possível começar com um teste gratuito de 10 dias e depois assinar o plano mensal por R$9,90, ou o plano anual por R$89,99 (leia os termos completos).

Há ainda a promessa de que, todos os meses, o assinante do Play Pass terá acesso a mais novidades a descobrir. Entre elas, estão os games This War of Mine e Cytus, que estarão disponíveis em breve.

O responsável pela conta da família pode compartilhar a assinatura do Play Pass com até cinco pessoas, com downloads individuais para cada participante.

O concorrente da Play Pass

Desde 2015 já existe algo semelhante ao Play Pass no Brasil, chamado Apps Clube. Ele é realizado pela empresa Bemobi em parceria com as operadoras de telefonia (Claro, Vivo, Oi e TIM).

O Apps Clube já tem mais de 6 milhões de usuários no Brasil e seu preço está um pouco acima da nova concorrente: são R$3,99 semanais, a depender da operadora, chegando a R$5,99 no caso da Vivo, ou R$12 por mês. (Enquanto no Google Play Pass o valor é fixo de R$9,90 mensais). 

A assinatura também oferece acesso ilimitado a apps sem publicidade e com todas as funcionalidades liberadas.

A grande sacada do Apps Clube é ser pago diretamente na conta de celular do usuário (seja crédito pré-pago ou conta pós-paga).

A operação, segundo a Bemobi, funciona dessa maneira porque a maioria dos usuários de países emergentes tem linhas pré-pagas e não possui cartão de crédito. Portanto, isso inviabilizava a cobrança da assinatura de apps por pagamentos online.

Dessa forma, a solução encontrada foi o modelo B2B2C, que faz a cobrança da assinatura do Apps Clube através do billing de telefonia móvel.

Nos nove primeiros meses deste ano, a empresa teve receita de R$ 108,217 milhões, com queda de 3,3% sobre igual período do ano passado. Entretanto, o lucro líquido foi de R$ 28,468 milhões, com expansão de 0,7%.

Como está a economia dos apps até o momento?

Em 2019, o mercado dos aplicativos já valia bastante, em um valor de aproximadamente US$ 1,3 trilhão.

Entretanto, segundo o último relatório disponibilizado pela App Annie, especialista em consumo digital a nível global, o cenário para 2021 é de um crescimento para US$ 6,3 trilhões.

Da mesma forma, espera-se que base de usuários dobre de 3,4 bilhões de pessoas usando aplicativos para 6,3 bilhões. 

Quando o assunto é tempo gasto em aplicativos, falamos de um aumento para 3,5 trilhões de horas em 2021. Para se ter uma ideia, em 2016 esse número não passava de 1,6 trilhão.

Agora, saiba mais sobre a Economia dos Apps no blog da Vindi!

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Assinaturas de streaming: mudanças e novidades no Brasil

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Assinaturas de streaming

Não é de hoje que as assinaturas de streaming das principais plataformas de entretenimento crescem no Brasil e no mundo. Baseados em Recorrência, esses serviços vêm dando acesso a milhões de pessoas a diversos conteúdos da indústria audiovisual e de games. 

O impacto da pandemia de Covid-19 acelerou ainda mais esse mercado, devido às pessoas estarem mais em suas casas e, portanto, mais propensas a se interessarem por filmes, músicas, games e séries dentro do conforto do lar. 

Nesse sentido, a concorrência entre serviços de streaming está cada vez mais acirrada. Por exemplo, Apple TV+ e o Disney+ ameaçam a hegemonia da Netflix como principal plataforma de conteúdos originais, o que está gerando mudanças de preços da assinatura da líder do setor. 

E o Spotify também vem se movimentando para monetizar mais seus pontos fortes, como os podcasts originais. Já na linha dos games por streaming, recentemente foi disponibilizado no Brasil a Luna, plataforma da Amazon, que ganhou ontem (11) mais um corrente em terras brasileiras: o Project xCloud, da Microsoft. 

Você acompanha mais detalhes sobre todas essas movimentações das principais plataformas de assinaturas de streaming no nosso texto de hoje!

Spotify

O foco em música parece estar com os dias contados no Spotify. Desde que os podcasts começaram a se popularizar, a plataforma vem surfando a onda com diversos conteúdos exclusivos e originais no formato.

Nos últimos meses, grandes nomes como Michelle Obama, Kim Kardashian West e Joe Rogan fecharam acordos para podcasts exclusivos com o Spotify, o que vem dando força a esse nicho na plataforma.

Assim, na última terça-feira (10), o gigante do streaming anunciou que está comprando a plataforma de publicidade e publicação de podcasts Megaphone, por US $ 235 milhões. 

A aquisição permitirá, entre outras coisas, que as marcas façam anúncios em mais podcasts no Spotify. A premissa também é que os editores de podcast possam contar com mais recursos para monetizar seu conteúdo. 

Para isso, o Spotify disse que utilizará a nova tecnologia de publicidade que revelou em janeiro, chamada Streaming Ad Insertion (SAI). Ela pode dar poderosas métricas sobre o alcance e segmentação de público dos anúncios. 

Portanto, a expectativa é que a Megaphone se junte ao Spotify na missão de acelerar a monetização inteligente de podcasts, movidos por uma audiência dimensionada e tecnologia de ponta.

Mais assinaturas Spotify

Além dos anúncios nos casts, a proposta de criar modalidades de assinaturas de streaming voltadas apenas para podcasts originais já vem sendo estudada pelo Spotify, desde antes da notícia da aquisição da Megaphone.

A informação vinha sendo sugerida em uma pesquisa da empresa enviada a alguns usuários nos EUA, que descreve quatro opções de planos, com valores entre US$ 3 e US$ 8 mensais. Mas, por hora, nada concreto quanto a isso foi lançado pela plataforma.

O Spotify cresceu muito e, recentemente, ultrapassou a marca de 300 milhões de usuários no último trimestre. No entanto, ainda sofre prejuízo de 101 milhões de euros. Isso pode ser um dos fatores que estão incentivando as mudanças de precificação.

Assim, o CEO Daniel Ek deixou claro que o aumento de preços nas assinaturas do Spotify também está a caminho em alguns países. Movimento este que vem sendo testado em alguns mercados, como o australiano, que teve aumento de um dólar no Plano Família. 

É só uma questão de tempo até que o Brasil também receba essas atualizações. Preparado para pagar por podcasts ou mais caro pelo plano de músicas?

Netflix

Falando em aumento de preços de assinaturas, a Netflix também está aumentando o valor das assinaturas mensais nos Estados Unidos para seus planos padrão e premium. 

Apesar disso, são aumentos relativamente pequenos: o pacote padrão, mais popular, custará US$ 14 por mês, o que é US$ 1 a mais do que antes. Já o plano premium custará US$ 18 por mês, um aumento de US$ 2. O pacote básico, no entanto, não sofrerá ajustes e continuará custando US$ 9.

Segundo a Netflix, com esses aumentos, ela se compromete com uma entrega de “uma experiência ainda melhor”. Além da continuidade da variedade de programas de TV e filmes. 

Porém, o mercado especula que não seria só essa a motivação. “As pessoas têm mais opções de entretenimento do que nunca”, declarou um porta-voz da Netflix.

Na semana passada, o balanço de assinantes da Netflix revelou uma desaceleração do crescimento conquistado por ela no início do ano. No terceiro trimestre do ano, foram conquistados 2,2 milhões de novos assinantes, o que foi abaixo das expectativas de analistas. 

A empresa previu que o aumento anterior não duraria, mas ainda espera adicionar 6 milhões de assinantes de streaming no próximo trimestre. Com novos concorrentes chegando ao Brasil haverá maior demanda dos esforços de aquisição de clientes. Go, Netflix!

Disney+

Ao contrário de sua rival Netflix, o Disney+ encontra-se em franca expansão. Ele ganha, agora, fatias do mercado latinoamericano. É que a partir desta terça-feira (3), o Disney+ inicia a pré-venda de assinaturas de streaming da plataforma no Brasil e em outros países da América Latina.

E a plataforma já chega oferecendo desconto no plano anual para quem efetuar a compra até o dia 16 de novembro. Durante o período promocional, o valor da assinatura anual será no total R$ 237,90 (o equivalente a R$ 19,82 por mês). Mais uma alfinetada na Netflix, que tem preços a partir de R$ 21,90 mensais. 

No entanto, o Disney+ não oferece tanta flexibilidade de pagamento no plano anual promocional: a quantia só pode ser paga à vista (cartão de crédito, débito ou PayPal). A pré-venda já está rolando no site oficial do Disney+.

Após o período promocional, que se encerra em breve (16/11), o preço anual sobe para R$ 279,90. E abre a possibilidade de assinar também o plano mensal, custando R$ 27,90.

A assinatura, como de praxe no mercado, dá a possibilidade de assistir aos conteúdos em até quatro dispositivos simultaneamente, com resolução 4K HDR. 

Para quem quiser experimentar os títulos do streaming, pode aproveitar o período gratuito de teste de 7 dias grátis.

Project xCloud

E na esteira das estréias, chega também ao Brasil, para alegria dos fãs de Xbox, o Project xCloud, da Microsoft, a partir de 18 de novembro.

O streaming de games estava em fase teste (Preview), no ano passado, nos Estados Unidos, e já circulou em outros 22 países. O Brasil ainda estava de fora, mas entrará no próximo round de testes, junto com Austrália, Japão e México. 

A lista inicial de títulos para testar no Project xCloud Preview no Brasil conta com 32 games e quem estiver interessado em testar a novidade já pode se registrar neste link, com uma conta Microsoft.

A partir de 2021, os assinantes podem esperar mais novidades da Microsoft, com uma nova etapa de jogos em nuvem como parte do programa Xbox Game Pass Ultimate. Com ela, será possível rodar games de última geração em smartphones e tablets, com sistema Android, por meio do app Xbox Game Streaming (Preview), disponível na Google Play Store.

As assinaturas de streaming, antes concentradas em poucos players do mercado, estão passando por adaptações ocasionadas pela alta demanda. Além da chegada de novas plataformas e da necessidade de aproveitar as oportunidades de monetização. Assim como para qualquer conteúdo, os assinantes estão sujeitos às mudanças de preços e inserção de anúncios.

Mas, por fim, esperamos que esses gigantes do entretenimento não “percam a mão” no balanço entre conteúdo de qualidade, preço e publicidade. Estaremos atentos aos próximos capítulos e curiosos sobre as novidades que estão chegando!

E, se você quer ficar sempre por dentro dos melhores insights sobre Serviços de Assinatura, assine a newsletter da Vindi, especialista no tema!

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Artigos

Por que a Economia da Recorrência já é o presente?

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Economia da Recorrencia

Você notou que nos últimos anos surgiram diversos clubes e serviços por assinatura? Hoje, podemos acessar diversos bens, experiências, produtos e serviços pagando pouco ou menos do que o normal. Isso é proporcionado pela Economia da Recorrência, ou das Assinaturas.

Em 2019, por exemplo, houve um crescimento global de 18% na receita dos clubes de assinatura, enquanto o faturamento do modelo tradicional aumentou apenas 4%, segundo o Relatório da consultoria McKinsey. Em 2020, com crise da Covid-19, esse número é ainda mais representativo. Durante a pandemia foram lançados 800 novos clubes e a previsão é de que o setor feche 2020 com alta de 12%. Ou seja, os serviços de assinaturas foram resilientes até mesmo numa das piores crises globais do último século.

Está na hora de começarmos a observar mais esse tipo de negócio e seus benefícios. Mais do que a “Economia do Futuro”, a Recorrência já está no nosso presente. Veja, então, no post de hoje, alguns exemplos práticos de como ela está totalmente atrelada ao nosso dia a dia:

Entretenimento

Antigamente, para assistir filmes, ouvir músicas ou jogar videogame era muito comum termos em casa pilhas de DVDs, fitas cassete e CDs (ou mais antigos ainda, os discos de vinil). Hoje, quando pensamos em entretenimento, bastam as assinaturas das plataformas, como Netflix, Amazon Prime Video, Spotify, Deezer, Luna e tantas outras, para ter acesso a milhares de filmes, músicas e games.

Essas plataformas são exemplos de como determinados produtos se massificaram (se tornaram acessíveis às massas) pela Economia da Recorrência. Eles se tornaram baratos e acessíveis em qualquer dispositivo, eliminando os diversos aparelhos e formatos físicos. E esse foi um grande salto para a indústria do entretenimento produzir mais e melhor.

Transporte

Se o objetivo das gerações anteriores (Boomers e Geração X) era ter um bom carro na garagem e, num alto padrão de vida, trocar de carro todo ano, hoje esse já não é mais o sonho de boa parte dos jovens.

Isso porque as formas de se deslocar ficaram muito mais fáceis pelos apps, seja um Uber ou um carro alugado. Isso elimina preocupações como seguro de automóvel, impostos e outras questões, e permite até mesmo tirar uma onda andando por aí com carros de luxo por assinatura. Este é mais um exemplo da transformação da Economia das Assinaturas em setores tradicionais como o de veículos.

Moradia

O sonho da casa própria também não está tão em alta. Hoje, ao invés de fixar residência, muitos Millennials preferem ser nômades, e contar com soluções de moradia mais flexíveis, como o aluguel de casas pelo Airbnb, ou até mesmo um coliving por assinatura como a Housi. É uma forma de cortar também os gastos fixos de manutenção de uma casa, e além disso, poder morar em qualquer lugar do mundo se for a intenção.

Experiências

A nossa forma de comprar mudou. Estamos mais em busca de experiências do que de produtos isolados. Nesse sentido, os Clubes de Assinaturas revolucionaram o mercado pela sua nova forma de se posicionar como uma experiência e não como produto.

No geral, a entrega em casa já é um diferencial das assinaturas. O cliente só precisa escolher seu plano e deixar que o clube selecione os melhores produtos para seu perfil, embale de forma impecável e envie para seu endereço em datas convenientes.

Daí que hoje podemos não mais “comprar um vinho”, mas sim receber rótulos exclusivos e diferentes em uma caixa selecionada para nosso perfil; “ter uma experiência de beleza e autoestima” ao assinar uma box de cosméticos; “o sabor da fazenda na mesa” ao optar por uma assinatura de geléias e queijos artesanais, e por aí vai.

Este é o pulo do gato. Transformar produtos comuns, até mesmo triviais, em experiências únicas. Como? Oferecendo curadoria, personalização e comodidade ao consumidor. 

Esses foram alguns exemplos de como esse tipo de Economia do Acesso transformou nossas atividades mais cotidianas, além de nossos projetos de vida e o uso de recursos financeiros e do planeta. Esqueça propriedade e seja bem-vindo ao mundo das assinaturas.

Quer apostar no modelo da Recorrência para seu negócio? Então entenda como a Vindi, que já atende mais de 6.000 clientes, pode ser a parceira ideal para a monetização e cobrança de assinaturas. Fale com nossos especialistas aqui:

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