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Startup IVY recebe investimentos: produtos de limpeza por assinatura

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Aqui no blog Cobrança Recorrente, você acompanha diversos cases de sucesso sobre Clubes de Assinatura, que utilizam a Economia da Recorrência para extrair o máximo potencial do mercado.

A resiliência do setor é notável – só neste ano, o faturamento dos Clubes de Assinatura cresceu 10%, como apontou o Valor Investe

Fundada em 2018, a startup de produtos de limpeza IVY é um exemplo de clube que está cada vez mais em destaque e que recebeu recentes investimentos. A startup é um spin-off da TerpenOil, empresa fundada em 2007.

O carro chefe da empresa é a sustentabilidade: embalagens compactas, lembrando o formato das cápsulas para máquinas café. Elas contém a mistura seca para produtos de limpeza e economizam cerca de 90% do tamanho dos frascos. 

Segundo o co-fundador Marcelo Ebert, a forma tradicional de comprar e consumir esses produtos não fazia o menor sentido: 90% do conteúdo deles é água, o que gera uma enorme quantidade de plástico.

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Para usar o produto, basta o cliente encaixar a cápsula no borrifador da marca, misturar com água e pronto! Imagem: IVY

Além disso, os ingredientes dos produtos da startup fogem da enorme lista de sulfatos e saponificantes. A marca usa apenas compostos naturais, como o terpeno, extraído da casca de laranja.

Dessa forma, a YVY nasceu pensando em oferecer a entrega de produtos de limpeza ecológicos, multifuncionais e que facilitam a vida das pessoas. 

No ano passado, o co-fundador da IVY, Marcelo Ebert, participou do evento Recorrência, realizado pela Vindi. Assista e conheça mais sobre a história da empresa e como eles chegaram até aqui:

Modelo de negócios da IVY

Os produtos IVY vão desde desinfetantes até lava-roupas, lava-louças, multiuso e outros. Portanto, o assinante deve escolher o kit que mais se adequa às suas necessidades, que varia com a quantidade de cápsulas.

O menor kit começa pelo valor de R$62,90, com 9 cápsulas variadas. Chega a R$164, com 28 cápsulas. Dentro dessa quantidade, o comprador pode escolher a distribuição das cápsulas por tipo de produto e montar seu kit. 

O modelo da IVY é de assinaturas, ou seja, paga-se o valor mensalmente e recebe-se os produtos em casa, podendo cancelar a adesão a qualquer momento, sem multa.

Em 2019, o faturamento da empresa chegou a R$ 1 milhão. Mesmo com a crise, ela apresentou números de crescimento. E assim chegou a 4 mil assinantes em todo o país até hoje, segundo dados da empresa.

A IVY cobra dos clientes pela plataforma Vindi, especializada no modelo de pagamentos recorrentes como o de assinaturas usado pela startup.

Mensalmente, a plataforma dispara a cobrança para o cartão de crédito cadastrado do cliente. Ou emite o boleto, se essa for a forma de pagamento escolhida. Dessa forma, a automação da cobrança reduz os níveis de inadimplência dos clientes. Além disso, traz a desejada praticidade na rotina dos usuários.

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Investimentos

A startup IVY recebeu um aporte de R$ 3 milhões na sua primeira rodada de investimentos, divulgada na última semana. A rodada teve a participação de Gustavo Roxo (ex-BTG Pactual), Paula Nader (ex-Santander) e Marcos Angelini (CEO da Red Bull na América Latina).

Com o aporte, o CEO Marcelo pretende colocar mais fichas em frentes já testadas e que geram resultados para a empresa. Também quer lançar novos produtos, investir nas embalagens e no marketing digital. 

Além disso, a empresa, que atualmente só vende online, cogita abrir pontos de venda físicos no futuro. Provavelmente isso acontecerá junto a outros parceiros. Por fim, eles estão trabalhando em prol da meta de atingir 5 mil clientes até o final do ano.

Uma história bastante inspiradora, né?

Tenha a Vindi como parceira do seu negócio também! Fale com os consultores e comece a vender pela recorrência!

 

Cases

Vindi lança canal para fazer reviews e unboxing de clubes de assinatura

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A Vindi, plataforma de pagamentos recorrentes lançou um canal muito especial, onde avalia e faz unboxing de kits de clubes de assinaturas. Batizado de “Recebidos da Vindi”, o canal irá contar com a própria equipe da Vindi na abertura e avaliação dos produtos.
Acompanhe o primeiro vídeo do Moka Clube.

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Artigos

NYT atinge 308 mil novos assinantes usando recorrência

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Pensar em recorrência, de cara, remete às gigantes do mercado de Assinatura como Netflix, Salesforce e etc. Mas, na Vindi essa questão do consumo recorrente foi resgatada pelo Rodrigo, nosso CEO, lembrando dos primórdios da recorrência, quando – talvez – nem se falava em automação de cobranças ainda.

Em uma apresentação, ele citou a entrega do leite na porta de casa como uma venda recorrente cujos “prestadores de serviço” recebiam do cliente ao fim de cada mês. Se, por um lado, a recorrência de produtos começou com o leite. Por outro, no mundo da informação ela começou (ou teve participação efetiva) com o The New York Times.
É provável que todos já tenham ouvido falar do NYT, mas é um veículo fundado em 1851 nos Estados Unidos com publicações diárias na cidade de Nova Iorque (ou Nova York, os linguistas ainda não chegaram a uma pronúncia definitiva).

O caso é: O The New York Times é o segundo jornal com maior circulação nos Estados Unidos e o 39° do mundo, tem o maior número de prêmios Pulitzer entre todas as agência de notícias e é um jornal de referência para boa parte dos cidadãos americanos. Mas, nada disso impediu que ele entrasse para o limbo da crise na comunicação.
Queda nas tiragens de jornal impresso, vendas na metade do preço, demissão em massa e até perda de credibilidade estão entre os momentos colecionados pelo New York Times nos últimos anos.
Mas, uma boa notícia:
“O jornal conquistou 308 mil assinantes em três meses, o que configurou o melhor índice de crescimento do veículo no cenário digital.”
O veículo passou a ser, também, digital em 1996 e o portal recebe leitores de todos os lugares do mundo. Em 2010, como uma saída para a crise, o The New York Times resolveu começar a cobrar dos visitantes o acesso para leitura. O veículo oferece assinatura a partir de três diferentes planos:

Vindo do mundo da comunicação, posso afirmar que esses resultados obtidos ainda não são a salvação dos veículos de notícias. Mas, de longe, posso dizer que resultados como esse (308 mil novos assinantes lendo o jornal em três meses) animam o mercado e o faz pensar de forma estratégica em como acompanhar, cada vez mais, seus atuais “clientes”.
É a mágica em ter um serviço de alto valor agregado, alinhado a uma estratégia para receber pagamentos online.
O leite não é mais entregue na porta de casa, mas pode receber as notícias na sua casa e, então, pôde continuar consumindo elas periodicamente. Onde está a diferença nesses dois produtos que lá atrás já eram recorrentes?
A diferença está em: há quem continue oferecendo notícia e – de certa forma – quem ainda disponibiliza o leite. Mas, a notícia é entregue disponibilizando cobrança recorrente. No leite, não. Tudo é uma questão de acompanhar as mudanças de comportamento no consumo e entregar o que seu cliente quer. 
Fica aí um vídeo que mostra o que eu estou falando. 😉

Até mais! =)

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Artigos

Viu o SexFlix, serviço de assinatura das Brasileirinhas?

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A produtora pornô Brasileirinhas anunciou Sexta-Feira passada, o lançamento do seu serviço de streaming: o SexFlix.

O serviço, que será lançado em breve, custará R$29,90. Mesmo com o a jogada de marketing, a produtora parece que enfrentará alguns problemas, pois mesmo antes do lançamento, a Netflix notificou a empresa alegando plágio do nome, em especial o uso do sufixo “flix”.

Segundo o UOL, a Neflix já realizou duas notificações acusando a Brasileirinhas de plágio:

“As marcas SexFlix e PornFlix são uma imitação das marcas Netflix e, desta forma, violam o direito sobre as marcas da Notificante.”

O site Tecnoblog ilustrou que a produtora Brasileirinhas Distribuidora de Filmes Ltda registrou os nomes Pornflix e Sexflix no começo desse ano.

Ilustração INPI pelo Tecnoblog: foto reprodução

A produtora tinha até o dia 05/05 para tirar o site do ar, para não receber o processo judicial.

UPDATE: o site do SexFlix está fora do ar (08/05)

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