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A importância da nota fiscal na cobrança recorrente

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Os negócios digitais crescem cada vez mais. Todos os dias novas formas de empreender surgem. Nos últimos anos, tem sido a vez dos serviços por assinatura tomarem seu espaço. O que, inicialmente, parecia ser uma moda passageira, hoje se mostra um negócio sério e altamente escalável.

O serviço por assinatura é simples e, se bem automatizado, pode te dar pouco trabalho técnico, além de ser um mercado em expansão.

O maior benefício dos serviços de assinatura para o empreendedor é a estrutura de cobrança recorrente automática. Grandes empresas nos ramos de academias (como a SmartFit), escolas (Wizard) e clubes de assinatura, têm adotado esse método. Mas, como funciona a cobrança recorrente?

Como funciona a cobrança recorrente

É provável que você já saiba o que é cobrança recorrente, mas é importante ressaltar para ficar mais claro.  

A cobrança recorrente sucede de uma assinatura, que implica no uso periódico de um produto ou serviço que será cobrado mensalmente na data estipulada pelo cliente. Ou seja, é uma cobrança periódica que só termina quando o assinante desiste de usar o serviço, ou, como costumamos chamar na recorrência, quando ele ‘churna’

As academias, por exemplo, oferecem o acesso ao uso de equipamentos e treinos e cobram do aluno uma mensalidade (assinatura) para que o assinante tenha direito a treinar na academia.

No caso das escolas, as instituições oferecem o acesso ao ensino (seja básico, superior, profissionalizante ou de idiomas) e cobram uma mensalidade por ele. A cobrança é feita periodicamente e automaticamente – quando um software é usado para facilitar e otimizar esse processo.

No caso dos famosos clubes de assinatura, a cobrança recorrente é consequência da entrega de produtos na casa do assinante ou pelo acesso exclusivo a um serviço, como um Box de produtos ou conteúdo rico.

Mas, onde entra a nota fiscal?

Obrigatoriamente, as empresas precisam emitir notas fiscais. No caso das empresas prestadoras de serviços (como escolas, clubes e academias) a nota fiscal emitida é a NFS-e (Nota Fiscal de Serviço eletrônica) cujo recolhimento de impostos fica a cargo da prefeitura de cada município. Entenda:

Emissão de notas fiscais de serviço

As notas fiscais são obrigatórias para todos os prestadores de serviço. Deixar de emiti-las implica em deixar de cumprir obrigações legais. O descumprimento dessa lei pode acarretar em diversas punições para a empresa, incluindo altas multas. Assim, fica mais fácil compreender a necessidade de emitir as notas fiscais.

Além disso, ao emitir notas, os próprios clientes percebem a empresa com mais confiança, ou seja, veem mais credibilidade na hora de contratar.. Mas esse é apenas um benefício, você pode entender os outros acessando este artigo sobre as vantagens da emissão de notas fiscais.

Por fim, as empresas que trabalham com serviços de assinatura e usam a cobrança recorrente automática precisam emitir notas fiscais antes ou após receber o pagamentos de seus alunos/assinantes.

Acontece que, como dissemos anteriormente, a cobrança recorrente acarreta em uma série de benefícios que ajudam as empresas a escalarem seus negócios. Logo, emitir as notas fiscais manualmente gera um trabalho desgastante que pode ser poupado com a automação.

Em média, emitir uma nota fiscal na prefeitura leva em torno de 1,5 minutos. Imagine ter que emitir nota por nota de cada cliente que você tem… Isso gera muito trabalho e custo com recurso humano.

Automatização das notas fiscais

Acompanhar o mercado sempre foi uma obrigação para empreendedores que querem expandir seu negócio e, portanto, é essencial estar a par da evolução tecnológica para saber os tipos de ferramentas que podem auxiliar no trabalho diário dentro da empresa.

Pensando em todos os problemas gerados pela falta de cumprimento das obrigações fiscais e no gasto de tempo com essas atividades manuais, algumas empresas de tecnologia já estão se movimentando e oferecendo soluções para  emitir notas fiscais automaticamente para gerar menos custos e otimizar o processo de emissão. 

Como sabemos, as leis observam o movimento fiscal das empresas para que sejam cumpridas as obrigações e, nesse meio, a quantidade de notas que devem ser emitidas cresce a cada instante.

O crescimento do número de notas fiscais a serem emitidas é sinal de que, também, o número de assinantes/clientes está crescendo. Neste caso, as empresas (ou contabilidades responsáveis pela emissão) precisam buscar a melhor forma de otimizar essa atividade para não perder tempo com uma coisa tão simples e estar em dia com as questões fiscais.

Então, por que não aliar a cobrança recorrente (que é responsável pelos pagamentos recebidos) à emissão de notas fiscais (que é obrigação fiscal)? É isso que algumas empresas estão fazendo.

Cobrança recorrente + Emissão de notas fiscais

Com o visível crescimento da empresa, as equipes precisam estar preparadas para resolver problemas maiores. Afinal, a área financeira da sua empresa precisa ser bem cuidada, não? Já que é a partir dela que você consegue identificar a saúde do negócio.

Neste caso, ao começar a crescer, aliar a cobrança recorrente à emissão de notas fiscais a partir de softwares de serviços é a melhor das opções.

Assim que o pagamento for efetivado (na data programada de cada mês) pelos usuários da academia, alunos ou clientes de um serviço de assinatura, automaticamente as notas fiscais serão emitidas e você efetiva de uma vez seus recebimentos e registros fiscais. Portanto, a importância de integrar a emissão da nota fiscal na cobrança recorrente está em garantir um processo de pagamento completo.

Se você já usa uma solução de cobrança recorrente, procure saber se ela oferece integração com um emissor de notas fiscais automático. Se não usa nem um nem outro, certifique-se de contratar serviços que integrem e te ofereçam esses recursos.

A Vindi, por exemplo, oferece integração com o Fast Notas. Juntos, eles conseguem entregar esse processo ‘casado’ e oferecer o que de melhor a automação tem para o seu negócio: facilidade, otimização de tempo e redução de custos.

 

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A economia da recorrência chegou no Youtube

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Economia da Recorrência chega no Youtube

Neal Mohan, CPO do Youtube anunciou na VidCon 2018 que a plataforma está apostando alto na economia da recorrência. Depois de lançar o YoutubeRed, a empresa planeja permitir que os Youtubers cobrem uma mensalidade dos inscritos nos canais.

Boa parte da aposta é por conta do lançamento do IGTV, serviço de streaming do Instagram que permite vídeos de até 1 hora. E para concorrer também com outras plataformas, como Netflix, já que pretende realizar a produção de conteúdos exclusivos para os assinantes, contando com a ajuda dos Youtubers, que nos últimos tempos vinham reclamando muito sobre a redução de alcance dos vídeos e da monetização.

Mas como vai funcionar a assinatura do Youtube?

O CPO explicou que os canais que possuírem mais de 1.000 inscritos vão poder cobrar uma mensalidade de US$ 4,99 em troca de conteúdo exclusivo. Alguns canais escolhidos pelo próprio Youtube já vinham testando o modelo de negócios e triplicaram o faturamento desde janeiro.

Você deve estar se perguntando como o Youtube vai faturar com a economia da recorrência. Bom, a empresa vai terá um take rate de 30%, mas também se comprometeu a bancar todo custo de taxas que são cobradas por conta do pagamento recorrente.

São os grandes enxergando o potencial da Economia da Recorrência. Quer saber como esse modelo de negócios transformou empresas como Netflix, Slack e Smartfit, veja o estudo que fizemos clicando aqui.

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Inadimplência: 6 regras de ouro para a reduzir este monstro

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inadimplencia alta

A inadimplência tem um efeito cascata na economia do país, pois, uma vez que o consumidor final tem dificuldades para pagar as empresas, essas também passam a precisar de mais capital de giro e melhor fluxo de caixa para continuarem operando e pagando seus fornecedores. Logo, o fato de o Brasil ter atualmente mais de 60 milhões de pessoas com o Cadastro de Pessoa Física (CPF) negativados junto a instituições como o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) ou no SERASA, inadimplência vira um fator preocupante para sua empresa independentemente de seu segmento e setor de atuação.

Recuperação de inadimplência é uma ciência moderna.

Para ajudar a superar, prevenir e reduzir a inadimplência, indicamos 6 boas práticas que podem ser consideradas regras de ouro para a redução da inadimplência:

1. Comunicação efetiva antes do vencimento

Há um passo antes da primeira regra. Se sua empresa vai vender a prazo ou parcelar uma compra, ela está ciente de que o cliente não quer comprometer seu fluxo de caixa pagando uma conta que pode ser parcelada ou que não dispõe do valor total do produto ou serviço que está adquirindo. Por isso, é importante oferecer descontos, brindes ou bônus para futuras compras caso a atual seja paga à vista. Isso já é uma forma de prevenir e reduzir a inadimplência. Os grandes e-commerces brasileiros já perceberam que essa estratégia ajuda na redução da inadimplência e das reclamações, uma vez que ao pagar o total da conta, os clientes se sentem menos inclinados a devolver ou reclamar dos produtos.

Inadimplência é um monstro para muitas empresas.

inadimplencia alta
A Casa Monstro da Disney. Não deixe sua empresa se tornar uma.


No entanto, caso sua empresa ofereça a opção de parcelamento, é importante adotar as 4 ações listadas abaixo:

  1. Antes de conceder o parcelamento, deixe claro qual é a data limite para os vencimentos;
  2. Destaque que multas e juros serão cobrados em caso de atrasos e que estes são inegociáveis;
  3. Entregue as cobranças sempre com antecedência. Essa ação é importante, pois algumas lojas acreditam que o envio de boletos ou faturas para o cliente na semana do pagamento da dívida o ajuda a se recordar. Essa é uma estratégia de cobrança sutil. Na verdade, o efeito é contrário, pois as pessoas acabam se esquecendo de dívidas, principalmente das de médio e longo prazos e não se organizam para pagá-las no vencimento. Antecipar o envio da cobrança é uma maneira de recordar o cliente de que parte de seus recebimentos já estão comprometidos e de que ele não pode aumentar suas dívidas.
  4. Envie lembretes por e-mail ou SMS alertando sobre a data de vencimento e os benefícios para receber pagamento online em dia. Nos primeiros dias de atraso, também vale enviar esses e-mails e SMS com recordações da situação. Eles funcionam como meras recordações, ao passo que o envio do boleto ou da fatura ajuda no planejamento financeiro de seu cliente.

2. Identifique cobranças “não recebidas”

É essencial ter um sistema que automatize o faturamento, o controle de recebimentos e a gestão de contratos ou assinaturas. Para isso, faça uma análise de indicadores relacionados à redução de inadimplência e permita uma tomada de ação rápida por parte de sua equipe de cobrança. Essa é a forma mais indicada para reduzir sistematicamente a taxa de clientes inadimplentes de sua empresa. Se isso não for feito, um tempo precioso será gasto enquanto seus funcionários identificam e conciliam todos os recebimentos manualmente. Além de causar muitos equívocos e falhas, tal medida acabaria gerando um gasto desnecessário em horas que poderiam ser utilizadas na cobrança efetiva dos clientes.

3. Facilite o recebimento para reduzir a inadimplência

Dar opções diversas para o recebimento do boleto ou da fatura é a melhor forma de fazer com que o pagamento seja realizado. Você pode, por exemplo, oferecer uma espécie de carnê com todos os boletos e prestações que a pessoa deve pagar; pode enviar, com 30 dias de antecedência ao pagamento, o boleto da prestação que irá vencer via e-mail; o cliente pode receber o boleto impresso via correios com 20 dias de antecedência ao pagamento; e, dois ou três dias antes do prazo final, ainda pode receber o código de barras via SMS. Dessa forma, sua empresa terá a certeza de que o consumidor teve tempo hábil para se planejar e não encontrou nenhuma dificuldade para pagar aquela prestação ou mensalidade.

4. Regeração de boletos automática

Além dos avisos de que o cliente já está com a situação de inadimplência, sua empresa pode enviar um e-mail explicando o passo a passo de como ele pode gerar novamente o boleto (já com os juros e multas calculados) para poder efetuar o pagamento via Internet Banking, caixas eletrônicos ou representantes bancários. Indique ao consumidor que isso evita que ele efetue o pagamento presencialmente “na boca do caixa” para que o atendente calcule a multa e os juros. O resultado é a economia de tempo para o cliente e a redução da inadimplência para a sua empresa.

5. Tenha uma régua de comunicação eficiente

Estabelecer uma frequência de comunicações e avisos sobre a situação de inadimplência do cliente é uma das maneiras mais eficientes de reduzi-la. Por isso, crie modelos de e-mails, SMS e, em último caso, até de ligações telefônicas para avisar o cliente sobre os problemas que essa situação pode ocasionar, como multa, juros, suspensão do serviço, inclusão no cadastro de proteção ao crédito, protesto, entre outras formas previstas no contrato de serviços.

Lembre-se: de maneira alguma as mensagens ou métodos de cobrança podem expor o cliente a situações constrangedoras, pois isso feriria o artigo 42 do Código de Defesa do Consumidor e sua empresa poderia ser acionada na justiça.

6. Suspenda o serviço

Ao entrar em situação de inadimplência, muitos consumidores e empresas criam listas classificando e categorizando serviços que são indispensáveis e fornecedores que são mais fáceis para se negociar, sendo priorizados aqueles que são mais essenciais e justos na negociação. Por isso, se a comunicação com prazo final para pagamento não surtir efeito, suspenda o serviço até que a parcela ou a dívida seja paga.

É importante perceber que nem sempre a isenção de juros ou manutenção do serviço fidelizará seu cliente, pois ele pode atribuir essa falta de cobrança ou de suspensão à desorganização, bondade ou não essencialidade de seus serviços e produtos, o que levaria a postergações sucessivas em futuros pagamentos, busca por outros fornecedores e elevação da taxa de inadimplência da sua empresa.

Você utiliza alguma regra adicional visando à redução da inadimplência? Comente conosco sua experiência e curta nossa página no Facebook para se manter informado com dicas como essas!

Se você ainda não tem uma ferramenta para te ajudar em todos esses processos, conte com a Vindi.

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7 métricas básicas para gestão de cobrança recorrente

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metricas assinaturas

Com o passar dos anos, a forma como as pessoas consomem produtos e serviços mudou. O acesso à tecnologia e outras formas de interação transformou as relações entre empresas e consumidores. As exigências do mercado e a forte concorrência exigiram dos negócios mais agilidade nas suas operações e formas de rentabilizar uma operação para suportar a velocidade com que as coisas acontecem.

A cobrança recorrente, uma prática que existe há muitos anos, retomou força em diversas áreas e passou a ser uma forma ainda mais interessante de metodologia de pagamento para os setores financeiros das companhias. Empresas de softwares têm liderado essa nova onda, principalmente pelo surgimento da computação em nuvem.

métricas cobranca recorrente

Atualmente, é difícil encontrar produtos em caixas ou instalados diretamente no computador. Os softwares são vendidos como uma assinatura de acesso, conhecidos como SaaS — Software as a Service.

Uma pesquisa trimestral do Synergy Research Group com os principais prestadores de serviços de infraestrutura de nuvem e Data Center espalhados pelo globo mostrou que, no segundo trimestre de 2015, esse setor gerou mais de US$ 20 bilhões em receitas para empresas de TI. Isso mostra como esse é um mercado enorme e que exige equilíbrio para ser comandado. Por isso, a gestão de cobrança recorrente se torna uma disciplina essencial.

Nesse texto, vamos apresentar as principais métricas para lidar com essa área, para ajudar você a ter sucesso no seu negócio. Continue lendo!

O que é a economia da recorrência

Antes de conhecer as principais métricas para gestão de cobrança recorrente, é importante entender seu conceito. A economia da recorrência é um modelo que vem mudando as relações comerciais de diversos segmentos com seus consumidores. Ela é baseada no consumo pelo acesso e não pela propriedade, com uma cobrança firmada a partir de uma assinatura.

A TV paga é um exemplo clássico disso. É um mercado que, de acordo com a Anatel, registrou mais de 19 milhões de assinantes até fevereiro de 2015.

Diversas outras empresas extremamente conhecidas nasceram ou passaram a utilizar esse modelo. Dentre elas, podemos citar: Netflix, Salesforce, Adobe, Spotify entre outros.

Principais métricas para gestão de cobrança recorrente

Tudo bem, você já entendeu que a economia recorrente é um mercado gigante e recheado de oportunidades, e que bilhões de reais são movimentados nesse mercado pelo mundo. Mas como tudo isso pode funcionar bem no seu dia a dia? Entender quais são as principais métricas para a gestão de cobrança recorrente é essencial para fazer a roda girar.

1. Taxa de conversão

A taxa de conversão é a porcentagem dos seus leads, ou aqueles visitantes que têm interesse na sua empresa e de quem você tem informações de contato, que se tornam clientes.

É uma métrica essencial para projeções futuras. Imagine a situação: você quer aumentar seus leads em 50%. A taxa de conversão vai apresentar quantos telefonemas ou disparos de e-mail, por exemplo, serão necessários para atingir esse objetivo.

2. Churn rate

Essa é uma das métricas mais importantes. O churn rate é o índice de cancelamentos das suas assinaturas, que pode ocorrer por diversos motivos.

É extremamente importante saber exatamente quais são, para criar mecanismos e mudanças que possam reduzi-los. Alguns exemplos: seu serviço não agradou, um concorrente ofereceu melhor preço ou o cartão do cliente não foi aceito.

3. Growth rate

No sentido contrario do churn, o growth rate é a taxa de crescimento das suas assinaturas. É uma métrica que indica o valor absoluto de novos clientes em relação à quantidade de clientes da sua base.

O segredo para ter um growth rate alto é combater o churn, ampliar o tempo de vida do seu cliente e reduzir o custo de aquisição.

4. Customer lifetime value (LTV)

Essa é uma métrica que ajuda a avaliar a satisfação do seu cliente. O Lifetime Value indica quanto de receita um cliente gerou enquanto se manteve na sua base. Clientes mais satisfeitos permanecem consumindo seu produto ou serviço por mais tempo.

5. Custo de aquisição de clientes (CAC)

O LTV indica a receita gerada durante a relação com seu cliente. Já o CAC é uma métrica que mostra o quanto você investiu para conquistá-lo. Combinando as duas, é possível saber o tempo necessário para cobrir os custos do CAC, ou o payback. A partir dessa informação, você irá visualizar quando começará a ter fluxo de caixa positivo.

6. Ticket médio

Uma métrica essencial para quem quer crescer. O ticket médio, basicamente, é a divisão do valor total de vendas realizadas pelo volume. Ou seja, se você vendeu R$5.000 em assinaturas em 80 negociações, seu ticket médio será de R$62,50.

7. Receitas mensais recorrentes (MRR)

A receita mensal recorrente, ou o MRR (monthly recurring revenue), é uma métrica que aponta quanto de dinheiro a sua empresa recebe mensalmente a partir das assinaturas. Como o próprio nome diz, ela considera apenas as vendas recorrentes, tanto de downsells, quanto de upsells. É extremamente importante estabelecer projeções de crescimento para o MRR.

Nesse caso, utilize as métricas anteriores em conjunto. Diagnostique os motivos de churn, por exemplo, e mantenha mais clientes na sua base, para não diminuir suas receitas.

Tem alguma outra que você acha essencial? Comente!

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