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Faturamento Recorrente

Assinaturas Day vai receber os maiores cases de assinaturas do país

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É pelo menos a promessa dos organizadores do evento: receber os maiores cases de assinaturas e Saas do país.

Em sua 6ª edição o evento contará com a presença de empreendedores de clubes de assinaturas, softwares on-line, aplicativos e também todo negócio recorrente do país.

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O Assinaturas Day

Focado na indústria de assinaturas, o Assinaturas Day já recebeu nomes como Netflix, Zendesk, Clubeer e alguns dos maiores negócios de assinaturas que já foram criados. Desde 2014, o evento promove conferências, meetups e também talks focados na discussão.

Nessa edição, são esperadas cerca de 700 pessoas no Teatro das Artes (Shopping Eldorado) em São Paulo.

Maiores informações: http://www.assinaturasday.com/

 

Faturamento Recorrente

Como uma plataforma de cobrança recorrente e billing pode ajudar sua empresa

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billing e cobranca recorrente

Não há dúvidas que a forma como fazemos negócios mudou radicalmente nos últimos anos. Se resgatarmos o período dos cheques e das lojas exclusivamente físicas — não muito distante no passado —, podemos perceber um enorme avanço na tecnologia, que envolve desde a massificação de lojas virtuais até os pagamentos feitos pela internet. É inegável que, diante de tantas novidades, a relação entre fornecedores de serviços e produtos e seus clientes se tornou ainda mais fácil e dinâmica.

Acontece que, por se dar de uma forma cada vez mais acelerada, muitos empreendedores enfrentam dificuldades para se adaptarem às mudanças do mercado e, com isso, acabam perdendo muito em competitividade. Questões como a inadimplência, controle de clientes, contratos, transações, regras de preço e de descontos, além, é claro, das próprias modalidades de pagamento (boleto, crédito ou débito), precisam ser tratadas com todo o cuidado, principalmente quando falamos das lojas virtuais ou dos prestadores de serviço que cobram mensalidades ou assinaturas.

É por isso que precisamos ter cuidado na hora de determinarmos os serviços e as plataformas de cobrança, já que, muitas vezes, estamos falando de modelos ultrapassados, apesar de que, para o gestor desatento, aparentam uma roupagem “moderna”. É muito importante fazer uma escolha que se baseie não em uma única transação, mas sim na multiplicidade de situações e transações realizadas em um determinado período. Para isso, o sistema precisa ser desenhado especificamente para essa finalidade.

Já percebeu onde queremos chegar? Sim, um ERP (Enterprise Resource Planning) genérico e tradicional dificilmente atenderá todas as suas necessidades.

É justamente para preencher essa lacuna, decorrente da falta de foco dos ERPs tradicionais, que o RBM (Relationship Business Management) surgiu, um sistema que administra o relacionamento entre os fornecedores de serviço e produtos e seus clientes. Esse será o tema explorado no nosso post! Confira a seguir como o RBM pode ajudar um ERP a cuidar da recorrência!

Gestão de cobranças recorrentes

Como vimos na introdução do nosso material, um ERP dificilmente ajuda o administrador na gestão de cobrança recorrente. Por que? Simplesmente porque, na maioria dos casos, é necessário contar com mais de um sistema para fazer tudo funcionar — e a personalização sai cara. Em vez de desenvolver um RBM (Relationship Business Management) sólido, o gestor precisa encarar as limitações de cada sistema tradicional e, para preencher as lacunas, acaba condicionado a aceitar lidar com múltiplas ferramentas, que, sem dúvidas, pode tornar o ambiente corporativo caótico.

Imagine, por exemplo, que uma empresa contenha um emissor de boletos, outro de notas fiscais, além de um ERP para gestão financeira. Adicione, ainda, um sistema para cobranças com cartões e outros. Fica bastante complicado administrar tudo isso, certo? Por isso, se você se encontra nessa situação atualmente, saiba que precisa mudar agora mesmo. Toda essa “tecnologia” poderia ser mais bem gerida ou, ao menos, você poderia contar com um sistema mais enxuto.

Além disso, não podemos nos esquecer de que algumas boas práticas, utilizadas por grandes empresas, podem ajudar muito na hora de administrar o seu sistema de cobrança recorrente. É por isso que vamos trazer, neste capítulo, algumas das principais ações que podem ser adotadas para garantir maior eficiência, melhorar o relacionamento com o consumidor, além de diminuir a inadimplência. Também passaremos alguns dos cuidados que devem ser tomados. Veja a seguir!

Raio-X da inadimplência

A inadimplência sempre vai existir em qualquer negócio, no entanto, mais importante do que calcular provisões para devedores duvidosos e se preparar com estimativas seguras, é entender exatamente o porquê de você ter a taxa de maus pagadores que possui hoje. Existem alguns elementos determinantes para estipular a inadimplência de um negócio, como a precificação, a taxa de cancelamentos, a dificuldades do próprio sistema — muitas vezes os clientes encontram dificuldades para efetuar o pagamento ou não recebem lembretes sobre a fatura —, ou até o controle das datas de vencimento.

Após encontrar os motivos, é preciso agir sobre eles, criando ações que efetivamente sejam capazes de reduzir a inadimplência na sua empresa. Vale lembrar, ainda, que existem técnicas bastante utilizadas que podem ajudar nessa missão. Uma delas são as réguas de cobrança, ou seja, as mensagens de e-mail ou SMS que reforçam o compromisso. É claro que para que isso surta o efeito desejado, é preciso enviar essas mensagens com um mínimo de antecedência — um prazo de 5 dias, por exemplo, é bem razoável. Outro exemplo muito comum são as mensagens de falha de pagamento, por exemplo, no caso de dificuldades no sistema.

Automatização e autoatendimento

Duas coisas que definitivamente não podem ficar de fora do seu sistema de cobrança recorrente. A automatização é fundamental, principalmente nos casos de suspensão e cancelamentos de assinaturas. Mensagens automáticas precisam ser enviadas para que os clientes tenham ciência da inadimplência e dos efeitos indesejados que podem ocorrer (como as multas e a suspensão do serviço). Isso evita que a situação de inadimplência se agrave, além de descartar todos maus pagadores de uma maneira mais rápida. Defina esses critérios previamente e recolha os frutos.

Além disso, o autoatendimento também pode ser muito eficaz para melhorar todo o sistema. Muitas vezes a burocracia para mudar dados cadastrais, por exemplo, acaba dificultando a atualização do sistema. Além disso, se o processo for muito complexo, o cliente também se sente desestimulado a mudar seu plano quando julgar necessário. Por isso, é preciso que o cliente tenha acesso a uma área destinada especificamente a ele, para que possa atualizar dados importantes ou fazer alterações que julgar necessárias. Isso aumentará o dinamismo na sua relação com o cliente.

Criando planos de fidelidade

Esse é um ponto importante na hora de gerir a sua cobrança recorrente. Os planos de fidelidade são extremamente eficazes e trazem uma série de benefícios. Você já deve ter visto por aí uma promoção de assinatura do tipo “assine por dois anos e ganhe 50% de desconto”, normalmente acompanhada por um número restrito de parcelas — no exemplo citado, vamos supor um total de 6 parcelas.

Essa estratégia consegue fidelizar o cliente ao mesmo tempo em que transforma um dinheiro que você só receberia futuramente em um dinheiro presente. Além disso, otimiza o nosso caixa, o capital de giro e diminui a inadimplência, já que prazos mais dilatados costumam ser mais arriscados nesse sentido, mesmo quando as parcelas são pequenas. É um interessante método para aumentar o fator de retenção, mas, evidentemente, é preciso ser testado, já cada segmento de mercado possui as suas peculiaridades.

Métricas importantes

Por fim, é indispensável que você se utilize de algumas métricas para fazer uma gestão de cobrança recorrente completa. Sobre métricas e indicadores, voltaremos a falar sobre o assunto no decorrer do material, uma vez que as plataformas RBM possuem KPIs (indicadores chave de desempenho) destinados exclusivamente para as empresas que trabalham com sistemas de cobrança recorrente. Selecionamos algumas métricas importantes, veja:

  • Churn Rate: essa é a taxa de cancelamento. Ela avalia o quanto o seu negócio perdeu baseado no mês anterior.
  • CAC (Custo de Aquisição do Cliente): como o nome diz, essa é a taxa que determina o quanto foi investido para conquistar o cliente.
  • Lifetime value: essa outra métrica determina a média de receita que um cliente gasta na sua empresa.
  • Payback: determina o período em que o cliente efetivamente passar a gerar um lucro líquido para a sua organização.
  • Growth Rate: nossa última métrica avalia a taxa de crescimento do negócio. É um comparativo entre a receita mensal recorrente deste mês com a do mês anterior.

Conheça as limitações de um ERP

Sim, no capítulo anterior falamos que os ERPs possuem limitações e não nos aprofundamos no tema. O objetivo foi deixar um espaço específico para esse assunto, pois requer uma atenção especial do gestor. Isso porque muitos administradores acabam adotando ERPs sem considerarem as peculiaridades dos seus negócios.

Para começar, a gestão de contratos com faturamento recorrente é diferenciada, e, por isso, exige alguns controles que os ERPs não conseguem atender. Isso ocorre pois os ERPs têm origem em controles industriais e de produtos, que apresentam outras necessidades.

Um exemplo é o próprio gerenciamento de contrato de serviços recorrentes. Apenas poucos ERPs têm módulos de contratos, e, mesmo quando contam com essa funcionalidade, apresentam regras básicas. Infelizmente, na maioria dos casos, o processo no ERP é tratado como qualquer outro pedido pontual, e sabemos que essa não atende às necessidades de quem conta com um sistema de assinaturas ou mensalidades.

Acontece que hoje temos as plataformas RBM, com módulos de CLM (Contract Lifetime Management) muito mais completos, que gerenciam desde a vigência e o reajuste, até a cobrança recorrente. Em outras palavras, podemos criar um sistema voltado exclusivamente para a tarefa.

  • Os ERPs tradicionais não possuem o recurso de Gestão de Serviços e Provisionamento, ao passo que as plataformas RBM já realizam a ativação, suspensão e cancelamento de serviços tendo como base algumas regras de pagamento e vigência. Outra ausência importante é o recurso que mostra o consumo e o extrato de serviços utilizados, algo que faz toda a diferença para o gestor que atua com cobrança recorrente.
  • Por não serem desenhados especificamente para a cobrança recorrente, os ERPs tradicionais possuem ferramentas muito simplificadas de redução de inadimplência, contando apenas com uma listagem das contas a receber em aberto. Sistemas mais atuais e focados, os RBMs alertam boletos não lidos por clientes, fazem comunicação por e-mail ou SMS — necessidade já vista no capítulo anterior —, atualizam as multas e juros automaticamente, entre outros.
  • Outra limitação importante dos ERPs genéricos é que eles não possuem um foco direcionado ao relacionamento com clientes no longo prazo, fidelização, otimização do faturamento, entre outros. Por conta disso, também não contam com regras avançadas de preço, ou seja, não trabalham com valores fixos e variáveis de acordo com o volume ou faixas de uso ou consumo.
  • Indicadores Chave de Performance (KPIs) são fundamentais para qualquer negócio. Cada segmento do mercado tem KPIs específicos e, por isso mesmo, não podemos generalizar e adotar qualquer indicador. Novamente, o ERP tradicional peca pela falta de especificidade. Não conseguem, por exemplo, responder a perguntas fundamentais para quem opera com recebimentos recorrentes, como a quantidade de clientes ativos, por exemplo.
  • A customização de um ERP é extremamente cara e ineficiente. É preciso envolver uma consultoria a cada nova função implementada. Com isso, temos um problema muito comum, já comentado por nós anteriormente: os ERPs comuns costumam apresentar um sistema confuso e cheio de ferramentas para cada atividade — da mais simples até a mais complexa.
  • Por fim, a última limitação diz respeito ao faturamento automatizado das NF-e (Notas Fiscais Eletrônicas). Hoje, os RMBs mais completos estão integrados com uma série de prefeituras, emitindo NF-e com muita facilidade.

O que é um RBM

Já falamos sobre o RBM (Relationship Business Management) ao longo de todo o nosso material, mas ainda não explicamos exatamente do que se trata. Antes de chegarmos ao ponto-chave do nosso artigo, que é a relação entre o RBM e o ERP, precisamos explicar o que é um RBM. Como vimos, a economia da recorrência trouxe uma grande mudança no mundo dos negócios e muitos já se utilizam desse sistema que se baseia na cobrança de mensalidades, ao contrário do que se fazia antigamente, ou seja, da cobrança pontual e única.

Acontece que esse novo sistema também trouxe uma série de dificuldades. Em primeiro lugar, é preciso que as plataformas facilitem o relacionamento de longo prazo com os clientes, uma vez que, ao contrário do pagamento único, o modelo recorrente decorre de múltiplos pagamentos. Para se relacionar, no entanto, é preciso conhecer seus clientes, e isso implica na criação de diversos grupos com características específicas para personalizar o atendimento e estabelecer laços mais fortes com eles.

Além disso, a administração de cobranças e a automatização de processos passou a ser um problema, uma vez que os ERPs tradicionais não são facilmente personalizados e, quando se consegue fazer isso, normalmente acaba saindo muito caro para o bolso do gestor. É para resolver todas as dificuldades encontradas até agora no modelo de cobrança recorrente que o RBM surge. Basicamente, o RBM é um sistema que administra o relacionamento completamente — como vimos, o contrato ou a assinatura. É uma plataforma específica para quem atua dessa forma.

Como vimos, tudo começa pela questão do foco dado pela nova plataforma, única disponível no Brasil direcionada especificamente para sistemas de cobrança recorrente. Ela possui uma série de ferramentas direcionadas, que ajudam o gestor a administrar de maneira efetiva o seu sistema recorrente. Ao contrário dos ERPs tradicionais, o RBM já vem pronto para o sistema de mensalidades ou assinaturas, possuindo, inclusive, indicadores destinados exclusivamente para essa tarefa, além de uma flexibilidade muito maior para a organização de cada cliente/cobrança.

Como o RBM ajuda o ERP a cuidar da recorrência

Agora a pergunta de ouro, que prometemos responder na nossa introdução ao tema e que intitula esse material. Afinal, como um RBM ajuda o ERP a cuidar da recorrência? Ainda falamos de uma maneira geral sobre o assunto, mas é chegado o momento de apresentar o ponto a ponto dos benefícios desta plataforma, que certamente pode substituir o seu ERP tradicional. Para deixar tudo claro para os nossos leitores, resolvemos abordar o tema minuciosamente em dois subcapítulos, que explorarão os benefícios e as funcionalidades da nova ferramenta.

Benefícios do RBM

Vamos começar pelos benefícios do RBM, já que esse é um das maiores dúvidas dos gestores. Para deixar tudo claro, vamos falar sobre cada um dos benefícios especificamente:

Automação

Uma das grandes vantagens do RBM é que você pode fazer o gerenciamento de milhares de clientes sem a necessidade de trabalhos manuais. No entanto, não é essa a característica mais marcante da automação do RBM. O melhor de tudo é que é possível criar uma série de regras específicas para cada um dos clientes — ou grupo de clientes — e, ainda assim, gerenciar tudo automaticamente. Planos de vendas ou assinaturas podem ser realizados de maneiras específicas, o que viabiliza a realização de degustações e promoções.

Por fim, outro aspecto de destaque da automação realizada pelo RBM é que é possível ativar, cancelar ou suspender o acesso a sistemas e serviços do usuário automaticamente, mediante regras específicas destinadas à inadimplência. Ou seja, todo o sistema corre automaticamente para salvaguardar o gestor dos maus pagadores.

Cobrança variável e flexível

É possível realizar uma cobrança flexível com todos os meios de pagamento disponível. Estão inclusos desde o boleto recorrente até pagamentos feitos por intermediadores como o Paypal, o Pagseguro, o Pagpop e o Moip. É claro que, opções básicas como cartões de crédito e débito automático também estão inclusas.

Além disso, é possível criar cobranças de maneira variável, e isso significa que você pode cobrar para cada cliente especificamente a quantidade de serviço ou produto utilizado, dentro da unidade de medida que preferir. Essa flexibilidade toda, sem dúvidas, garante uma competitividade muito grande para o empreendedor no mercado.

Transparência e informação

O sistema é útil e transparente tanto para o gestor quanto para o cliente. Não podemos negar que, do ponto de vista do gestor, é muito difícil administrar todos os milhares de boletos gerados mensalmente pelos clientes. É muito comum que, diante de sistemas caóticos, o gestor facilmente se perca.

Acontece que o RBM fornece para o empreendedor todas as informações necessárias para o desempenho mais dinâmico das suas funções, como a posição da inadimplência, a carteira de cobranças, além de realizar a régua de comunicação com clientes via e-mail ou SMS. Além disso, os indicadores de performance da ferramenta são destinados exclusivamente para os gestores que atuam com cobrança recorrente, como o aumento e diminuição de contratos, evolução de faturamento, entre outros.

Do ponto de vista do cliente, por outro lado, a relação passa a ser transparente a partir do momento que a ferramenta gera extratos de utilização específicos para cada um dos usuários. Em outras palavras, os seus clientes poderão ver exatamente por quais serviços estão pagando, o que aumenta a confiança e melhora o relacionamento — algo fundamental para quem atua com mensalidades ou assinaturas.

Soluções do RBM

Agora que você já conhece os benefícios do RBM, trataremos mais especificamente das soluções que ele oferece para os gestores das mais diversas áreas. Além dos benefícios já mencionados por nós, destacaremos a atuação do RBM, mais especificamente da Smartbill, em Commerce, CLM (Contratos & Assinaturas), Billing e Hub de Pagamento. Vejamos a seguir.

Commerce

A solução da Smartbill possui um módulo de Commerce que simplifica na captação de clientes, auxiliando na venda de produtos e serviços online. No módulo Commerce, você conseguirá integrar todos os seus canais de vendas ao Smartbill, o que favorece todo o sistema. Além disso, poderá criar planos de assinatura diversificados e específicos para cada cliente, com opções de customização para descontos, formas de cobrança, dentre outros.

Por fim, além dos planos específicos, é possível que você customize os planos para cada canal de venda (internet, telemarketing, entre outros).

CLM (Contratos & Assinaturas)

Outra grande vantagem do Smartbill RBM é que você possui um módulo de CLM que permite a gestão customizada e completa de assinaturas e contratos de todos os serviços prestados pela sua empresa. Você pode configurar seus contratos da forma como achar conveniente. Por exemplo, pode criar modelos de cobrança pré ou pós-paga, pagamentos mensais, bimestrais, semestrais ou anuais, além de definir se o pagamento é pontual ou recorrente.

Além disso, para conseguir mais flexibilidade frente aos concorrentes, você pode definir uma tarifa mínima ou franquia, o que melhora a qualidade da captação dos seus clientes.

Billing

No módulo de billing é possível que você calcule a fatura dos clientes com base em regras de preço avançadas e customizadas. Os preços podem ser variáveis, de acordo com a configuração do modelo de negócio, como o preço por tempo, que calcula a fatura de acordo com o tempo de uso do serviço, preço por porcentagem de faturamento, calculo por volume (cumulativo ou não), dentre muitas outras opções.

Ainda é possível realizar outros tipos de ajustes, como realizar ciclos de faturamento, que é quando o faturamento é dividido em ciclos com determinados parâmetros de automação, a tarifa mínima do usuário, onde o cliente paga um valor mínimo e só paga o excesso se ultrapassar a cota, entre outras opções.

Hub de Pagamento

Por fim, ainda contamos com o módulo de Hub de Pagamento, que permite a automatização do processo de cobrança em si. Com isso, é possível reduzir muito as falhas humanas, além de controlar e diminuir a inadimplência. Todas as faturas e os extratos são enviados automaticamente para o cliente, que também recebe o boleto para pagar. Além disso, lembretes são disparados tanto em e-mails, quanto em SMS, reforçando a cobrança junto ao cliente.

Além disso, o boleto é ajustado automaticamente para o período seguinte, em caso de inadimplência. Multas, juros e quaisquer outras penalidades são adicionadas automaticamente, sem a necessidade de intervenção humana. Por fim, o Smartbill possui uma integração com os principais bancos e operadoras de cartão de crédito, o que permite que você desenvolva um sistema completo para atender e captar clientes.

O mercado é competitivo, os clientes têm necessidades singulares e a tecnologia está cada vez mais avançada. Nesse cenário, o gestor que não se atualizar certamente enfrentará dificuldades. Para se adaptar ao modelo de cobrança recorrente, portanto, é preciso buscar as ferramentas que efetivamente resolvam o seu problema, e não apenas adotar a medida que apresente uma “roupagem moderna”, mas que, no fundo, pode ser muito cara, como são os ERPs tradicionais.

O RBM é uma solução que deve ser testada por qualquer empreendedor que atue nesse tipo de mercado. Esperamos que esse post tenha sanado as suas principais dúvidas!

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Receita recorrente: os segredos do sucesso.

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De clubes de assinatura de cervejas e vinhos a sistemas de gestão online, o modelo de pagamentos recorrentes ganha cada vez mais adeptos no Brasil.

A praticidade é o que leva os clientes a optarem por esse tipo de modelo. Basta contratar uma única vez, definir o tempo desse serviço (cada empresa oferece diferentes planos), passar alguns dados pessoais e bancários e pronto. Nesse texto, vamos explorar o segredo da Receita Recorrente.

Receita recorrente: os segredos do sucesso.

O acesso ao serviço é, na maioria das vezes, imediato, e não é mais preciso se preocupar com burocracia ou com a renovação de contratação todo mês. O processo é todo automático.

Diante de tantos benefícios, você também pode ter se interessado em implantar o sistema de recorrência em sua empresa. Mas antes de colocar a mão na massa, conheça alguns segredos para ter sucesso com esse modelo:

Ofereça flexibilidade de planos e contratos
O modelo de recorrência não deve funcionar como, por exemplo, os planos de academia que “prendem” os clientes a um determinado período para reduzir a mensalidade.

O consumidor deve ter a liberdade de poder cancelar a sua assinatura a qualquer momento, sem taxas ou burocracia. Se não quer mais o serviço, é só solicitar o cancelamento.

Essa praticidade na contratação chama a atenção do cliente e faz com que o modelo dê certo. Se não seguir essa linha, apesar de prender o cliente no curto prazo, em longo prazo as chances de fracasso são grandes.

Conheça o seu cliente
A retenção de clientes é uma das vantagens que o modelo de pagamento recorrente traz, pois o consumidor deixa de comprar uma vez pelo produto e passa a pagar periodicamente. No entanto, para tirar proveito dessa assiduidade é preciso estar próximo do consumidor e entender as suas necessidades.

Por exemplo, uma marca que trabalhe com assinatura de sapatos precisa, no mínimo, saber a numeração de cada um dos clientes. Mas isso é o básico. Para ir além, e satisfazer cada um deles, a fim de mantê-los na base de assinantes por mais tempo, é preciso descobrir modelo, cores e marcas de preferência. E com esses dados em mãos, enviar produtos direcionados para cada comprador.

Sistema de gestão de faturamento eficiente
As planilhas do Excel e sistemas de ERP podem ser muito úteis para o controle financeiro de uma empresa. Mas quando essa empresa trabalha com modelo de pagamento recorrente, essas ferramentas não são suficientes.

A cobrança recorrente exige uma gestão cuidadosa e criteriosa de contratos e pagamentos. A automatização desse processo deve acontecer de maneira inteligente. O programa deve ter a capacidade de identificar várias datas para cobrança recorrente, valores diferenciados e proporcionais ao uso de cada assinante.

Gerenciamento adequado de contratos
A renovação e reajuste de contratos também precisam estar dentro de um processo automatizado, assim como atualizações em sistemas e serviços. Esse gerenciamento deve permitir criação de regras para que cada cobrança e contrato sejam tratados de maneira individual, de acordo com as especificidades de cada um.

É nesse ponto-chave que algumas empresas acabam se perdendo e desperdiçando os benefícios do modelo recorrente. A gestão do faturamento recorrente precisa levar em conta a proporcionalidade de uso, além de permitir a criação de regras conforme o cliente. Fique atento: não é qualquer ferramenta que oferece isso.

Controle de inadimplência
É preciso identificar os clientes com o pagamento em atraso, gerar cobrança automática para eles, e, caso não surta efeito, suspender imediatamente a entrega de serviços ou produtos. Esse provisionamento deve ser feito de maneira dinâmica para que a empresa não tenha prejuízo com quem deixou de pagar.

Reprocessamento automático de cartão de crédito
Estudos apontam que mais de 20% das transações de cartão de crédito são rejeitadas devido ao cartão de crédito estar expirado, sem limite ou por suspeita de fraude. O reprocessamento e a comunicação com o cliente devem acontecer de maneira automática, para otimizar tempo e evitar falhas humanas.

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Se você está procurando uma solução para ajudar na adoção do modelo de pagamento recorrente, conheça a Vindi. Além de customizável, ele gera cobranças calculadas com base no uso, um grande diferencial em relação aos concorrentes.

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Como reduzir inadimplência em negócios recorrentes?

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Diversos fatores influenciam o surgimento da inadimplência. Fatores como valor da cobrança, se é feito para pessoa física ou jurídica, facilidade em realizar os pagamentos e opções de meio pagamentos contribuem para todo tipo de inadimplência. Por isso decidimos escrever esse texto com as principais dicas de como reduzir inadimplência em negócios recorrentes. Vamos a elas.

ANTES DA INADIMPLÊNCIA ACONTECER

1. Comunicação efetiva antes do vencimento: Entregue a cobrança com antecedência, lembre antes do vencimento por e-mail ou SMS. Alerte para os benefícios do pagamento em dia.

2. Identifique cobranças não “recebidas”: Quando se tratar de cobrança que dependa de ação do cliente (como é o caso dos boletos bancários), garanta que todos os clientes receberam e abriram a comunicação. A entrega pode ser feita por e-mail ou correios.

3. Facilite o Recebimento: Quanto mais opções fornecidas para o cliente, mais fácil fica para ele, e menor é o atrito para que o pagamento seja realizado.

4. Separe os clientes em grupos (clusterização): esquecidos, esporádicos, frequentes, quebrados e operadores. Não entenda que a Inadimplência é um grupo único de clientes. Os subgrupos devem receber tratamento diferentes, e ter condições diferentes para quitar sua dívida?

SE NÃO FOR POSSÍVEL EVITAR A INADIMPLÊNCIA

5. Re-geração de boletos automática: Atualizar a data do vencimento, já calculado com multa e juros de forma automática ajuda o cliente a não ter que fazer fila no banco para calcular a multa e juros e receber o pagamento. Com isso, aumenta o número de clientes pagantes?

6. Tenha uma régua de comunicação eficiente: Mantenha comunicação com os clientes inadimplentes com frequência via e-mail, SMS e se necessário, por telefone. Avise dos problemas que ocorrerão caso a situação persista (multa, juros, suspensão do serviço, inclusão no cadastro de proteção ao crédito, etc.)?

7. Suspenda o Serviço: Dependendo do seu segmento de atuação, a simples ameaça de suspensão do serviço é suficiente para motivar o pagamento. Se após a comunicação com prazo final para pagamento não surtir efeito, suspenda o serviço até que a parcela tenha sido paga.

DEVEDORES PERSISTENTES

8. Notificação Extra Judicia: Após cumprir todos os passos de comunicação e punição (como suspensão do serviço) sem ter sucesso na cobrança, é necessário endurecer a conversa: Envie Notificação Extrajudicial com os valores atualizados da dívida. Dê um prazo curto, de no máximo 7 dias para o cliente se pronunciar e quitar o débito.

9. Serasa / SCPC: Inclua o cliente no cadastro de proteção ao crédito quando o atraso completar 30 dias. Muitas vezes, a própria correspondência que ele recebe, já é suficiente para ele pagar a mensalidade em atraso.

10. Renegocie a dívida: Ofereça parcelamentos via débito em conta, cartão de crédito, ou boleto com assinatura de confissão de dívida. Se for online, reduz custos administrativos e evita constrangimento do cliente em assumir pessoalmente que é devedor.

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