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Apple One: o que esperar da cobrança recorrente da Apple?

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Nos últimos dias, a Apple começou a divulgar o Apple One, o possível serviço de assinaturas da marca.

Dessa forma, a ideia do Apple One é oferecer uma grande variedade de serviços, que já são pagos dentro da Apple, como um conjunto dentro de um plano.

Além disso, dentro dessa cobrança recorrente da Apple, podemos esperar novidades. É o caso, por exemplo, de ferramentas para que os usuários façam exercícios físicos em casa.

Em poucos cliques no Iphone ou Apple Watch, serão oferecidos serviços fitness aos assinantes.

Qual o objetivo do Apple One?

Em primeiro lugar, o público que consome os serviços da Apple será incentivado a fechar planos que agreguem valor a eles.

E, os que não consomem, serão incentivados a experimentar. Estamos falando de jogos e até mesmo a Apple Music, que tem perdido público para os streamings de áudio mais populares do mercado.

Além disso, todo o planejamento estratégico de lançamento, que está previsto para outubro de 2020, gira em torno do novo Iphone.

Atrelando a Economia da Recorrência ao pacote de inovações da companhia, espera-se que a adesão do público seja ainda maior.

Da mesma forma, o consumidor pode esperar a oferta de vários planos. O projeto está sendo feito de acordo com as pesquisas que levam em consideração a psicologia do consumidor.

Esse movimento, feito por empresas como a Apple, mostram o que temos acreditado nos últimos anos. Hoje, a recorrência está caminhando para ser o modelo de negócios do futuro.  

A ideia do serviço de assinaturas seguiu o curso de outras grandes empresas do mercado, como a Amazon.

Nós já falamos sobre a cobrança recorrente que já está funcionando na Amazon dos EUA, e você pode ler essa notícia clicando aqui.

Gostou desta notícia e quer saber mais sobre como o Pagamento Recorrente pode ajudar seu negócio a crescer com muito mais sustentabilidade?

Então, clique aqui e leia nosso artigo completo agora mesmo!

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Carros por assinatura no Brasil: conheça as marcas que apostam nesse modelo

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Não é de hoje que o consumidor brasileiro busca opções de mobilidade que sejam alternativas à compra de um veículo, como os carros por assinatura. 

E não é para menos: o custo da aquisição e manutenção de um carro não é dos mais baixos no país.

Nesse sentido, a “mobilidade pay-per-use” tem atendido bem o público que busca baixar os custos de locomoção, mas sem perder o conforto.

O sistema “pay per use” está presente em nosso dia a dia em diversas utilidades, como aluguel de equipamentos e serviços. Você paga proporcionalmente ao uso, não sendo “proprietário” do bem, mas podendo desfrutá-lo pelo período contratado. 

Essa é a lógica também dos serviços On Demand, como a Netflix, que cobra pelo acesso e não um produto específico. Tudo isso é o centro da Economia da Recorrência, cuja lógica gera o acesso a diversos bens para pessoas de diferentes realidades socioeconômicas, além de ser mais sustentável a longo prazo.

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Carros On Demand

No setor de veículos, estamos acostumados às tradicionais locadoras de carros, como Movida, Localiza e Rent a Car. Geralmente elas têm diversos modelos à disposição do cliente, cobrando pelo tipo de carro e pelo tempo de uso, além de outras taxas.

Mas, esse mercado, antes dominado pelas locadoras, vem ganhando novos players nos últimos meses, e se tornando mais atrativo.

E as novidades estão surgindo direto da fonte: as próprias montadoras estão percebendo o potencial dos carros por aluguel e começando seus serviços de assinaturas de veículos, em parceria com as concessionárias. O maior atrativo é que oferecem carros 0km para o assinante.

As vantagens da assinatura de carros vão além: em um único preço, o cliente não precisa se preocupar com IPVA, seguro, licenciamento e outros custos.

No Brasil, o mais novo entrante desse sistema é a Renault, que lançou seu programa de assinaturas “Renault On Demand” na última quarta-feira (20).

No exterior, as assinaturas diretamente das marcas já é uma prática conhecida. Se você tiver curiosidade, aqui no blog já trouxemos os cases da Porsche, da Audi e outros.

Agora, conheça mais sobre as marcas brasileiras que estão iniciando a focar não só na venda, mas nas assinaturas de seus automotores.

Renault On Demand (Renault)

Lançado ontem (20), o Renault On Demand já está em funcionamento em seu site. O programa oferece, por enquanto, a escolha entre 4 modelos de carros da marca, desde o mais básico (Kwid Zen) até um mais top de linha, o Duster Iconic. Todos são 0km.

O bacana é que a assinatura do Kwid Zen é a mais barata dentre todas as opções de carros por assinatura do mercado, inclusive os da Fiat e da Volkswagen.

O tempo mínimo de contrato é de 12 meses, podendo expandir para 24 ou 36 meses. Confira abaixo os preços de saída anunciados:

  • Kwid Zen 1.0: R$ 869/mês;
  • Kwid Outsider 1.0: R$ 879/mês;
  • Stepway Iconic 1.6 CVT: R$ 1.539/mês;
  • Duster Iconic 1.6 CVT: R$ 1.699/mês.

Os preços variam de acordo com a franquia de quilometragem por mês escolhida pelo cliente, que começa em 500 km/mês. Se os parâmetros forem alterados, os preços sobem. 

Também é possível optar por adicionais. Já seguro, impostos ou manutenções são por conta da Renault. A assinatura inclui todas as documentações e taxas do veículo pagas, como IPVA, licenciamento, emplacamento etc. Além disso, conta com Assistência 24h para o condutor.

Flua! (FCA – Fiat e Jeep)

O programa Flua!, da montadora FCS, dona das marcas Fiat, Chrysler e Jeep, também entrou no mercado de carros por assinatura recentemente, em 15 de janeiro deste ano.

A princípio, a Flua funciona em um projeto-piloto que envolve 32 concessionárias localizadas no estado de São Paulo e Paraná. 

Ele oferece uma quantidade maior de opções em relação aos concorrentes, sendo 11 da Fiat e 4 da Jeep, também 0km.

  • As assinaturas mais baratas começam com o modelo Fiat Argo Drive 1.0 Flex, por R$1.350,00/ mês (contrato de 36 meses, com franquia mensal de 1.000 km). 
  • Já o mais caro da Fiat é o modelo Fiat Toro Ultra 2.0 AT9 4×4, que chega a R$ 3.750/ mês nas mesmas condições de contrato. 
  • Na categoria Jeep, entram os modelos Compass e Renegade, com suas variáveis de modelo. O Renegade começa em R$ 2.410/ mês, enquanto o Compass Trailhawk chega a R$ 4.380.

Para uma noção real dos preços, o cliente precisa determinar o período de locação e a franquia de quilometragem mensal, pois esses fatores impactam diretamente no valor. Da mesma forma que os concorrentes, IPVA, Seguro Obrigatório e Licenciamento são responsabilidades do programa.

Os pagamentos são feitos por boletos bancários, enviados mensalmente para o e-mail cadastrado, ou por cartão de crédito.

Um ponto interessante é que ao término do período de assinatura, o cliente tem a opção de devolver o veículo ou comprá-lo com prioridade e valores pós-fixados.

VW Sign and Drive (Volkswagen)

Lançado em novembro de 2020, o programa VW Sign and Drive, da Volkswagen, só estará disponível para a cidade de São Paulo e interior, e ainda não são todos os veículos que estão liberados para o serviço.

As opções são ainda limitadas a parâmetros não configuráveis: 24 meses como período de contrato, e franquia de 1.800 km/mês. Nessas condições, os preços são:

  • Jetta: a partir de R$2.999,00/mês
  • Tiguan: a partir de R$3.659/ mês.

Em breve, a montadora pretende disponibilizar também os modelos T-Cross e o Virtus.

Serviços inclusos: documentação, seguro, manutenção preventiva, assistência 24 horas, gestão de multas e rastreador.

Entenda mais sobre os serviços por assinatura no Blog da Vindi! Veja nossas sugestões:

✔️ Mercado de Clubes de Assinatura: overview do ano + tendências para 2021

✔️ Apple ataca Netflix, Google, Spotify e Disney com modelo de assinaturas

✔️ Startup YVY é um dos clubes de assinatura que crescem na crise

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PCI Compliance: o que é e por que essa certificação é importante

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Seja numa compra avulsa ou recorrente pela internet, os cartões de crédito ocupam a posição de meio de pagamento mais utilizado. Mas muita gente desconhece que, para que as transações por cartão ocorram de maneira segura, existe uma série de regras que as empresas que processam pagamentos devem seguir, o chamado PCI Compliance (PCI-DSS).

Todos os provedores de sistemas que participam do processamento de dados de cartões durante uma transação comercial são obrigados a seguir os requisitos de segurança do PCI-DSS.

No post de hoje, você poderá entender o que é PCI Compliance e por que sua empresa precisa se preocupar com essa certificação na hora de contratar uma solução de pagamentos.

O que é PCI Compliance (PCI DSS)?

Em tempos de economia digital, empresas no mundo todo estão cada vez mais expostas do ponto de vista de segurança de dados na internet

Portanto, para ter a almejada segurança na venda online é preciso que as empresas responsáveis por processar os pagamentos e dados sensíveis de cartão sejam altamente seguras e certificadas. 

O PCI Compliance, ou “PCI DSS”, é uma das maiores certificações de segurança do mundo. A sigla traduzida para o português quer dizer: Padrão de Segurança de Dados para a Indústria de Cartões de Pagamento.

Nesse sentido, a certificação PCI DSS é a maneira mundialmente mais aceita de se assegurar essa confiabilidade. 

Ele foi criado pela indústria de cartões para gerar um conjunto de requisitos que visam a segurança de transações por cartão pela internet. Isso porque as principais regras mantêm o sistema protegido de invasores, protegem as informações dos titulares, monitoram e testam as redes constantemente, além de criarem uma rede segura para a condução das transações.

Quais são os níveis do PCI Compliance?

Existem 4 níveis de certificação PCI: 1, 2, 3 e 4.

A divisão entre os níveis de certificações é configurada conforme a quantidade de transações processadas pela empresa de pagamentos por ano.

Assim sendo, esses níveis determinam a quantidade de esforços que serão necessários para se adequar ao PCI DSS. O nível 1 é o mais rígido e seguro e voltado para empresas com mais de 6 milhões de transações por ano.

Por que minha empresa deve se preocupar com isso?

Se você recebe pagamentos através de cartões de crédito ou tem um gateway no meio do processo, saiba que ele precisa ter obrigatoriamente essa certificação. Então, no momento de decidir qual o provedor do meio de pagamento que sua empresa utilizará, o decisor precisa entender e se preocupar com isso por alguns motivos:

  • Responsabilidade legal: sua empresa deve se proteger contra o vazamento ou roubo de dados dos clientes por terceiros;
  • Confiança: eleger um provedor com a certificação PCI é ter a garantia de ter processos de segurança validados pela indústria de pagamentos;
  • Obrigatoriedade das normas: se você está usando uma solução sem a certificação, o risco de um problema é muito alto;
  • Prevenção a fraudes: o PCI gera menos preocupações com chargebacks decorrentes de fraudes com dados de cartão.

Em qual empresa de pagamentos devo confiar?

Conte com empresas que tenham esse certificado. A Vindi, por exemplo, cumpre rigorosamente os padrões dessa certificação e passa por auditorias periódicas a fim de manter a conformidade com a indústria de cartões. 

Ela possui PCI DSS Level 1, versão 3.2, certificado pela Trustwave. Este é o padrão de segurança mais alto da indústria de pagamentos e a versão 3.2 é a mais recente.

Por isso, vender através da Vindi é ter a certeza da segurança nas transações e a tranquilidade nos métodos de pagamento disponíveis no Brasil.

Para informações técnicas, acesse nosso link com o detalhe da certificação.

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Serviços fitness por assinatura ajudam a se exercitar na pandemia

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Que a pandemia impediu as pessoas de frequentarem academias e parques nas piores fases de contágio, você já sabe.

Entretanto, não é por isso que os exercícios físicos pararam de acontecer. As pessoas buscaram alternativas para continuar em movimento mesmo confinadas.

Isso porque a prática de exercícios é comprovadamente essencial para a saúde física e mental , sendo até mesmo importante para o aumento da imunidade contra doenças.

Nesse contexto, aumentou o número de compras de acessórios e aparelhos para exercícios caseiros, como halteres, faixas elásticas, cordas, colchonetes e anilhas. Por exemplo, no início da pandemia, a procura de alguns desses itens tiveram um aumento de 2.500%, segundo o site Netshoes.

Já no Mercado Livre as vendas da categoria de produtos Fitness e Musculação registraram crescimento de 132% em março ante fevereiro. As vendas de equipamentos para funcional, pilates e yoga subiram 154%, e aparelhos cardiovasculares tiveram alta de 147%, segundo o Valor Investe.

Mas não para por aí. Não foi somente o mercado de venda de equipamentos que foi aquecido no ano. Os serviços fitness por assinatura também bombaram. Entenda!

Apps de treino

Muitas pessoas não têm motivação por si só para se comprometer com a malhação diária. Por isso, aplicativos de treinos, aulas e monitoramento do progresso atingiram o ápice durante a pandemia, porque proporcionam estímulos para motivar o usuário a se exercitar.

É o caso de empresas como Queima Diária, Tech Fit, BTFIT e outras, que viram seu número de usuários e assinantes aumentar exponencialmente durante todo o ano. 

Por exemplo, segundo análise do portal RankMyAPP, no mês de maio de 2020, apps voltados para o bem-estar do usuário chegaram a mais de 61 mil instalações.

Desde o seu lançamento, o BTFIT acumulou quase 4 milhões de downloads e chegou a ter picos de 10 mil pessoas simultaneamente fazendo aulas no app.

Nesses apps, o aluno encontra diferentes programas de treinos completos para ir seguindo diariamente, como funcional, aeróbico, resistência, yoga e até dança.

Os preços das assinaturas costumam ser baixos, por menos de R$10, o que atrai um grande número de adeptos. Muitos também contam com versões trial ou freemium.

Esse modelo tem potencial para permanecer mesmo após o fim do confinamento, pois as pessoas os consideram opções práticas e baratas para manter a forma física. Além disso, é uma maneira mais fácil de encaixar os treinos na rotina, pois podem ser feitos em casa.

Aparelhos fitness por assinatura

Enxergando a grande oportunidade proporcionada pelo público que deseja malhar em casa ou em espaços particulares, surgiu uma nova startup no mercado, a ZiYou, plataforma de aluguel de esteiras, bicicletas e outros aparelhos.

Fundada por Marcio Kumruian, o fundador da Netshoes, a ZiYou é considerada um serviço por assinatura. Isso porque a partir de uma mensalidade, o cliente recebe em casa o aparelho de sua escolha e pode utilizá-lo durante o período em que estiver com seu plano ativo.

As mensalidades variam de acordo com os modelos e tipos de aparelhos disponíveis. A menor faixa se inicia em R$149 para os modelos mais básicos, indo até R$899 para uma Esteira Ergométrica do modelo ZU600, que chega a 18km/h, com inclinação eletrônica.

Toda a manutenção é garantida pela empresa, assim como a entrega na casa do cliente. Basta escolher no portfólio o equipamento que melhor atende às necessidades, inserir o endereço onde ele deve ser entregue, agendar o dia e horário. Após o período de uso, o assinante pode renovar, devolver ou trocar de aparelho.

Além disso, a ZiYou oferece aos assinantes acesso a conteúdos e aulas por meio de apps e sites parceiros, gratuitamente. Os parceiros são a Bflix e o Weburn.

O modelo de assinatura é interessante para aquelas pessoas que não desejam comprar um aparelho como esteira ou bicicleta porque não vão utilizá-lo a longo prazo, mas, enquanto precisam malhar em casa, podem contar com essa opção mais flexível.

Veja também: Quais são as principais métricas para apps com modelo de assinaturas?

E aí, você já experimentou algum app de exercícios, comprou ou alugou um aparelho de ginástica? Nos conte sua experiência com os serviços fitness por assinatura!

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