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Faturamento Recorrente

Churn Rate: aprenda a diminuir a sua taxa de cancelamento!

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Nesse post vamos falar sobre Churn Rate ou taxa de cancelamento. Afinal, entender porque uma pessoa deixa de consumir pode ser o caminho para se desenvolver um modelo de vendas mais eficiente ou um produto mais atrativo. É fato que o Churn Rate tem um impacto bastante grande para as receitas de uma empresa de recorrência. Mas, apesar desse lado desafiador, é excelente oportunidade entender o comportamento de seus consumidores e, assim, fazer as adequações necessárias para que tenha cada vez menos taxa de cancelamento. É uma forma de promover o crescimento sustentável do seu negócio e ainda reunir informações importantes para o seu posicionamento no mercado.

O que é churn rate e como identificar?

Neste artigo iremos falar um pouco mais sobre o Churn Rate e discutir algumas ações que podem te ajudar a reduzir essa métrica. Contribuindo para o desenvolvimento do seu negócio e melhora das ações comerciais. Não deixe de conferir os próximos parágrafos!

Para isso é necessário fazer uma conta bastante simples. Veja só: divida a quantidade de cancelamentos que teve no período pelo total de clientes que você tinha no último dia do período anterior. Deixa eu explicar um pouco melhor: se no dia 31 de outubro a sua base de clientes estava em 400 pessoas e em novembro 100 consumidores deixaram o seu serviço o seu Churn Rate vai ser a divisão de 100 por 400, que dá 0,25, ou 25%. Eis aí a sua taxa de cancelamento. churn rate Agora, se o número for alto, como no exemplo acima, é porque alguma coisa está errada. Você pode até estar aumentando o número de clientes, mas ainda assim muitos acabam deixando de consumir em sua empresa. Ou seja, o seu produto ou serviço não está conseguindo manter os seus consumidores. E isso, meu amigo, pode trazer sérios problemas para a sua empresa lá na frente, afinal pode acabar não conseguindo manter uma base sólida de compradores, o que irá dificultar na manutenção do negócio. Mas saber apenas a taxa de cancelamento e monitorar esse índice em nada adiantará. É preciso que o empresário compreenda o porquê está perdendo tantos clientes e faça um planejamento para que possa reduzir esse índice e possa promover um crescimento maior da empresa. É importante lembrar sempre que é mais barato manter uma base fiel de clientes do que sair a procura de novos compradores, pois exigirá investimento e tempo nesse processo. Veja a seguir algumas ações voltadas para a redução do Churn Rate:

1. Tenha um padrão de qualidade para os seus produtos

Antes de qualquer coisa o que um cliente busca é qualidade. Não adianta oferecer um bom preço se o produto não irá satisfazer as necessidades de um comprador. Investir na qualidade das mercadorias ou serviços não é apenas um atrativo para novas pessoas na sua loja, mas também para que elas continuem retornando e, claro, comprando. Mas estabelecer um padrão de qualidade é apenas o início desse processo. Nenhum negócio pode se limitar a manter eternamente um mesmo patamar de atendimento. É necessário desenvolver os produtos e serviços de modo a acompanhar sempre as necessidades e os desejos dos consumidores. E isso, ainda, causará a impressão de uma empresa em constante atualização e crescimento. E quem não quer continuar consumindo em um lugar assim?

2. Fortaleça sempre o atendimento e relacionamento com os clientes

Proporcionar uma excelente experiência de compra para o seu cliente aumenta consideravelmente as chances de ele querer voltar e consumir mais. Esse atendimento de primeira classe contribui para o aumento das chances de um comprador desconsiderar outras opções no mercado, afinal ele está diante do que precisa e tendo uma experiência única na compra. A primeira impressão é a que fica – então que essa primeira impressão seja positiva. Mas não caia no erro de oferecer essa experiência de compra apenas na primeira vez. Certamente o seu cliente retornará com expectativa de um grande atendimento e se isso não ocorrer é bastante provável que ele vá para a sua lista de Churn Rate. Treine a sua equipe para que isso não ocorra e saiba alinhar as expectativas dos seus clientes com aquilo que você pode oferecer.

3. Não se esqueça dos clientes fiéis

Se por um lado é importante entender os motivos que levam as pessoas a deixarem de consumir, também é fundamental compreender as razões que levam um cliente a retornar ao seu estabelecimento. Se as pessoas param de comprar é porque tem algo errado, mas se tem pessoas que continuam comprando é porque tem alguma coisa que funciona. Com as informações certas é possível desenvolver produtos e serviços diferenciados. Essa harmonia irá contribuir para que mais clientes sejam fidelizados e, com isso, a sua empresa reduza as taxas de cancelamento. E isso tem impacto importante para uma companhia, pois fortalece a base de clientes, desenvolve os produtos e serviços, aumenta os lucros e promove o desenvolvimento do negócio. É como disse no início deste artigo: informação é fundamental para aqueles que buscam o sucesso em seus empreendimentos.

4. Mantenha um canal de diálogo com seus clientes

A melhor forma de obter informações sobre os desejos, necessidades e expectativas de seus compradores é perguntando a eles. Somente o cliente poderá dizer às razões que o levaram a não procurar mais a sua empresa e é apenas um comprador que poderá te contar o porque ele retorna ao seu estabelecimento. Para conseguir entender os consumidores é preciso ouvi-los. Manter um canal de comunicação aberto permite identificar quais pessoas podem se tornar um Churn Rate e quais motivos influenciam nisso, assim como é possível saber quais os pontos fortes dos seus produtos e serviços, além de como anda as suas estratégias de venda. Gostou das informações que trouxemos para você? Então assine a nossa newsletter e receba mais artigos com informações relevantes para o seu negócio! recorrencia
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A revolução da recorrência

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A Recorrência é o modelo mais sustentável para empresas de software e de serviços, disso eu não tenho dúvidas. Por isso que o termo revolução da recorrência é tão difundido por produtores digitais pelo mundo.

A primeira vez que o termo “Subscription Revolution” foi escrito, não tínhamos nenhum sinal do que isso poderia representar para o mercado de software, música, cinema e entretenimento em geral. Não havia ainda, o advento do streaming que catapultou empresas como Netflix, tampouco existia a difusão do SaaS (que foi a verdadeira revolução do software) em todos lugares do mundo.

Hoje é possível assinar um trator (ou uma escavadeira), turbinas de avião, ovos e aprender a tocar guitarra através da recorrência. Mas nem sempre foi assim…

Revolução da Recorrência: antes da Salesforce e depois da Netflix!

Os grandes cases “recorrentes” globais são sem dúvida, a Salesforce e Netflix. A primeira, desmontou o mercado de serviços digitais no mundo. Software antigamente eram vendidos em caixinha, hoje são em cloud – via assinaturas. Mas não pense que isso foi algo muito simples de encaixar. A Salesforce, fundada em 1999 mudou a cena do software no mundo. Antes dela chegar no mercado americano, software era uma ativo exclusivo de grandes empresas. ERPs como SAP, Oracle, entre outros cases, eram muito direcionados a grandes empresas que gastavam milhões e milhões para implementar sistemas de gestão dentro de casa.

revolução da recorrência

Até tratores podem ser usados através de assinaturas. Foto: Caterpillar.

Quando a Salesforce nasceu, com uma proposta de entrega de serviço, não de implementação e licença vitalícia, o mercado ruiu. Nascia o momento do cloud computing (computação na nuvem) e empresas de todos os tamanhos e tipos, poderiam adquirir uma licença “as a service” para usar um software específico. Antes da própria Salesforce arrepiar o mercado, as grandes empresas de softwares torceram o nariz: “diziam que software como serviço (SaaS) não era uma realidade para todo mercado”.

Depois disso, a história mostrou que a Salesforce estava certa. Eles abriram o capital em 2004, adquiriram mais de 60 outras empresas e impulsionaram o nascimento de empresas como Slack, Zendesk, Mailchimp, Basecamp, Zoom, Twilio e as gigantes Adobe, SAP, Oracle, Microsoft, Google tiveram que aderir a receita recorrente dentro de casa, fazendo da recorrência, sua maior fonte de receita. As maiores empresas de tecnologia globais, fazem dinheiro com assinaturas.

Streamings, tags e games

A revolução da recorrência aconteceu primeiro no mercado adulto (porn). O próprio filme “O intermediário” conta que o mercado de filmes adulto mudou, com o advento da internet. E para ganhar dinheiro, o mercado de filmes adulto aderiu a recorrência (assinaturas) para distribuir filmes para a grande massa. Mas eles deram o pontapé inicial para a chegada dos colossos Netflix e Spotify. Se existem cases globais dentro da revolução da recorrência que merecem um destaque, são esses dois. Primeiro pelo pioneirismo em escalar para centenas de países, depois porque conseguiram mudar indústrias centenárias: de filmes e da música.

revolução da recorrência

Agora você aprende guitarra através de assinaturas. Foto: Fender Play

Não há mais poder concentrado dentro das grandes gravadoras, tampouco nos grandes estúdios de cinema. Atualmente, artistas no mundo todo explodem dentro de streamings. Não existem mais fronteiras. Eles (Netflix e Spotify) são tão bons cases para se exemplificar a revolução da recorrência, que ouço muitas vezes o termo: “é tipo Netflix né”. Fico feliz quando ouço.

Cobrar uma assinatura mensal por um serviço de preço justo, com alto valor percebido é o sonho da maioria das empresas de serviços digitais no mundo.

A recorrência promovida por essas empresas, revolucionou a indústria de software, educação, entretenimento, games (que é o caso emblemático da PSNetwork, Steam, Xbox e etc) e agora prepara uma grande revolução da recorrência no varejo. Grandes varejistas como Whirlpool, Pão de Açúcar (adquirindo o Cheftime), Magazine Luiza, Sem Parar (colosso das tags) e até grandes distribuidores de bebidas estão encontrando dentro de casa, uma forma de ganhar dinheiro através do modelo de assinaturas.

Antes do começar nosso evento oficial, o Recorrência, no ano passado, eu fiz uma provocação com a platéia, perguntando se eles sabiam quantos serviços recorrentes eles assinavam. A provocação era que a gente, como consumidor, está mais que habituada a consumir serviços através de assinaturas…

Se você paga seguro de carro, escola, condomínio, Netflix, Spofity, plano de saúde, telefone, estacionamento, ração….

A revolução da recorrência já faz parte das nossas vidas.

Quer saber mais sobre a Economia da Recorrência? Separei alguns links:

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Cobrança recorrente para escolas, academias e empresas de serviço, de forma simples.

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A cobrança recorrente para escolas (de inglês, de ensino médio, de profissionalização e etc), academias e para todo tipo de empresas de serviços, era uma exclusividade de grandes corporações até meados de 2015. Quando começamos em 2013, poucas empresas tinham esse serviço que hoje, é bem democrático, do ponto de vista de tecnologia e investimento.

A cobrança recorrente para escolas, academias e todos tipos de empresas de serviços

De franquias de educação (de línguas e cursos profissionalizantes) até funerárias, a Vindi atende grandes, pequenas e médias empresas, com um foco específico: automatizar as cobranças e os recebimentos de boletos, cartões de crédito e débito em conta. Para acessar isso, não necessita de grandes investimentos, como a maioria dos empreendedores acha. É bem democrático.

A gente oferece nossas soluções através de diversos ERPs que existem no mercado, focados inclusive em nichos específicos. Explico melhor abaixo:

Desenvolvemos nossas principais APIs com foco nessa escolha do sistema de gestão. Na prática, você escolhe o software (a gente também pode te ajudar a escolher) e nós cuidamos dos recebimentos, do combate à inadimplência e do principal: do seu faturamento.

De quebra, podemos te ajudar em notas fiscais de serviços, de gestão e de controle do churn rate (índice de retenção). Independente do tipo do seu negócio e se ele fatura através de planos, mensalidades e assinaturas, a gente pode te ajudar. Cobrança recorrente democrática para academias, escolas e todo tipo de serviços.

Vem com a gente e junte-se à + de 5000 clientes.

cobranca recorrente

 

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“Recorrência”, o evento do mercado de assinaturas ganha novo vídeo.

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Tá no ar o evento Recorrência, produzido e realizado pela Vindi. E para o lançamento, a empresa ilustrou num vídeo bem legal, os nomes que já passaram pelas 7 edições do evento. O evento acontecerá no dia 23 de Outubro, em São Paulo. Entitulado de Subscription Mafia, o vídeo é um belo convite para empresas que querem mudar o rumo de seus negócios e remodelar a forma como vendem.

Recorrência, a economia que transformou empresas como Netflix, Slack, Smartfit

Baseado nos estudos que a Vindi fez, o evento promove o mercado de assinaturas (e com modelos recorrentes). Nomes como Netflix, Zendesk, Spotify entre outras empresas já passaram no palco do evento para contar os cases e desafios de se ter um negócio recorrente. O Recorrência é um dos melhores eventos de tecnologia do Brasil.

Sobre o evento

Data: 23 de Outubro de 2019

Local: Expo Center Norte

Site oficial: recorrencia.com.br/evento

 

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