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5 clubes de assinatura de cervejas que você precisa conhecer

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Alguns posts são solicitados diariamente para nós.

Recebemos três e-mails para elaborar uma lista de clubes por segmento e convidamos um portal para nos ajudar. Em parceria com o Site de Assinatura – fizemos aqui uma lista de 5 clubes de assinatura de cerveja que você precisa conhecer. Aí vai nosso primeiro post sobre o assunto cerveja.

5 clubes de assinatura de cervejas que você precisa conhecer

BeerFlakes

Um dos estreantes da lista (por ser um novo clube) é o Beer Flakes. Selecionamos eles, pois a ideia e conceito é uma das mais legais que a gente viu. O clube oferece um box com novidades focada na cultura cervejeira.

Clubeer

Um dos mais famosos (e tradicionais) do país. O Clubeer além de clube, também possui uma loja bem conceituada e de grandes rótulos. É um dos pioneiros também. Vale muito conhecer.

beerKing

Fundado em Florianópolis – Santa Catarina, o clube é um dos expoentes das cervejas regionais do sul. Além do clube, é uma plataforma para oferecer cursos e eventos focados na indústria das cerveja.

Beer Bier

Um dos clubes mais tradicionais do país, o Beer Bier tem uma proposta bem bacana nas seleções dos planos mensais. O clube foi fundado no Rio de Janeiro e oferece uma seleção de rótulos feita pelos próprios fundadores.

Treze Beer

O Clube Cervejeiro TrezeBeer atua na venda de planos mensais de Kits de cervejas especiais. Para participar do clube, o interessado deve assinar um dos planos disponíveis: os preços dos planos começam em R$55,90.

Gostou da seleção do sitedeassinatura.com?

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Black & White

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Inadimplência: 6 regras de ouro para a reduzir este monstro

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inadimplencia alta

A inadimplência tem um efeito cascata na economia do país, pois, uma vez que o consumidor final tem dificuldades para pagar as empresas, essas também passam a precisar de mais capital de giro e melhor fluxo de caixa para continuarem operando e pagando seus fornecedores. Logo, o fato de o Brasil ter atualmente mais de 60 milhões de pessoas com o Cadastro de Pessoa Física (CPF) negativados junto a instituições como o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) ou no SERASA, inadimplência vira um fator preocupante para sua empresa independentemente de seu segmento e setor de atuação.

Recuperação de inadimplência é uma ciência moderna.

Para ajudar a superar, prevenir e reduzir a inadimplência, indicamos 6 boas práticas que podem ser consideradas regras de ouro para a redução da inadimplência:

1. Comunicação efetiva antes do vencimento

Há um passo antes da primeira regra. Se sua empresa vai vender a prazo ou parcelar uma compra, ela está ciente de que o cliente não quer comprometer seu fluxo de caixa pagando uma conta que pode ser parcelada ou que não dispõe do valor total do produto ou serviço que está adquirindo. Por isso, é importante oferecer descontos, brindes ou bônus para futuras compras caso a atual seja paga à vista. Isso já é uma forma de prevenir e reduzir a inadimplência. Os grandes e-commerces brasileiros já perceberam que essa estratégia ajuda na redução da inadimplência e das reclamações, uma vez que ao pagar o total da conta, os clientes se sentem menos inclinados a devolver ou reclamar dos produtos.

Inadimplência é um monstro para muitas empresas.

inadimplencia alta
A Casa Monstro da Disney. Não deixe sua empresa se tornar uma.

No entanto, caso sua empresa ofereça a opção de parcelamento, é importante adotar as 4 ações listadas abaixo:

  1. Antes de conceder o parcelamento, deixe claro qual é a data limite para os vencimentos;
  2. Destaque que multas e juros serão cobrados em caso de atrasos e que estes são inegociáveis;
  3. Entregue as cobranças sempre com antecedência. Essa ação é importante, pois algumas lojas acreditam que o envio de boletos ou faturas para o cliente na semana do pagamento da dívida o ajuda a se recordar. Essa é uma estratégia de cobrança sutil. Na verdade, o efeito é contrário, pois as pessoas acabam se esquecendo de dívidas, principalmente das de médio e longo prazos e não se organizam para pagá-las no vencimento. Antecipar o envio da cobrança é uma maneira de recordar o cliente de que parte de seus recebimentos já estão comprometidos e de que ele não pode aumentar suas dívidas.
  4. Envie lembretes por e-mail ou SMS alertando sobre a data de vencimento e os benefícios para receber pagamento online em dia. Nos primeiros dias de atraso, também vale enviar esses e-mails e SMS com recordações da situação. Eles funcionam como meras recordações, ao passo que o envio do boleto ou da fatura ajuda no planejamento financeiro de seu cliente.

2. Identifique cobranças “não recebidas”

É essencial ter um sistema que automatize o faturamento, o controle de recebimentos e a gestão de contratos ou assinaturas. Para isso, faça uma análise de indicadores relacionados à redução de inadimplência e permita uma tomada de ação rápida por parte de sua equipe de cobrança. Essa é a forma mais indicada para reduzir sistematicamente a taxa de clientes inadimplentes de sua empresa. Se isso não for feito, um tempo precioso será gasto enquanto seus funcionários identificam e conciliam todos os recebimentos manualmente. Além de causar muitos equívocos e falhas, tal medida acabaria gerando um gasto desnecessário em horas que poderiam ser utilizadas na cobrança efetiva dos clientes.

3. Facilite o recebimento para reduzir a inadimplência

Dar opções diversas para o recebimento do boleto ou da fatura é a melhor forma de fazer com que o pagamento seja realizado. Você pode, por exemplo, oferecer uma espécie de carnê com todos os boletos e prestações que a pessoa deve pagar; pode enviar, com 30 dias de antecedência ao pagamento, o boleto da prestação que irá vencer via e-mail; o cliente pode receber o boleto impresso via correios com 20 dias de antecedência ao pagamento; e, dois ou três dias antes do prazo final, ainda pode receber o código de barras via SMS. Dessa forma, sua empresa terá a certeza de que o consumidor teve tempo hábil para se planejar e não encontrou nenhuma dificuldade para pagar aquela prestação ou mensalidade.

4. Regeração de boletos automática

Além dos avisos de que o cliente já está com a situação de inadimplência, sua empresa pode enviar um e-mail explicando o passo a passo de como ele pode gerar novamente o boleto (já com os juros e multas calculados) para poder efetuar o pagamento via Internet Banking, caixas eletrônicos ou representantes bancários. Indique ao consumidor que isso evita que ele efetue o pagamento presencialmente “na boca do caixa” para que o atendente calcule a multa e os juros. O resultado é a economia de tempo para o cliente e a redução da inadimplência para a sua empresa.

5. Tenha uma régua de comunicação eficiente

Estabelecer uma frequência de comunicações e avisos sobre a situação de inadimplência do cliente é uma das maneiras mais eficientes de reduzi-la. Por isso, crie modelos de e-mails, SMS e, em último caso, até de ligações telefônicas para avisar o cliente sobre os problemas que essa situação pode ocasionar, como multa, juros, suspensão do serviço, inclusão no cadastro de proteção ao crédito, protesto, entre outras formas previstas no contrato de serviços.

Lembre-se: de maneira alguma as mensagens ou métodos de cobrança podem expor o cliente a situações constrangedoras, pois isso feriria o artigo 42 do Código de Defesa do Consumidor e sua empresa poderia ser acionada na justiça.

6. Suspenda o serviço

Ao entrar em situação de inadimplência, muitos consumidores e empresas criam listas classificando e categorizando serviços que são indispensáveis e fornecedores que são mais fáceis para se negociar, sendo priorizados aqueles que são mais essenciais e justos na negociação. Por isso, se a comunicação com prazo final para pagamento não surtir efeito, suspenda o serviço até que a parcela ou a dívida seja paga.

É importante perceber que nem sempre a isenção de juros ou manutenção do serviço fidelizará seu cliente, pois ele pode atribuir essa falta de cobrança ou de suspensão à desorganização, bondade ou não essencialidade de seus serviços e produtos, o que levaria a postergações sucessivas em futuros pagamentos, busca por outros fornecedores e elevação da taxa de inadimplência da sua empresa.

Você utiliza alguma regra adicional visando à redução da inadimplência? Comente conosco sua experiência e curta nossa página no Facebook para se manter informado com dicas como essas!

Se você ainda não tem uma ferramenta para te ajudar em todos esses processos, conte com a Vindi.

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7 métricas básicas para gestão de cobrança recorrente

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Com o passar dos anos, a forma como as pessoas consomem produtos e serviços mudou. O acesso à tecnologia e outras formas de interação transformou as relações entre empresas e consumidores. As exigências do mercado e a forte concorrência exigiram dos negócios mais agilidade nas suas operações e formas de rentabilizar uma operação para suportar a velocidade com que as coisas acontecem.

A cobrança recorrente, uma prática que existe há muitos anos, retomou força em diversas áreas e passou a ser uma forma ainda mais interessante de metodologia de pagamento para os setores financeiros das companhias. Empresas de softwares têm liderado essa nova onda, principalmente pelo surgimento da computação em nuvem.

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Atualmente, é difícil encontrar produtos em caixas ou instalados diretamente no computador. Os softwares são vendidos como uma assinatura de acesso, conhecidos como SaaS — Software as a Service.

Uma pesquisa trimestral do Synergy Research Group com os principais prestadores de serviços de infraestrutura de nuvem e Data Center espalhados pelo globo mostrou que, no segundo trimestre de 2015, esse setor gerou mais de US$ 20 bilhões em receitas para empresas de TI. Isso mostra como esse é um mercado enorme e que exige equilíbrio para ser comandado. Por isso, a gestão de cobrança recorrente se torna uma disciplina essencial.

Nesse texto, vamos apresentar as principais métricas para lidar com essa área, para ajudar você a ter sucesso no seu negócio. Continue lendo!

O que é a economia da recorrência

Antes de conhecer as principais métricas para gestão de cobrança recorrente, é importante entender seu conceito. A economia da recorrência é um modelo que vem mudando as relações comerciais de diversos segmentos com seus consumidores. Ela é baseada no consumo pelo acesso e não pela propriedade, com uma cobrança firmada a partir de uma assinatura.

A TV paga é um exemplo clássico disso. É um mercado que, de acordo com a Anatel, registrou mais de 19 milhões de assinantes até fevereiro de 2015.

Diversas outras empresas extremamente conhecidas nasceram ou passaram a utilizar esse modelo. Dentre elas, podemos citar: Netflix, Salesforce, Adobe, Spotify entre outros.

Principais métricas para gestão de cobrança recorrente

Tudo bem, você já entendeu que a economia recorrente é um mercado gigante e recheado de oportunidades, e que bilhões de reais são movimentados nesse mercado pelo mundo. Mas como tudo isso pode funcionar bem no seu dia a dia? Entender quais são as principais métricas para a gestão de cobrança recorrente é essencial para fazer a roda girar.

1. Taxa de conversão

A taxa de conversão é a porcentagem dos seus leads, ou aqueles visitantes que têm interesse na sua empresa e de quem você tem informações de contato, que se tornam clientes.

É uma métrica essencial para projeções futuras. Imagine a situação: você quer aumentar seus leads em 50%. A taxa de conversão vai apresentar quantos telefonemas ou disparos de e-mail, por exemplo, serão necessários para atingir esse objetivo.

2. Churn rate

Essa é uma das métricas mais importantes. O churn rate é o índice de cancelamentos das suas assinaturas, que pode ocorrer por diversos motivos.

É extremamente importante saber exatamente quais são, para criar mecanismos e mudanças que possam reduzi-los. Alguns exemplos: seu serviço não agradou, um concorrente ofereceu melhor preço ou o cartão do cliente não foi aceito.

3. Growth rate

No sentido contrario do churn, o growth rate é a taxa de crescimento das suas assinaturas. É uma métrica que indica o valor absoluto de novos clientes em relação à quantidade de clientes da sua base.

O segredo para ter um growth rate alto é combater o churn, ampliar o tempo de vida do seu cliente e reduzir o custo de aquisição.

4. Customer lifetime value (LTV)

Essa é uma métrica que ajuda a avaliar a satisfação do seu cliente. O Lifetime Value indica quanto de receita um cliente gerou enquanto se manteve na sua base. Clientes mais satisfeitos permanecem consumindo seu produto ou serviço por mais tempo.

5. Custo de aquisição de clientes (CAC)

O LTV indica a receita gerada durante a relação com seu cliente. Já o CAC é uma métrica que mostra o quanto você investiu para conquistá-lo. Combinando as duas, é possível saber o tempo necessário para cobrir os custos do CAC, ou o payback. A partir dessa informação, você irá visualizar quando começará a ter fluxo de caixa positivo.

6. Ticket médio

Uma métrica essencial para quem quer crescer. O ticket médio, basicamente, é a divisão do valor total de vendas realizadas pelo volume. Ou seja, se você vendeu R$5.000 em assinaturas em 80 negociações, seu ticket médio será de R$62,50.

7. Receitas mensais recorrentes (MRR)

A receita mensal recorrente, ou o MRR (monthly recurring revenue), é uma métrica que aponta quanto de dinheiro a sua empresa recebe mensalmente a partir das assinaturas. Como o próprio nome diz, ela considera apenas as vendas recorrentes, tanto de downsells, quanto de upsells. É extremamente importante estabelecer projeções de crescimento para o MRR.

Nesse caso, utilize as métricas anteriores em conjunto. Diagnostique os motivos de churn, por exemplo, e mantenha mais clientes na sua base, para não diminuir suas receitas.

Tem alguma outra que você acha essencial? Comente!

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Erros mais comuns ao adotar a cobrança recorrente

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Fidelização de clientes, maior controle financeiro, fácil previsão de lucros, receita linear e redução de despesas e custos operacionais. Os benefícios para quem adota um modelo de cobrança recorrente são muitos.

Tanto que o número de adeptos do sistema deve crescer muito nos próximos anos. Estudo da empresa de pesquisa Gartner aponta que, até 2020, 80% das 2.000 maiores empresas do mundo deve adotar o modelo de assinaturas.

Erros mais comuns ao adotar a cobrança recorrente

Se você também pretende entrar nesse nicho vantajoso, precisa ficar atento aos erros mais comuns que empresas comentem quando começam a entrar nesse mundo.

Falta de controle no pagamento

O pagamento recorrente implica, também, em fornecer o serviço sem paradas enquanto o acordo estiver ativo.

Acontece que diversas empresas não possuem um controle rígido do fluxo de cobrança. O que significa que os clientes que deixaram de pagar ou estão com mensalidades em atraso continuam usando os serviços normalmente. O contrário também pode acontecer, já que um cliente que resolveu a falta de pagamento pode ficar sem poder acessar o serviço.

Por isto, é importante ter um sistema automatizado de cobrança que crie regras automáticas para suspender os serviços em caso de débito, da mesma maneira que reativa a conta automaticamente assim que o pagamento for efetuado.

Serviços sem personalização

Por mais que os serviços oferecidos sejam, no geral, bem parecidos, eles não são iguais. Cada contrato é algo diferente.

Muitas empresas, ao adotarem o modelo de pagamentos recorrentes, caem na armadilha de apagar a individualidade de cada acordo, acabando com as opções de personalização.

Para evitar isso, é preciso ter um sistema de gestão de pagamentos eficiente que permita a criação de regras específicas por cliente. Por exemplo, a data de pagamento.  A cobrança deve ser feita de acordo com cada contrato e não engessado em um único dia pré-definido na ferramenta.

Projeção errada de faturamento

O ponto forte do modelo de pagamento recorrente, a previsibilidade da receita, pode virar uma fraqueza se não for bem gerenciado. A previsão dos próximos faturamentos, com base no banco de clientes, deve ser feita de maneira inteligente, atentando para impactos causados por promoções temporárias, mudanças pontuais nos contratos ou na flutuação do número de clientes. O cálculo final deve levar tudo isso em conta, e não somente os assinantes e o valor-base de contratação.

Por exemplo, de um mês para o outro, clientes podem entrar, ou sair, da base de assinantes pagando pelo uso proporcional ao período. Não se pode considerar que deles venha o mesmo valor daqueles que pagaram integralmente.

O ERP tradicional não “dá conta do recado”

É importante ter uma ferramenta de ERP para melhorar a gestão empresarial. No entanto, quando se ingressa em um modelo de recorrência, é preciso contar com um sistema mais completo de cobrança.

As plataformas de ERP não têm a visão de cliente e todo o relacionamento que os contratos de serviço exigem. Não possuem flexibilidade para precificar os serviços, alterar datas de vencimento de boletos, reprocessar cartões e personalizar cobranças e contratos.

Ficar preso a um só modelo de precificação

Muitas vezes pode ser interessante testar diferentes preços e métricas de cobrança. No entanto, um sistema que não permite criar regras para diferenciar os faturamentos pode limitar o serviço de pagamento recorrente.

Devem ser considerados pontos como taxa de ativação, tarifa mínima, cobrança por quantidade de serviço utilizada (horas, minutos, pageviews, GB, licenças, usuários, etc.), cobranças pontuais e parceladas.  Se ele não fizer essa diferenciação, a empresa acaba ficando presa a uma cobrança única e essa falta de flexibilidade afasta os clientes.

Falta de controle de inadimplência

Quantos clientes possuem fatura em aberto? Eles estão pagando em dia? Qual o saldo positivo e negativo de cada um deles? A inadimplência ocorre em algum grupo de clientes ou em alguma faixa de valor?

Essas perguntas precisam ser respondidas de maneira rápida e automática para que você tenha um controle total da sua receita. Essa dinâmica deve fazer parte do processo da cobrança recorrente.

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