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Por que a Economia da Recorrência já é o presente?

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Economia da Recorrencia

Você notou que nos últimos anos surgiram diversos clubes e serviços por assinatura? Hoje, podemos acessar diversos bens, experiências, produtos e serviços pagando pouco ou menos do que o normal. Isso é proporcionado pela Economia da Recorrência, ou das Assinaturas.

Em 2019, por exemplo, houve um crescimento global de 18% na receita dos clubes de assinatura, enquanto o faturamento do modelo tradicional aumentou apenas 4%, segundo o Relatório da consultoria McKinsey. Em 2020, com crise da Covid-19, esse número é ainda mais representativo. Durante a pandemia foram lançados 800 novos clubes e a previsão é de que o setor feche 2020 com alta de 12%. Ou seja, os serviços de assinaturas foram resilientes até mesmo numa das piores crises globais do último século.

Está na hora de começarmos a observar mais esse tipo de negócio e seus benefícios. Mais do que a “Economia do Futuro”, a Recorrência já está no nosso presente. Veja, então, no post de hoje, alguns exemplos práticos de como ela está totalmente atrelada ao nosso dia a dia:

Entretenimento

Antigamente, para assistir filmes, ouvir músicas ou jogar videogame era muito comum termos em casa pilhas de DVDs, fitas cassete e CDs (ou mais antigos ainda, os discos de vinil). Hoje, quando pensamos em entretenimento, bastam as assinaturas das plataformas, como Netflix, Amazon Prime Video, Spotify, Deezer, Luna e tantas outras, para ter acesso a milhares de filmes, músicas e games.

Essas plataformas são exemplos de como determinados produtos se massificaram (se tornaram acessíveis às massas) pela Economia da Recorrência. Eles se tornaram baratos e acessíveis em qualquer dispositivo, eliminando os diversos aparelhos e formatos físicos. E esse foi um grande salto para a indústria do entretenimento produzir mais e melhor.

Transporte

Se o objetivo das gerações anteriores (Boomers e Geração X) era ter um bom carro na garagem e, num alto padrão de vida, trocar de carro todo ano, hoje esse já não é mais o sonho de boa parte dos jovens.

Isso porque as formas de se deslocar ficaram muito mais fáceis pelos apps, seja um Uber ou um carro alugado. Isso elimina preocupações como seguro de automóvel, impostos e outras questões, e permite até mesmo tirar uma onda andando por aí com carros de luxo por assinatura. Este é mais um exemplo da transformação da Economia das Assinaturas em setores tradicionais como o de veículos.

Moradia

O sonho da casa própria também não está tão em alta. Hoje, ao invés de fixar residência, muitos Millennials preferem ser nômades, e contar com soluções de moradia mais flexíveis, como o aluguel de casas pelo Airbnb, ou até mesmo um coliving por assinatura como a Housi. É uma forma de cortar também os gastos fixos de manutenção de uma casa, e além disso, poder morar em qualquer lugar do mundo se for a intenção.

Experiências

A nossa forma de comprar mudou. Estamos mais em busca de experiências do que de produtos isolados. Nesse sentido, os Clubes de Assinaturas revolucionaram o mercado pela sua nova forma de se posicionar como uma experiência e não como produto.

No geral, a entrega em casa já é um diferencial das assinaturas. O cliente só precisa escolher seu plano e deixar que o clube selecione os melhores produtos para seu perfil, embale de forma impecável e envie para seu endereço em datas convenientes.

Daí que hoje podemos não mais “comprar um vinho”, mas sim receber rótulos exclusivos e diferentes em uma caixa selecionada para nosso perfil; “ter uma experiência de beleza e autoestima” ao assinar uma box de cosméticos; “o sabor da fazenda na mesa” ao optar por uma assinatura de geléias e queijos artesanais, e por aí vai.

Este é o pulo do gato. Transformar produtos comuns, até mesmo triviais, em experiências únicas. Como? Oferecendo curadoria, personalização e comodidade ao consumidor. 

Esses foram alguns exemplos de como esse tipo de Economia do Acesso transformou nossas atividades mais cotidianas, além de nossos projetos de vida e o uso de recursos financeiros e do planeta. Esqueça propriedade e seja bem-vindo ao mundo das assinaturas.

Quer apostar no modelo da Recorrência para seu negócio? Então entenda como a Vindi, que já atende mais de 6.000 clientes, pode ser a parceira ideal para a monetização e cobrança de assinaturas. Fale com nossos especialistas aqui:

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O que é chargeback? Saiba como evitar o cancelamento de compras!

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o que e chargeback

Chargeback é um processo que envolve a devolução de valores de transações realizadas por cartão de crédito ou débito. Ele é solicitado pelo pagador diretamente com a operadora do seu cartão, quando não reconhece a compra.

Mas, esse processo vem sendo desviado de seu propósito original. Entenda mais a seguir!

O que é chargeback?

A política de chargeback foi criada pelas operadoras de cartão (as bandeiras, como Visa, Mastercard e Elo), para evitar fraudes e golpes aos usuários de cartão.

Isso porque existe uma grande susceptibilidade do consumidor aos chamados crimes virtuais. Só no Brasil, fazem cerca de 62 milhões de vítimas ao ano (dado de 2017 da Norton Symantec), gerando diversos prejuízos para pessoas e estabelecimentos comerciais. 

Nesse tipo de crime, os dados de cartão do usuário são roubados e usados para compras de terceiros, geralmente, de altos valores.

Assim, o processo de chargeback tem por finalidade reverter esses golpes, ou mesmo desfazer enganos. Isso quando uma compra é duplicada, ou um valor incorreto é cobrado do cliente. A regra define que o estabelecimento é obrigado a devolver o valor integralmente ao titular do cartão.

Na maioria dos casos simples de engano de cobrança, ou de arrependimento de compra, o consumidor consegue resolver a situação solicitando o estorno diretamente ao estabelecimento. Esse é um processo mais amigável.

Mas, caso seja um problema maior, como dos golpes, ele deve entrar em contato com as operadoras para resolver por meio do chargeback.

Lamentavelmente, no entanto, a prática do chargeback se popularizou e pode ser usada de má-fé por quem deseja se beneficiar de produtos sem pagar por eles.

Nesse sentido, os estabelecimentos devem se prevenir. Já que a devolução de valores indevidamente pode gerar prejuízos maiores. 

Como evitar o chargeback indevido

Especialmente em época de Black Friday, na qual cresce o número de golpes, proteger o seu e-commerce de crimes virtuais é imprescindível. E essa prática com certeza se estende para o ano todo.

Por isso, se atente sempre a realizar medidas de segurança, como:

  • Sistema antifraude no e-commerce: identifica comportamentos de compra suspeitos. Assim, caso um mesmo cartão possivelmente roubado esteja sendo usado, o sistema pode bloquear a compra;
  • Rastreamento de entregas: use transportadoras que forneçam confirmações de entrega, que garantem que o consumidor recebeu o produto, como o Aviso de Recebimento dos Correios;
  • Dados: seu site deve solicitar sempre os dados do consumidor ao realizar uma venda, como nome, e-mail e telefone. Esses dados facilitarão seu contato com o cliente caso o chargeback seja solicitado; 
  • Número de IP: em caso de dados falsos do cadastro, identifique o comprador pelo número do IP dos dispositivo. Esse número é único para um computador ou celular e, em casos graves, vai ajudar a rastrear o criminoso.

Por fim, caso seu e-commerce esteja sendo alvo de muitos chargebacks, tente falar com as operadoras de cartão e reverter os pedidos de devolução de valores indevidos.

Para isso, você precisará de reunir provas quanto à venda. E, se você tiver tudo documentado, como nota fiscal, dados do comprador e comprovante de entrega, será mais viável reverter o chargeback.

Se você quer ter toda a segurança nos seus recebimentos, conte com uma plataforma especializada em pagamentos para o seu e-commerce. Pois ela já terá todas as soluções de segurança integradas, o que facilitará sua rotina de controle financeiro!

Então, fale com os especialistas em pagamentos da Vindi e conheça uma ferramenta completa de vendas que vai trazer tranquilidade e segurança na sua gestão financeira!

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Você conhece os principais tipos de assinaturas do mercado? Veja 6 deles!

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tipos de assinaturas

Se você acompanha nosso blog, deve ter visto aqui neste texto por que o modelo de assinaturas está “dominando o mundo”. Resumidamente, ele é propulsor da Economia do Acesso, onde é possível ao consumidor usar produtos e serviços a preços mais acessíveis, além de ter comodidade, descontos e diversas vantagens. Por isso, existem vários tipos de assinaturas disponíveis no mercado.

Porém, a premissa básica desse modelo é: a partir de um valor fixo pago periodicamente, o assinante tem direito a produtos, serviços ou benefícios nas condições oferecidas pelo Clube de Assinaturas. Hoje, queremos te mostrar como isso se desdobra na prática e como os negócios têm inserido essa lógica nas suas vendas.

Boa leitura!

1. Nicho e Curadoria

Os Clubes situados no modelo de Nicho e Curadoria são os mais conhecidos tipos de assinaturas. São aqueles que oferecem boxes de produtos de determinado segmento, por assinatura. O clube é responsável por montar possíveis kits destinados a agradar determinados perfis de público interessado no nicho. É o caso, por exemplo, dos clubes de assinaturas dos mercados de:

  • Beleza: boxes de maquiagens, cosméticos e produtos de beleza;
  • Pets: boxes de produtos para cães, gatos ou outro pet;

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  • Vinhos: caixas com vinhos selecionados;
  • Cervejas: caixas com cervejas diferentes e gourmet;
  • Produtos Artesanais: cestas de queijos, geléias e produtos da fazenda;
  • Geek: boxes de quadrinhos, games, bonecos do universo de super heróis;
  • Astrologia: objetos de decoração, incensos, cristais;
  • Livros: edições especiais; segmentação por público (infantil, jovem, neutro).

E muitos outros! Hoje, existem mais de 800 Clubes de Assinatura dos mais diversos nichos no Brasil.

2. Clube de Associados

O modelo de Associados está presente em serviços onde, realizando a assinatura, o cliente recebe alguma vantagem, como frete grátis, descontos vip, recompensas.

Temos, por exemplo, as plataformas que oferecem esse tipo de assinatura:

  • Amazon Prime: assinantes têm benefícios de compra e entretenimento em uma única assinatura, por exemplo, frete grátis em determinadas compras;
  • Rappi Prime: também com entregas grátis do app para assinantes;
  • Uber Pass: oferece desconto nas corridas para os assinantes.

Essa é uma forma de o serviço ter uma receita fixa pelas assinaturas, mesmo em períodos em que o usuário utilize pouco os serviços ou benefícios. E, além disso, fidelizar o cliente, que passa a comprar mais na plataforma onde tem atrativos.

3. Assine e Economize

Esse tipo de assinatura é mais aplicado na venda de produtos recorrentes, ou seja, que o usuário precisa sempre, ou com uma periodicidade alta. Como, por exemplo, produtos de limpeza, cápsulas de café, verduras, ovos, dentre outros produtos de consumo frequente.

A ideia dessa assinatura é providenciar para o cliente esses produtos entregues em casa, a um preço otimizado para a quantidade.

Imagine um consumidor que compra uma dúzia de ovos por R$7,00 toda semana. Uma assinatura de ovos pode cobrar R$25,00 para 4 dúzias por mês, por exemplo, com uma entrega por semana. Assim, o cliente não pensa duas vezes: ele terá um desconto e ainda o produto entregue em casa, com toda a comodidade. Um bom negócio, com certeza!

Além disso, para o comerciante, esse modelo garante que a sua receita mensal tenha previsibilidade (pela quantidade de assinaturas) e ele possa também otimizar e ter melhor controle de estoque, entre outras vantagens.

4. Streaming e Mídia

Aqui entram as plataformas de entretenimento digital que caíram no gosto do povo, como a Netflix, e também os portais de conteúdo que cobram pelo acesso, como os jornais online.

Nesse modelo, por uma assinatura mensal de cada plataforma, o cliente tem acesso a um acervo com milhares de filmes, games, livros, músicas, dentre outros. Além de portais de notícias, vídeos e conteúdos de revistas.

Esse formato chegou pra ficar e revolucionar a forma de se produzir e consumir infoprodutos e audiovisual.

5. Assinatura de Apps

Neste caso entram os apps que, geralmente, possuem uma versão gratuita, mas, caso o usuário deseje destravar determinadas funcionalidades do aplicativo, deve realizar a assinatura da versão Premium.

Estamos falando de negócios como o LinkedIn Premium, Youtube Premium e Tinder Plus. 

6. SaaS (Software as a Service)

Hoje, a maioria dos softwares de computador não precisam mais ser instalados, eles são usados de forma online, sem a necessidade da compra, apenas da assinatura. O SaaS, portanto, é um modelo que transformou a forma como as pessoas pagam e usam a tecnologia. Ela passou a ser posicionada como “serviço” e não mais “produto”.

Além disso, muitos SaaS também possuem versões freemium (gratuitas), mas, dependendo da finalidade, como, por exemplo, o uso por um time grande, precisam ser assinados pela empresa. E, geralmente, quanto maior o tempo do plano assinado, menor o preço cobrado.

Atualmente, usamos softwares avulsos ou até mesmo pacotes de softwares por assinatura, como é o Creative Cloud da Adobe, por exemplo.

A principal vantagem do SaaS é que, além de preços mais acessíveis que as antigas licenças de software, o usuário está sempre com a versão mais atualizada do software. Além disso, acessa-o de qualquer máquina – ou, em alguns casos, até pelo celular. Prático e de fácil acesso, inclusive financeiro!

Conclusão

Bacana, não é? Estes são os principais tipos de assinaturas que temos no mercado, hoje. Cada um tem suas vantagens e, na verdade, o modelo certo sempre depende do tipo de produto ou serviço, e da forma de consumo e de uso.

O denominador comum é que as assinaturas trazem vantagens para os dois lados: consumidores e empresas que disponibilizam as assinaturas para seu público. Afinal, que consumidor não quer preços melhores, produtos selecionados e benefícios? E que comerciante não quer uma fonte de receita fixa e previsível mês a mês?

Quer saber mais? Então entenda tudo sobre o mundo das Assinaturas no Blog da Vindi! E se inscrevendo na nossa newsletter, você fica por dentro do melhores conteúdos!

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Análise de Cohort: o que é e como fazer?

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analise de cohort

Comportamento do consumidor e análise de clientes são pilares fundamentais da Análise de Cohort! Neste artigo, você verá qual a importância dessa análise e como ela pode funcionar no seu negócio.

Além disso, você também entenderá como interpretar esses dados isoladamente e como relacionar com outros indicadores importantes. Boa leitura!

O que é Análise de Cohort?

Basicamente, a Análise de Cohort agrupa pessoas com o mesmo comportamento dentro do mesmo período. A ideia aqui, é analisar intenções, motivações e outros fatores que levaram aquele comportamento a acontecer naquele momento.

Dessa forma, você consegue entender as tendências da sua empresa, possíveis sazonalidades e até mesmo pode utilizar essa análise para ajudar a construir o seu Perfil de Cliente Ideal (ICP).

Além disso, o Cohort reflete a saúde da sua empresa, tanto financeira quanto estratégica. É com essa análise que você conseguirá medir se as suas decisões estão impactando positivamente seus clientes.

Por que usar esse tipo de análise?

Além dos benefícios que falamos até aqui, a Análise de Cohort é fundamental para que você consiga investigar pontos que indicadores maiores não alcançam.

Se você só olha para o seu CAC, Churn e LTV, os números indicam que algo está dando certo ou errado. Mas, o que seria esse “algo”? Essa resposta, uma análise de grupo pode te dar!

Entre as maiores vantagens, ainda podemos destacar:

  • Impactos de vendas;
  • Resultados de campanhas de Marketing;
  • Análise de receita que vem de cada grupo de clientes ou carteira;
  • Evolução de uma estratégia que tenha começo, meio e fim;
  • Potencial de regionalidades e geolocalização.

Agora que você já sabe quais as maiores vantagens, vamos entender como a Análise de Cohort funciona?

Como a Análise de Cohort funciona?

Em primeiro lugar, é necessário separar muito bem o que deve ser analisado. Pense na área da empresa que será alvo da pesquisa, o tempo dessa análise e as personas que compõem aquele estudo.

Depois, anote essas dicas, que com certeza farão a diferença na implementação dentro da sua empresa:

Estruture os Cohorts 

Se você já separou os grupos, o período de tempo e a área da sua empresa que será o alvo da análise, essa estrutura já começou bem.

Por exemplo: vamos supor que você queira medir a ativação e aquisição da sua área de vendas depois de uma ação voltada para a Black Friday. Com esse cenário em mãos, é só separar os grupos e começar a analisar!

No entanto, é fundamental que os grupos sejam claramente separados, para que não exista nenhuma confusão durante a pesquisa.

Escolha as métricas para análise conjunta 

Se você quer saber como foi essa aquisição no período da Black Friday, provavelmente precisará analisar os ajustes do CAC. 

Da mesma forma, lá na frente você precisará atrelar a Análise de Cohort ao LTV e o Churn, para entender se os clientes chegaram só pela promoção ou se a retenção foi feita com sucesso.

Portanto, quando você define as métricas de análise em conjunto, o processo inteiro fica muito mais assertivo.

Lembre-se de voltar aos dados com frequência 

É essencial que esses grupos sejam analisados com frequência, principalmente se você está visitando as áreas de atendimento e suporte do negócio.

Dessa forma, imagine que você quer entender como melhorar o seu NPS, por exemplo. Para isso, será necessário no mínimo mais uma rodada, seguida de uma comparação dos dois períodos para identificar se o NPS melhorou ou não.

Tome ações em cima da Análise de Cohort

A Análise de Cohort não tem valia se ações não forem tomadas pensando na melhora dos indicadores.

Portanto, é fundamental que a empresa esteja aberta e flexível a mudanças de estratégia e possibilidades de inovação. Além disso, tenha em mente que uma pesquisa profunda tem relação  com a psicologia do consumidor, e o importante é que as métricas melhorem.

E aí, gostou deste conteúdo sobre Análise de Cohort? Então, que tal conhecer o Blog da Vindi agora? Lá, você encontra tudo sobre esses temas e muito mais! Clique no banner abaixo e visite agora!

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