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10 benefícios de uma cobrança recorrente na nuvem

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cobranca recorrente cloud

As rotinas contábeis e de controle financeiro estão entre os processos mais críticos de uma empresa. A pressão é grande, afinal, erros podem significar graves prejuízos para o negócio. Processos obsoletos e manuais podem ser agravantes, levando os profissionais a cometer falhas com mais frequência.

Por isso, cada vez mais empresas buscam modernizar seus departamentos financeiros. Segundo estudo realizado pela Saugatuck Tecnologia, com executivos de finanças e TI, 65% dos entrevistados pretendiam mudar o seu sistema financeiro no curto prazo.

E mais: 57% desses executivos planejam passar a usar aplicações de controle financeiro como faturamento, cobrança, contas a pagar e receber em nuvem até o final de 2019.

10 benefícios que uma cobrança recorrente em cloud podem trazer a uma empresa

Redução de Custo

Como não requer servidores próprios para instalação ou uma equipe interna de TI para cuidar da infraestrutura, as soluções que rodam na nuvem geram economia para as empresas que as adotam.

O investimento inicial para a instalação do software também é menor, já que o modelo consiste no pagamento de uma assinatura em vez da compra de uma licença perpétua.

Flexibilidade e escalabilidade

Um negócio pode crescer rapidamente, e uma solução financeira no modelo tradicional nem sempre é capaz de acompanhar esse ritmo a custos viáveis. Aumentar a capacidade de processamento, no modelo tradicional, significa investir mais em servidores, licenças de software e custos de serviços associados.

A aplicação na nuvem é mais flexível, já que, em geral, o custo é calculado pelo uso. Ou seja, fica mais fácil aumentar ou diminuir a solução de acordo com a demanda.

Solução robusta independentemente do porte da empresa

A mesma solução financeira usada por uma multinacional gigante pode ser adotada por uma pequena empresa. Com o pagamento sob demanda, o empreendedor não fica obrigado a contratar uma plataforma de qualidade inferior, só porque possui menos recursos. Com a aplicação em nuvem, ele terá os mesmos benefícios e vantagens que os clientes maiores têm.

Otimização de recursos

Graças ao modelo de investimento, que não requer um desembolso alto de saída, uma solução na nuvem permite que a empresa transfira recursos, sendo possível a concentração de verba em iniciativas mais estratégicas. O desembolso do dinheiro também passa a ser classificado como despesa (OPEX) ao invés de investimento (CAPEX).

Atualizações automáticas

As aplicações financeiras na nuvem são atualizadas automaticamente. Não é preciso fazer manutenção, nem upgrade. E essas melhorias acontecem de maneira sutil, sem interromper nem atrapalhar os serviços. E o melhor, sem necessidade de contratar consultorias especializadas para realizar os upgrades.

Não tem restrições geográficas

O acesso à nuvem pode ser feito remotamente de qualquer lugar. A empresa pode ter profissionais em qualquer lugar do mundo, e, ainda assim, eles serão capazes de acessar o sistema financeiro.

Controle em tempo real

Com atualizações em tempo real para todos os usuários, as soluções em cloud oferecem controle mais preciso dos números e evitam falhas.

Insights valiosos

Com uma boa solução financeira, atualizada constantemente, os empreendedores também conseguem ter uma visão mais ampla do seu negócio e tomar melhores decisões.

Rápido retorno de investimento

Implantada rapidamente, a solução não só reduz os custos operacionais, mas também faz com que os benefícios de produtividade sejam sentidos de imediato.

Segurança e Confiabilidade

Com os dados armazenados na nuvem, as informações da empresa estão a salvo de ameaças físicas, como acidentes naturais ou roubos. Ainda, o fornecedor do software na nuvem realiza grandes investimentos para proteger os dados contra roubo de informações e ataques de hackers para proteger o ambiente onde os dados de todos os seus clientes – grandes e pequenos – estão armazenados. Sua empresa passa a ter o benefício desse grande investimento sem ter que gastar dinheiro com isso.

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Serviços de streaming já são maiores que TV a cabo

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streaming tv a cabo assinaturas

Olha que interessante.

A Motion Picture Association of America (MPAA), publicou que o mercado mundial de streaming, abrangendo cinema e home vídeo, chegou ao número record de receita: U$97 bilhões de receita em 2018. Já é maior que o mercado de TV a Cabo.

Para se ter uma ideia, no mundo, existem 613 milhões de assinaturas ativas. Já os planos de TV à cabo estão entre 550 milhões. Marco histórico para o mercado de assinaturas.

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A economia da recorrência chegou no Youtube

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Economia da Recorrência chega no Youtube

Neal Mohan, CPO do Youtube anunciou na VidCon 2018 que a plataforma está apostando alto na economia da recorrência. Depois de lançar o YoutubeRed, a empresa planeja permitir que os Youtubers cobrem uma mensalidade dos inscritos nos canais.

Boa parte da aposta é por conta do lançamento do IGTV, serviço de streaming do Instagram que permite vídeos de até 1 hora. E para concorrer também com outras plataformas, como Netflix, já que pretende realizar a produção de conteúdos exclusivos para os assinantes, contando com a ajuda dos Youtubers, que nos últimos tempos vinham reclamando muito sobre a redução de alcance dos vídeos e da monetização.

Mas como vai funcionar a assinatura do Youtube?

O CPO explicou que os canais que possuírem mais de 1.000 inscritos vão poder cobrar uma mensalidade de US$ 4,99 em troca de conteúdo exclusivo. Alguns canais escolhidos pelo próprio Youtube já vinham testando o modelo de negócios e triplicaram o faturamento desde janeiro.

Você deve estar se perguntando como o Youtube vai faturar com a economia da recorrência. Bom, a empresa vai terá um take rate de 30%, mas também se comprometeu a bancar todo custo de taxas que são cobradas por conta do pagamento recorrente.

São os grandes enxergando o potencial da Economia da Recorrência. Quer saber como esse modelo de negócios transformou empresas como Netflix, Slack e Smartfit, veja o estudo que fizemos clicando aqui.

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Inadimplência: 6 regras de ouro para a reduzir este monstro

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inadimplencia alta

A inadimplência tem um efeito cascata na economia do país, pois, uma vez que o consumidor final tem dificuldades para pagar as empresas, essas também passam a precisar de mais capital de giro e melhor fluxo de caixa para continuarem operando e pagando seus fornecedores. Logo, o fato de o Brasil ter atualmente mais de 60 milhões de pessoas com o Cadastro de Pessoa Física (CPF) negativados junto a instituições como o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) ou no SERASA, inadimplência vira um fator preocupante para sua empresa independentemente de seu segmento e setor de atuação.

Recuperação de inadimplência é uma ciência moderna.

Para ajudar a superar, prevenir e reduzir a inadimplência, indicamos 6 boas práticas que podem ser consideradas regras de ouro para a redução da inadimplência:

1. Comunicação efetiva antes do vencimento

Há um passo antes da primeira regra. Se sua empresa vai vender a prazo ou parcelar uma compra, ela está ciente de que o cliente não quer comprometer seu fluxo de caixa pagando uma conta que pode ser parcelada ou que não dispõe do valor total do produto ou serviço que está adquirindo. Por isso, é importante oferecer descontos, brindes ou bônus para futuras compras caso a atual seja paga à vista. Isso já é uma forma de prevenir e reduzir a inadimplência. Os grandes e-commerces brasileiros já perceberam que essa estratégia ajuda na redução da inadimplência e das reclamações, uma vez que ao pagar o total da conta, os clientes se sentem menos inclinados a devolver ou reclamar dos produtos.

Inadimplência é um monstro para muitas empresas.

inadimplencia alta
A Casa Monstro da Disney. Não deixe sua empresa se tornar uma.

No entanto, caso sua empresa ofereça a opção de parcelamento, é importante adotar as 4 ações listadas abaixo:

  1. Antes de conceder o parcelamento, deixe claro qual é a data limite para os vencimentos;
  2. Destaque que multas e juros serão cobrados em caso de atrasos e que estes são inegociáveis;
  3. Entregue as cobranças sempre com antecedência. Essa ação é importante, pois algumas lojas acreditam que o envio de boletos ou faturas para o cliente na semana do pagamento da dívida o ajuda a se recordar. Essa é uma estratégia de cobrança sutil. Na verdade, o efeito é contrário, pois as pessoas acabam se esquecendo de dívidas, principalmente das de médio e longo prazos e não se organizam para pagá-las no vencimento. Antecipar o envio da cobrança é uma maneira de recordar o cliente de que parte de seus recebimentos já estão comprometidos e de que ele não pode aumentar suas dívidas.
  4. Envie lembretes por e-mail ou SMS alertando sobre a data de vencimento e os benefícios para receber pagamento online em dia. Nos primeiros dias de atraso, também vale enviar esses e-mails e SMS com recordações da situação. Eles funcionam como meras recordações, ao passo que o envio do boleto ou da fatura ajuda no planejamento financeiro de seu cliente.

2. Identifique cobranças “não recebidas”

É essencial ter um sistema que automatize o faturamento, o controle de recebimentos e a gestão de contratos ou assinaturas. Para isso, faça uma análise de indicadores relacionados à redução de inadimplência e permita uma tomada de ação rápida por parte de sua equipe de cobrança. Essa é a forma mais indicada para reduzir sistematicamente a taxa de clientes inadimplentes de sua empresa. Se isso não for feito, um tempo precioso será gasto enquanto seus funcionários identificam e conciliam todos os recebimentos manualmente. Além de causar muitos equívocos e falhas, tal medida acabaria gerando um gasto desnecessário em horas que poderiam ser utilizadas na cobrança efetiva dos clientes.

3. Facilite o recebimento para reduzir a inadimplência

Dar opções diversas para o recebimento do boleto ou da fatura é a melhor forma de fazer com que o pagamento seja realizado. Você pode, por exemplo, oferecer uma espécie de carnê com todos os boletos e prestações que a pessoa deve pagar; pode enviar, com 30 dias de antecedência ao pagamento, o boleto da prestação que irá vencer via e-mail; o cliente pode receber o boleto impresso via correios com 20 dias de antecedência ao pagamento; e, dois ou três dias antes do prazo final, ainda pode receber o código de barras via SMS. Dessa forma, sua empresa terá a certeza de que o consumidor teve tempo hábil para se planejar e não encontrou nenhuma dificuldade para pagar aquela prestação ou mensalidade.

4. Regeração de boletos automática

Além dos avisos de que o cliente já está com a situação de inadimplência, sua empresa pode enviar um e-mail explicando o passo a passo de como ele pode gerar novamente o boleto (já com os juros e multas calculados) para poder efetuar o pagamento via Internet Banking, caixas eletrônicos ou representantes bancários. Indique ao consumidor que isso evita que ele efetue o pagamento presencialmente “na boca do caixa” para que o atendente calcule a multa e os juros. O resultado é a economia de tempo para o cliente e a redução da inadimplência para a sua empresa.

5. Tenha uma régua de comunicação eficiente

Estabelecer uma frequência de comunicações e avisos sobre a situação de inadimplência do cliente é uma das maneiras mais eficientes de reduzi-la. Por isso, crie modelos de e-mails, SMS e, em último caso, até de ligações telefônicas para avisar o cliente sobre os problemas que essa situação pode ocasionar, como multa, juros, suspensão do serviço, inclusão no cadastro de proteção ao crédito, protesto, entre outras formas previstas no contrato de serviços.

Lembre-se: de maneira alguma as mensagens ou métodos de cobrança podem expor o cliente a situações constrangedoras, pois isso feriria o artigo 42 do Código de Defesa do Consumidor e sua empresa poderia ser acionada na justiça.

6. Suspenda o serviço

Ao entrar em situação de inadimplência, muitos consumidores e empresas criam listas classificando e categorizando serviços que são indispensáveis e fornecedores que são mais fáceis para se negociar, sendo priorizados aqueles que são mais essenciais e justos na negociação. Por isso, se a comunicação com prazo final para pagamento não surtir efeito, suspenda o serviço até que a parcela ou a dívida seja paga.

É importante perceber que nem sempre a isenção de juros ou manutenção do serviço fidelizará seu cliente, pois ele pode atribuir essa falta de cobrança ou de suspensão à desorganização, bondade ou não essencialidade de seus serviços e produtos, o que levaria a postergações sucessivas em futuros pagamentos, busca por outros fornecedores e elevação da taxa de inadimplência da sua empresa.

Você utiliza alguma regra adicional visando à redução da inadimplência? Comente conosco sua experiência e curta nossa página no Facebook para se manter informado com dicas como essas!

Se você ainda não tem uma ferramenta para te ajudar em todos esses processos, conte com a Vindi.

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