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Dr. Jones acelera sua expansão digital e recebe rodada de investimentos

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dr jones investimento

A marca de produtos de beleza masculina Dr. Jones recebeu, recentemente, uma rodada de R$ 6 milhões em investimentos. Atualmente, com um modelo híbrido, mesclando a loja virtual com um clube de assinaturas de lâminas de barbear, eles apostaram em um mercado emergente e super segmentado.

Dessa forma, a rodada foi liderada pela Igah Ventures e teve também a participação da Norte Ventures e de dois fundadores da Trybe, que investiram como pessoas físicas.

O objetivo, com esse aporte, é que a expansão digital da marca seja ainda mais acelerada, considerando a grande aceitação do público pelos produtos da Dr. Jones.

Clube de assinatura de lâminas de barbear

Os clubes de assinatura estão em constante crescimento no mercado, e a recorrência é o modelo de pagamentos utilizado por eles.

Além disso, também é possível criar um modelo híbrido. Se você não quer abrir mão da sua loja virtual, saiba que é possível criar o seu clube de assinaturas da mesma forma.

Assim como a Dr. Jones, nem todo produto da sua marca precisa ser recorrente para se transformar em um clube. Neste caso, somente as lâminas de barbear (até agora) possuem a possibilidade de assinatura.

Portanto, fazer testes e analisar a aderência do seu Perfil de Cliente Ideal (ICP) é fundamental. Antes de fazer grandes apostas, teste. Antes de tirar conclusões meça.

O crescimento da Dr. Jones em 2020

Crescendo 30% desde março de 2020, a marca é prova de que e-commerce e clubes de assinatura são resilientes a crises.

Além disso, a rodada de investimentos veio no momento certo, depois de uma intensa transformação digital. Antes, a venda em marketplaces era o modelo principal da Dr. Jones. Agora, eles estão apostando em experiências de consumo.

Portanto, se você gostou desta notícia, clique aqui e continue lendo sobre clubes de assinaturas. Nós somos especialistas em cobrança recorrente e podemos ajudar o seu a crescer!

 

Cobrança Recorrente

Cobranças recorrentes pelo Pix? Entenda como funcionará!

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cobranca recorrente pix

Mais de 35 milhões de pessoas já estão experimentando o Pix em seus pagamentos. De acordo com o Banco Central, já na primeira semana, o sistema movimentou quase 10 BILHÕES de reais no país. São cifras impressionantes para um novo meio de pagamento! 

Mas, por enquanto, o maior uso do Pix está concentrado em transferências de valores entre pessoas físicas, e em transações menores que R$1.000 (o ticket médio do Pix está em cerca de R$760).

Uma das explicações para isso é que, hoje, é preciso ter saldo em conta para fazer um Pix. Ou seja, ainda não é possível pagar algo a prazo ou a crédito com esse recurso.

Portanto, para ganhar protagonismo em transações comerciais maiores, o Pix ainda precisa passar por uma longa agenda evolutiva, prevista para 2021.

Assim, ele ganhará novas modalidades, entre elas, o parcelamento, o crédito e a automação, que favorecerá também as cobranças recorrentes.

Entenda a seguir mais sobre essas novidades previstas para o Pix no próximo ano. E como, possivelmente, será o funcionamento da cobrança recorrente pelo Pix!

Pix Garantido

O Pix Garantido está previsto para o primeiro semestre de 2021. O BC informou que essa modalidade incluirá o Crédito

“Nada mais é do que fazer um Pix irrevogável, que tem de vir embutido um produto de crédito, como por exemplo no cartão”, disse o diretor de Organização do Sistema Financeiro e Resolução, João Manoel de Mello.

Portanto, o Pix Garantido será uma espécie de transação irrevogável, como os parcelamentos feitos no cartão de crédito, que são garantidos pelo banco emissor.

Cobrança Recorrente pelo Pix

Futuramente, pelas plataformas de pagamentos, como a Vindi, será possível para as empresas a automação da cobrança recorrente pelo Pix.

Na prática, a previsão é que o pagador receberá QR Codes Pix de forma automática, por canais digitais, para realizar seus pagamentos mensalmente ou na frequência determinada na contratação do produto/ serviço. Isso é similar a como funciona a cobrança recorrente por boletos, hoje em dia.

Dessa forma, a plataforma emitirá os QR Codes de acordo com o valor de cobrança e periodicidade configuradas pelo usuário, além de possibilidade de descontos ou multas, e enviará para o contato cadastrado do cliente.

O cliente fará o pagamento desse código em seu aplicativo de instituição financeira participante do Pix.

Enquanto a automação do Pix não está disponível no mercado, uma forma de realizar cobranças recorrentes usando esse meio de pagamento é emitindo manualmente os QR Codes Pix pela conta bancária da empresa. Depois, deve enviá-los, por e-mail ou aplicativo de mensagens, aos respectivos pagadores a cada cobrança.

Vantagens de usar o Pix em negócios recorrentes

Segundo o BC, o Pix promete aumentar a velocidade dos pagamentos e das transferências; tem o potencial de alavancar a competitividade e a eficiência do mercado; e deve baixar o custo das transações, uma vez que é praticamente 100% gratuito para pessoas físicas (com algumas exceções) e deve ter tarifas menores para empresas.

Por exemplo, muitos negócios recorrentes dependem da confirmação do pagamento para despachar produtos, como os clubes de assinaturas. Com o imediatismo do Pix, a logística será mais ágil e eficiente, sem ter que esperar o tempo de compensação de um boleto bancário.

Além disso, para produtos digitais por assinatura, a lógica é a mesma: o pagamento instantâneo pode liberar rapidamente o acesso do usuário ao ambiente do assinante.

Dessa forma, o giro de vendas tende a se tornar maior, trazendo maior lucratividade para os negócios. Isso porque também as taxas do Pix para empresas estarão abaixo dos valores taxados nas transações por cartão ou boleto.

Em breve, essa novidade chegará na Vindi! Faça uma demonstração gratuita e conheça a melhor plataforma de recorrência do mercado:

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Artigos

O que é chargeback? Saiba como evitar o cancelamento de compras!

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o que e chargeback

Chargeback é um processo que envolve a devolução de valores de transações realizadas por cartão de crédito ou débito. Ele é solicitado pelo pagador diretamente com a operadora do seu cartão, quando não reconhece a compra.

Mas, esse processo vem sendo desviado de seu propósito original. Entenda mais a seguir!

O que é chargeback?

A política de chargeback foi criada pelas operadoras de cartão (as bandeiras, como Visa, Mastercard e Elo), para evitar fraudes e golpes aos usuários de cartão.

Isso porque existe uma grande susceptibilidade do consumidor aos chamados crimes virtuais. Só no Brasil, fazem cerca de 62 milhões de vítimas ao ano (dado de 2017 da Norton Symantec), gerando diversos prejuízos para pessoas e estabelecimentos comerciais. 

Nesse tipo de crime, os dados de cartão do usuário são roubados e usados para compras de terceiros, geralmente, de altos valores.

Assim, o processo de chargeback tem por finalidade reverter esses golpes, ou mesmo desfazer enganos. Isso quando uma compra é duplicada, ou um valor incorreto é cobrado do cliente. A regra define que o estabelecimento é obrigado a devolver o valor integralmente ao titular do cartão.

Na maioria dos casos simples de engano de cobrança, ou de arrependimento de compra, o consumidor consegue resolver a situação solicitando o estorno diretamente ao estabelecimento. Esse é um processo mais amigável.

Mas, caso seja um problema maior, como dos golpes, ele deve entrar em contato com as operadoras para resolver por meio do chargeback.

Lamentavelmente, no entanto, a prática do chargeback se popularizou e pode ser usada de má-fé por quem deseja se beneficiar de produtos sem pagar por eles.

Nesse sentido, os estabelecimentos devem se prevenir. Já que a devolução de valores indevidamente pode gerar prejuízos maiores. 

Como evitar o chargeback indevido

Especialmente em época de Black Friday, na qual cresce o número de golpes, proteger o seu e-commerce de crimes virtuais é imprescindível. E essa prática com certeza se estende para o ano todo.

Por isso, se atente sempre a realizar medidas de segurança, como:

  • Sistema antifraude no e-commerce: identifica comportamentos de compra suspeitos. Assim, caso um mesmo cartão possivelmente roubado esteja sendo usado, o sistema pode bloquear a compra;
  • Rastreamento de entregas: use transportadoras que forneçam confirmações de entrega, que garantem que o consumidor recebeu o produto, como o Aviso de Recebimento dos Correios;
  • Dados: seu site deve solicitar sempre os dados do consumidor ao realizar uma venda, como nome, e-mail e telefone. Esses dados facilitarão seu contato com o cliente caso o chargeback seja solicitado; 
  • Número de IP: em caso de dados falsos do cadastro, identifique o comprador pelo número do IP dos dispositivo. Esse número é único para um computador ou celular e, em casos graves, vai ajudar a rastrear o criminoso.

Por fim, caso seu e-commerce esteja sendo alvo de muitos chargebacks, tente falar com as operadoras de cartão e reverter os pedidos de devolução de valores indevidos.

Para isso, você precisará de reunir provas quanto à venda. E, se você tiver tudo documentado, como nota fiscal, dados do comprador e comprovante de entrega, será mais viável reverter o chargeback.

Se você quer ter toda a segurança nos seus recebimentos, conte com uma plataforma especializada em pagamentos para o seu e-commerce. Pois ela já terá todas as soluções de segurança integradas, o que facilitará sua rotina de controle financeiro!

Então, fale com os especialistas em pagamentos da Vindi e conheça uma ferramenta completa de vendas que vai trazer tranquilidade e segurança na sua gestão financeira!

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Mercado

Assinaturas de streaming: mudanças e novidades no Brasil

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Assinaturas de streaming

Não é de hoje que as assinaturas de streaming das principais plataformas de entretenimento crescem no Brasil e no mundo. Baseados em Recorrência, esses serviços vêm dando acesso a milhões de pessoas a diversos conteúdos da indústria audiovisual e de games. 

O impacto da pandemia de Covid-19 acelerou ainda mais esse mercado, devido às pessoas estarem mais em suas casas e, portanto, mais propensas a se interessarem por filmes, músicas, games e séries dentro do conforto do lar. 

Nesse sentido, a concorrência entre serviços de streaming está cada vez mais acirrada. Por exemplo, Apple TV+ e o Disney+ ameaçam a hegemonia da Netflix como principal plataforma de conteúdos originais, o que está gerando mudanças de preços da assinatura da líder do setor. 

E o Spotify também vem se movimentando para monetizar mais seus pontos fortes, como os podcasts originais. Já na linha dos games por streaming, recentemente foi disponibilizado no Brasil a Luna, plataforma da Amazon, que ganhou ontem (11) mais um corrente em terras brasileiras: o Project xCloud, da Microsoft. 

Você acompanha mais detalhes sobre todas essas movimentações das principais plataformas de assinaturas de streaming no nosso texto de hoje!

Spotify

O foco em música parece estar com os dias contados no Spotify. Desde que os podcasts começaram a se popularizar, a plataforma vem surfando a onda com diversos conteúdos exclusivos e originais no formato.

Nos últimos meses, grandes nomes como Michelle Obama, Kim Kardashian West e Joe Rogan fecharam acordos para podcasts exclusivos com o Spotify, o que vem dando força a esse nicho na plataforma.

Assim, na última terça-feira (10), o gigante do streaming anunciou que está comprando a plataforma de publicidade e publicação de podcasts Megaphone, por US $ 235 milhões. 

A aquisição permitirá, entre outras coisas, que as marcas façam anúncios em mais podcasts no Spotify. A premissa também é que os editores de podcast possam contar com mais recursos para monetizar seu conteúdo. 

Para isso, o Spotify disse que utilizará a nova tecnologia de publicidade que revelou em janeiro, chamada Streaming Ad Insertion (SAI). Ela pode dar poderosas métricas sobre o alcance e segmentação de público dos anúncios. 

Portanto, a expectativa é que a Megaphone se junte ao Spotify na missão de acelerar a monetização inteligente de podcasts, movidos por uma audiência dimensionada e tecnologia de ponta.

Mais assinaturas Spotify

Além dos anúncios nos casts, a proposta de criar modalidades de assinaturas de streaming voltadas apenas para podcasts originais já vem sendo estudada pelo Spotify, desde antes da notícia da aquisição da Megaphone.

A informação vinha sendo sugerida em uma pesquisa da empresa enviada a alguns usuários nos EUA, que descreve quatro opções de planos, com valores entre US$ 3 e US$ 8 mensais. Mas, por hora, nada concreto quanto a isso foi lançado pela plataforma.

O Spotify cresceu muito e, recentemente, ultrapassou a marca de 300 milhões de usuários no último trimestre. No entanto, ainda sofre prejuízo de 101 milhões de euros. Isso pode ser um dos fatores que estão incentivando as mudanças de precificação.

Assim, o CEO Daniel Ek deixou claro que o aumento de preços nas assinaturas do Spotify também está a caminho em alguns países. Movimento este que vem sendo testado em alguns mercados, como o australiano, que teve aumento de um dólar no Plano Família. 

É só uma questão de tempo até que o Brasil também receba essas atualizações. Preparado para pagar por podcasts ou mais caro pelo plano de músicas?

Netflix

Falando em aumento de preços de assinaturas, a Netflix também está aumentando o valor das assinaturas mensais nos Estados Unidos para seus planos padrão e premium. 

Apesar disso, são aumentos relativamente pequenos: o pacote padrão, mais popular, custará US$ 14 por mês, o que é US$ 1 a mais do que antes. Já o plano premium custará US$ 18 por mês, um aumento de US$ 2. O pacote básico, no entanto, não sofrerá ajustes e continuará custando US$ 9.

Segundo a Netflix, com esses aumentos, ela se compromete com uma entrega de “uma experiência ainda melhor”. Além da continuidade da variedade de programas de TV e filmes. 

Porém, o mercado especula que não seria só essa a motivação. “As pessoas têm mais opções de entretenimento do que nunca”, declarou um porta-voz da Netflix.

Na semana passada, o balanço de assinantes da Netflix revelou uma desaceleração do crescimento conquistado por ela no início do ano. No terceiro trimestre do ano, foram conquistados 2,2 milhões de novos assinantes, o que foi abaixo das expectativas de analistas. 

A empresa previu que o aumento anterior não duraria, mas ainda espera adicionar 6 milhões de assinantes de streaming no próximo trimestre. Com novos concorrentes chegando ao Brasil haverá maior demanda dos esforços de aquisição de clientes. Go, Netflix!

Disney+

Ao contrário de sua rival Netflix, o Disney+ encontra-se em franca expansão. Ele ganha, agora, fatias do mercado latinoamericano. É que a partir desta terça-feira (3), o Disney+ inicia a pré-venda de assinaturas de streaming da plataforma no Brasil e em outros países da América Latina.

E a plataforma já chega oferecendo desconto no plano anual para quem efetuar a compra até o dia 16 de novembro. Durante o período promocional, o valor da assinatura anual será no total R$ 237,90 (o equivalente a R$ 19,82 por mês). Mais uma alfinetada na Netflix, que tem preços a partir de R$ 21,90 mensais. 

No entanto, o Disney+ não oferece tanta flexibilidade de pagamento no plano anual promocional: a quantia só pode ser paga à vista (cartão de crédito, débito ou PayPal). A pré-venda já está rolando no site oficial do Disney+.

Após o período promocional, que se encerra em breve (16/11), o preço anual sobe para R$ 279,90. E abre a possibilidade de assinar também o plano mensal, custando R$ 27,90.

A assinatura, como de praxe no mercado, dá a possibilidade de assistir aos conteúdos em até quatro dispositivos simultaneamente, com resolução 4K HDR. 

Para quem quiser experimentar os títulos do streaming, pode aproveitar o período gratuito de teste de 7 dias grátis.

Project xCloud

E na esteira das estréias, chega também ao Brasil, para alegria dos fãs de Xbox, o Project xCloud, da Microsoft, a partir de 18 de novembro.

O streaming de games estava em fase teste (Preview), no ano passado, nos Estados Unidos, e já circulou em outros 22 países. O Brasil ainda estava de fora, mas entrará no próximo round de testes, junto com Austrália, Japão e México. 

A lista inicial de títulos para testar no Project xCloud Preview no Brasil conta com 32 games e quem estiver interessado em testar a novidade já pode se registrar neste link, com uma conta Microsoft.

A partir de 2021, os assinantes podem esperar mais novidades da Microsoft, com uma nova etapa de jogos em nuvem como parte do programa Xbox Game Pass Ultimate. Com ela, será possível rodar games de última geração em smartphones e tablets, com sistema Android, por meio do app Xbox Game Streaming (Preview), disponível na Google Play Store.

As assinaturas de streaming, antes concentradas em poucos players do mercado, estão passando por adaptações ocasionadas pela alta demanda. Além da chegada de novas plataformas e da necessidade de aproveitar as oportunidades de monetização. Assim como para qualquer conteúdo, os assinantes estão sujeitos às mudanças de preços e inserção de anúncios.

Mas, por fim, esperamos que esses gigantes do entretenimento não “percam a mão” no balanço entre conteúdo de qualidade, preço e publicidade. Estaremos atentos aos próximos capítulos e curiosos sobre as novidades que estão chegando!

E, se você quer ficar sempre por dentro dos melhores insights sobre Serviços de Assinatura, assine a newsletter da Vindi, especialista no tema!

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