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Assinatura de Meia Preta Pela Internet

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Esquisito o título não? Já pensou em assinar meia preta pela internet? Pois é, o site Blacksocks.com do suíco Samy Liechti conta hoje com mais de 50 mil assinantes de Meia Preta. Isso mesmo: meia preta. Como?

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A BlackSocks e sua sockscription

Ele teve a idéia de criar um site há 10 anos para vender meias e acessórios para homens pela internet. Foi chamado de maluco quando quis vender a idéia a amigos e parceiros. Mas Samy foi além: inaugurou o site, pensando sempre em quebrar fronteiras, já que o site possui entregas em 73 países, incluindo o Brasil. O Curioso da história é: faturamento anual que supera os R$5 milhões e cerca de 190 mil cadastros de usuários no site. Eles praticamente dominam toda entrega de meia online na Europa. Gente: estamos falando de meia preta. Samy diz que todo ano entra um concorrente novo e sai por não conhecer o mercado.
Samy usou o apelo de que todo homem executivo, que usa terno no dia a dia, seria um cliente potencial. Investiu em preços, parcerias com fabricantes para garantir qualidade das meias e empresas de logística. Parece uma receita difícil de entender se formos pensar em Meias. Mas quantas vezes no ano um executivo compra meias? Talvez 2, 3 ou quatro vezes. E quanto gasta em média?
Com um conhecimento de marketing afiado, Samy montou o “Sockscription” (assinatura de meias) com 4 planos básicos:
1. Sockscription: 3 entregas de 3 pares: R$178,00
2. Sockscription: 4 entregas de 3 pares: R$236,00
3. Sockscription: 6 entregas de 3 pares: R$350,00
4. Sockscription extreme: 1 entrega de 12 pares: R$236,00
Se pensarmos em preço, não é tão atraente assim. Mas Samy garante a qualidade das meias que são feitas na Itália, de algodão puro e algumas até de cashmere. Samy conta com parcerias de cartões de crédito (milhas), empresas de esporte e até produtos especiais como meias perfumadas. A entrega segundo os consumidores é sempre uma surpresa, já que junto das meias a Black Socks entrega um brinde sempre surpreendente.
A Black Socks não vende somente meias pretas, mas vende meias como commodity. Todo mundo precisa de meias, mas porque elas têm que ser chinesas e de baixa qualidade? Esse é o principal ponto para se analisar o negócio de Assinatura de Meias. Ele vende um sonho, através de comodidade. Você vai receber em casa Meias Italianas Luxuosas, junto de um presente surpreendente e não vai mais precisar sentir sua meia furar para trocá-la. Pode programar os modelos e datas para receber.
A empresa garante todo esse padrão de qualidade, desde a escolha do plano/assinatura até a entrega. E o feedback recebido pelos assinantes é realmente massivo. Só entrar nas redes sociais e sites citando a Black Socks que verão quantas opiniões positivas eles recebem. Elogios à parte. Esse é um dos maiores cases de growth hacking do mundo.
Esse realmente é talvez o maior case de Assinatura Recorrente de produtos na Web.
Assinatura de Meia Preta. Você vai ouvir falar disso.
Conheça o site aqui: Black Socks
Fonte: TechBlog Dallas

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Vindi lança canal para fazer reviews e unboxing de clubes de assinatura

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A Vindi, plataforma de pagamentos recorrentes lançou um canal muito especial, onde avalia e faz unboxing de kits de clubes de assinaturas. Batizado de “Recebidos da Vindi”, o canal irá contar com a própria equipe da Vindi na abertura e avaliação dos produtos.
Acompanhe o primeiro vídeo do Moka Clube.

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Artigos

NYT atinge 308 mil novos assinantes usando recorrência

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Pensar em recorrência, de cara, remete às gigantes do mercado de Assinatura como Netflix, Salesforce e etc. Mas, na Vindi essa questão do consumo recorrente foi resgatada pelo Rodrigo, nosso CEO, lembrando dos primórdios da recorrência, quando – talvez – nem se falava em automação de cobranças ainda.

Em uma apresentação, ele citou a entrega do leite na porta de casa como uma venda recorrente cujos “prestadores de serviço” recebiam do cliente ao fim de cada mês. Se, por um lado, a recorrência de produtos começou com o leite. Por outro, no mundo da informação ela começou (ou teve participação efetiva) com o The New York Times.
É provável que todos já tenham ouvido falar do NYT, mas é um veículo fundado em 1851 nos Estados Unidos com publicações diárias na cidade de Nova Iorque (ou Nova York, os linguistas ainda não chegaram a uma pronúncia definitiva).

O caso é: O The New York Times é o segundo jornal com maior circulação nos Estados Unidos e o 39° do mundo, tem o maior número de prêmios Pulitzer entre todas as agência de notícias e é um jornal de referência para boa parte dos cidadãos americanos. Mas, nada disso impediu que ele entrasse para o limbo da crise na comunicação.
Queda nas tiragens de jornal impresso, vendas na metade do preço, demissão em massa e até perda de credibilidade estão entre os momentos colecionados pelo New York Times nos últimos anos.
Mas, uma boa notícia:
“O jornal conquistou 308 mil assinantes em três meses, o que configurou o melhor índice de crescimento do veículo no cenário digital.”
O veículo passou a ser, também, digital em 1996 e o portal recebe leitores de todos os lugares do mundo. Em 2010, como uma saída para a crise, o The New York Times resolveu começar a cobrar dos visitantes o acesso para leitura. O veículo oferece assinatura a partir de três diferentes planos:

Vindo do mundo da comunicação, posso afirmar que esses resultados obtidos ainda não são a salvação dos veículos de notícias. Mas, de longe, posso dizer que resultados como esse (308 mil novos assinantes lendo o jornal em três meses) animam o mercado e o faz pensar de forma estratégica em como acompanhar, cada vez mais, seus atuais “clientes”.
É a mágica em ter um serviço de alto valor agregado, alinhado a uma estratégia para receber pagamentos online.
O leite não é mais entregue na porta de casa, mas pode receber as notícias na sua casa e, então, pôde continuar consumindo elas periodicamente. Onde está a diferença nesses dois produtos que lá atrás já eram recorrentes?
A diferença está em: há quem continue oferecendo notícia e – de certa forma – quem ainda disponibiliza o leite. Mas, a notícia é entregue disponibilizando cobrança recorrente. No leite, não. Tudo é uma questão de acompanhar as mudanças de comportamento no consumo e entregar o que seu cliente quer. 
Fica aí um vídeo que mostra o que eu estou falando. 😉

Até mais! =)

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Artigos

Viu o SexFlix, serviço de assinatura das Brasileirinhas?

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A produtora pornô Brasileirinhas anunciou Sexta-Feira passada, o lançamento do seu serviço de streaming: o SexFlix.

O serviço, que será lançado em breve, custará R$29,90. Mesmo com o a jogada de marketing, a produtora parece que enfrentará alguns problemas, pois mesmo antes do lançamento, a Netflix notificou a empresa alegando plágio do nome, em especial o uso do sufixo “flix”.

Segundo o UOL, a Neflix já realizou duas notificações acusando a Brasileirinhas de plágio:

“As marcas SexFlix e PornFlix são uma imitação das marcas Netflix e, desta forma, violam o direito sobre as marcas da Notificante.”

O site Tecnoblog ilustrou que a produtora Brasileirinhas Distribuidora de Filmes Ltda registrou os nomes Pornflix e Sexflix no começo desse ano.

Ilustração INPI pelo Tecnoblog: foto reprodução

A produtora tinha até o dia 05/05 para tirar o site do ar, para não receber o processo judicial.

UPDATE: o site do SexFlix está fora do ar (08/05)

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